Rear Window

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Rear Window
A Janela Indiscreta (PT)
Janela Indiscreta (BR)
Rear Window film poster.jpg
Pôster cinematográfico original
 Estados Unidos
1954 •  cor •  112 min 
Direção Alfred Hitchcock
Produção Alfred Hitchcock
Roteiro John Michael Hayes
Baseado em "Janela Indiscreta" (conto) de Cornell Woolrich
Elenco James Stewart
Grace Kelly
Wendell Corey
Thelma Ritter
Raymond Burr
Género thriller, mistério
Música Franz Waxman
Cinematografia Robert Burks
Edição George Tomasini
Companhia(s) produtora(s) Patron Inc.
Distribuição Paramount Pictures
(E.U.A.)
Universal Home Video
(Brasil) (DVD)
23 de março de 1955 (Portugal)
Lançamento Estados Unidos 01 de setembro de 1954
Brasil 11 de fevereiro de 1955
Portugal 23 de março de 1955
Idioma inglês
Orçamento US$ 1,000,000[1]
Receita US$ 36,800,000[2]
Página no IMDb (em inglês)

Rear Window (Janela Indiscreta (título no Brasil) ou A Janela Indiscreta (título em Portugal)) é um filme estado-unidense de 1954, do gênero thriller e mistério, dirigido por Alfred Hitchcock e escrito por John Michael Hayes com base no conto homônimo de 1942 escrito por Cornell Woolrich. Originalmente lançado pela Paramount Pictures, o filme é estrelado por James Stewart, Grace Kelly, Wendell Corey, Thelma Ritter e Raymond Burr. Ele foi exibido no Festival de Veneza de 1954.

O filme é considerado por muitos cinéfilos, críticos e estudiosos como um dos melhores de Hitchcock[3] e um dos maiores filmes já feitos. O filme recebeu quatro indicações ao Oscar e foi classificado na 42ª posição na lista 100 Anos... 100 Filmes do American Film Institute, que elegeu os melhores filmes estadunidenses, em 1998, e na 48ª posição na edição de 10º aniversário. Em 1997, Rear Window foi adicionado ao National Film Registry na Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos como sendo "culturalmente, historicamente ou esteticamente significativo".

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Depois de quebrar a perna fotografando um acidente numa corrida de carro, um fotógrafo profissional, o aventureiro L. B. "Jeff" Jefferies (James Stewart), está confinado a uma cadeira de rodas em seu apartamento em Greenwich Village para se recuperar. Sua janela dos fundos dá para um pátio e vários outros apartamentos. Durante uma enorme onda de calor ele assiste seus vizinhos, que mantêm suas janelas abertas para se refrescarem.

Ele observa uma exuberante dançarina que ele apelida de "Senhorita Torso"; uma solteira mulher de meia-idade que ele chama de "Senhorita Corações Partidos"; um solteiro e talentoso compositor e pianista de meia-idade; vários casais; um a escultora; e Lars Thorwald (Raymond Burr), um vendedor de jóias ambulante e sua esposa acamada.

A sofisticada e bela socialite, namorada de Jeff, Lisa Fremont (Grace Kelly) o visita regularmente, assim como a enfermeira da sua companhia de seguros, Stella (Thelma Ritter). Stella quer que Jeff sossegue e se case com Lisa, mas Jeff está relutante.

Uma noite, durante uma tempestade Jeff ouve uma mulher gritar "Não!" e depois o som de vidro quebrando. Mais tarde, ele é despertado por trovões e observa Thorwald deixando seu apartamento. Thorwald faz repetidas viagens tarde da noite carregando sua mala de amostras. Na manhã seguinte, Jeff percebe que a mulher de Thorwald sumiu, e então vê Thorwald limpando uma grande faca e um serrote. Mais tarde, Thorwald amarra um grande baú com uma corda grossa e uma companhia de mudanças a leva embora. Jeff discute tudo isso com Lisa e com Stella.

Jeff fica convencido de que Thorwald assassinou sua esposa. Jeff explica isso ao seu amigo Tom Doyle (Wendell Corey), um detetive da Polícia de Nova York, e pede-lhe para averiguar. Doyle não encontra nada de suspeito; aparentemente a "Sra. Thorwald" está no norte do estado, e recebeu baú em pessoa.

James Stewart como L. B. Jeffries.

Logo depois, o cão de um vizinho é encontrado morto, seu pescoço fora quebrado. A dona grita para o pátio, "Vocês não sabem o significado da palavra 'vizinhos'! Os vizinhos gostam uns dos outros, falam uns com os outros, se importam se alguém vive ou morre! Mas nenhum de vocês se importa!" Todos os vizinhos correm para as suas janelas para ver o que está acontecendo, exceto Thorwald, cujo charuto pode ser visto brilhando, com ele sentado silencioso em seu escuro apartamento.

Certo de que Thorwald é culpado, Jeff pede a Lisa para colocar um bilhete de acusação sob sua porta, para que Jeff pode ver sua reação quando lê-lo. Então, como um pretexto para que Thorwald saia de seu apartamento, Jeff telefona para ele e marca um encontro em um bar. Ele acredita que Thorwald tenha enterrado algo incriminatório no canteiro de flores do pátio e matou o cachorro para pará-lo de cavar lá, então quando Thorwald sai, Lisa e Stella cavam nas flores; porém não encontram nada.

Para grande espanto e admiração de Jeff, Lisa então escala a escada de incêndio do apartamento de Thorwald e entra nele através de uma janela aberta. Quando Thorwald retorna e agarra Lisa, Jeff chama a polícia, que chega a tempo de salvá-la, prendendo-lhe. Jeff vê que Lisa está com suas mãos atrás das costas, balançando seu dedo com o anel de casamento da Sra. Thorwald nele. Thorwald percebe isso, e, notando que ela está sinalizando a alguém, vê Jeff do outro frente do pátio.

Jeff telefona para Doyle e deixa uma mensagem urgente. Stella se dirige para a delegacia para pagar a fiança de Lisa. Quando seus telefone toca, Jeff assume que é Doyle, e diz que o suspeito deixou o apartamento. Quando ninguém responde, Jeff percebe que Thorwald quem ligou, e está vindo confrontá-lo. Quando Thorwald entra, Jeff repetidamente acende seus flashes de câmera, cegando Thorwald temporariamente. No entanto, Thorwald agarra Jeff e consegue empurrá-lo para fora da janela aberta, enquanto Jeff grita por ajuda. Os agentes da polícia entram no apartamento quando ele cai da janela; outros oficiais amortecem sua queda, antes dele cair no chão. Thorwald confessa tudo à polícia logo depois.

Poucos dias depois, o calor cessa, e Jeff repousa pacificamente em sua cadeira de rodas, agora com gesso em ambas as pernas. A vizinho solitária está conversando com o pianista em seu apartamento, o namorado da dançarina volta do exército para casa, o casal cujo cão foi morto tem um novo cachorro, e os recém-casados ​​estão brigando.

Lisa está recostada no sofá-cama do apartamento de Jeff, vestindo jeans e aparentemente lendo um livro Além dos Altos Himalaias. Assim que Jeff adormece, Lisa larga o livro e, feliz, abre uma revista de moda.

Elenco[editar | editar código-fonte]

James Stewart e Grace Kelly em Rear Window

Nota sobre o elenco

  • O director Alfred Hitchcock faz sua tradicional aparição no apartamento do compositor, onde ele é visto ajustando a hora em um relógio.

Produção[editar | editar código-fonte]

O filme foi inteiramente rodado nos estúdios da Paramount, incluindo um enorme set em um dos estúdios. Houve também um cuidadoso uso de som, incluindo sons naturais e música à deriva no pátio do edifício em frente ao apartamento de James Stewart. Em certo ponto, a voz de Bing Crosby pode ser ouvida cantando "To See You Is to Love You", originalmente do filme da Paramount de 1952 Road to Bali. Também ouvidos na trilha sonora estão versões de canções de Nat King Cole ("Mona Lisa", 1950) e de Dean Martin ("That's Amore", 1952), popularizadas no início da década, juntamente com segmentos de musica de Leonard Bernstein para o ballet de Jerome Robbins Fancy Free (1944), a canção de Richard Rodgers "Lover" (1932), e "M'appari tutt'amor" da ópera de Friedrich von Flotow Martha (1844), a maioria pegos emprestados da produtora musical da Paramount, Famous Music.

Hitchcock usou a figurinista Edith Head em todos os seus filmes da Paramount.

Embora o veterano compositor de Hollywood Franz Waxman seja creditado com a musica para o filme, suas contribuições se limitaram aos créditos de abertura e de encerramento e à melodia de piano ("Lisa"), escrita por um dos vizinhos no filme, um compositor (Ross Bagdasarian). Esta foi a trolha sonora final de Waxman para Hitchcock. O diretor usou principalmente sons "diegéticos" — sons resultantes da vida normal dos personagens — ao longo do filme.[4]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Uma "estréia mundial beneficente" para o filme, com o comparecimento de oficiais das Nações Unidas e de "membros proeminentes do mundo social e do entretenimento",[5] foi realizada em 04 de agosto de 1954, no Teatro Rivoli, em Nova York, com os rendimentos sendo doados à Fundação América-Coreana (uma organização de ajuda fundada logo após o fim da Guerra da Coréia[6] e presidida pelo irmão do presidente Eisenhower).

O filme ganhou um estimado de US$5,3 milhões nas bilheterias norte-americanas em 1954.[7]

O filme recebeu críticas esmagadoramente positivas dos críticos e é considerado um dos melhores filmes de Hitchcock. No site Rotten Tomatoes, o filme tem sido universalmente elogiado, conquistando uma avaliação de 100% certified fresh, baseada em 61 avaliações, com o consenso afirmando que "Hitchcock exerceu pleno potencial de suspense nesta obra-prima."

O crítico Bosley Crowther, do The New York Times assistiu à estréia beneficente e em sua crítica chamou o filme de um "exercício tenso e emocionante" e Hitchcock um diretor cujo trabalho tem um "máximo de fomentação até o soco, um máximo de enganações e incidentes cuidadosamente engenhados enganadores para distrair e divertir." Crowther também observa: "O filme do Sr. Hitchcock não é 'significativo'. O que ele tem a dizer sobre as pessoas e a natureza humana é superficial e simplista. Mas de fato ele expõe muitas facetas da solidão da vida na cidade e tacitamente demonstra o impulso da curiosidade mórbida. O objetivo dele é sensação, e isso ele geralmente fornece no colorido de seus detalhes e na enchente de ameaça perto do fim."[5]

A revista Time chamou-lhe de "possivelmente ao segundo filme mais divertido (depois de The 39 Steps) já feito por Alfred Hitchcock" e um filme em que "nunca há um instante ... em que o Diretor Hitchcock não esteja na direção e no controle magistral de seu material."[8] A mesma crítica também afirmou que "ocasionais lapsos estudados de gosto e, mais importante, a sensação estranha que um público de Hitchcock tem de reagir de forma tão cuidadosamente prevista a ponto de parecer praticamente preordenado."[8] A revista Varietychamou o filme de "um dos melhores thrillers de Alfred Hitchcock" que "combina habilidades técnicas e artísticas de uma forma que torna esta uma incomumente boa obra do entretenimento de mistério do assassinato."[9]

Quase 30 anos depois do lançamento inicial do filme, Roger Ebert analisou o re-lançamento feito pela Universal em outubro de 1983, depois de resolvidas as questões legais com o testamento de Hitchcock. Ele disse que o filme "desenvolve uma linha tão limpa, organizada do início ao fim que somos atraídos por ele (e para dentro dele) sem o menor esforço. A experiência não é bem como assistir a um filme, é mais como ... bem, como espionar seus vizinhos. Hitchcock nos fisga logo de cara ... E como Hitchcock nos faz cúmplices do voyeurismo de Stewart, nós vamos juntos nessa empreitada. Quando um homem enfurecido vem rompendo a porta para matar Stewart, nós não conseguimos nos distanciar, porque nós também estávamos espiando, e assim nós compartilhamos a culpa e, de alguma forma, nós merecemos o que está para acontecer com ele."[10]

Rear Window também provou ser popular entre o público. Em agosto de 2016, Rear Window era o 40º filme de maior pontuação no Internet Movie Database, com uma classificação IMDb de 8,5/10; seis posições abaixo do filme de Hitchcock de 1960 Psycho, que também tem classificação de 8,5/10.

Prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Data da cerimônia Premiação Categoria Indicado(s) Resultado
22 de agosto a 07 de setembro de 1954 Festival de Veneza Leão de Ouro Alfred Hitchcock Indicado
20 de dezembro de 1954 National Board of Review Awards Melhor Atriz Grace Kelly Venceu
Janeiro de 1955 NYFCC Awards Melhor Atriz Grace Kelly Venceu
Melhor Diretor Alfred Hitchcock 2º lugar
13 de fevereiro de 1955 DGA Award Melhor desempenho em Longa Metragem Alfred Hitchcock Indicado
28 de fevereiro de 1955 Writers Guild of America Awards Drama Americano Melhor Escrito John Michael Hayes Indicado
10 de março de 1955 BAFTA Award Melhor Filme Rear Window Indicado
30 de março de 1955 Oscar Melhor Diretor Alfred Hitchcock Indicado
Melhor Roteiro Adaptado John Michael Hayes Indicado
Melhor Fotografia - Cor Robert Burks Indicado
Melhor Mixagem de Som Loren L. Ryder Indicado
21 de abril de 1955 Edgar Allan Poe Awards Melhor Roteiro de Filme John Michael Hayes Venceu
18 de novembro de 1997 National Film Preservation Board National Film Registry Rear Window Venceu
2002 Online Film & Television Association Award OFTA Film Hall of Fame — Filme Rear Window Venceu

Análise[editar | editar código-fonte]

Em seu livro, Alfred Hitchcock "Rear Window", John Belton aborda as questões subjacentes de voyeurismo, patriarcado e feminismo que são evidentes no filme. Ele afirma que "a história de "Rear Window é "sobre" espetáculo, ela explora o fascínio com olhar e a atração daquilo que está sendo olhado."[11]

Legado[editar | editar código-fonte]

Em 1997, Rear Window foi selecionado para preservação no National Film Registry dos Estados Unidos pela Biblioteca do Congresso como sendo "culturalmente, historicamente ou esteticamente significativo". O filme interessou a outros diretores, com seu tema de voyeurismo, e outras regravações do filme surgiram, incluindo o filme de Brian DePalma de 1984 Body Double e o filme de Phillip Noyce de 1993 Sliver.

Rear Window foi restaurado pela equipe de Robert A. Harris e James C. Katz para o seu re-lançamento cinematográfico de 1999 (utilizando impressões em Technicolor transferidas com corante, pela primeira vez na história deste título) e para a Edição de Colecionador do DVD em 2000.

O American Film Institute incluiu o filme como o #42 em sua Lista dos 100 Melhores Filmes Americanos 100 Anos... 100 Filmes, como o #14 na lista dos 100 Melhores Suspenses 100 Years... 100 Suspenses, como o #48 na Edição de 10 anos da Lista dos 100 Melhores Filmes Americanos 100 Anos... 100 Filmes (Edição de 10º Aniversário) e como o #3 na lista AFI's 10 Top 10 (Mistérios).[12]

Propriedade[editar | editar código-fonte]

A propriedade dos direitos autorais da história original de Woolrich foi finalmente julgada na Suprema Corte dos Estados Unidos sob a lei Stewart v. Abend, citação de caso 495 USA 207 (1990). Os direitos autorais do filme foram comprados em 1954 pela Patrono Inc., produtora criada por Hitchcock e Stewart. Como resultado, os bens de Stewart e Hitchcock acabaram envolvidos no caso da Suprema Corte, e Sheldon Abend tornou-se um dos produtores do remake de 1998 de Rear Window.

Rear Window é um dos diversos filmes de Hitchcock originalmente lançados pela Paramount Pictures, dos quais Hitchcock retinha os direitos autorais, e que foi posteriormente adquirido pela Universal Studios em 1983, do espólio de Hitchcock.

Influência[editar | editar código-fonte]

Rear Window tem sido repetidamente re-contado, parodiado, ou referenciado.

Filme[editar | editar código-fonte]

  • O roteirista australiano Everett De Roche e o diretor Richard Franklin (conhecido como o "Alfred Hitchcock da Austrália"), ambos colaboraram em Roadgames, que é descrito como "Rear Window que se passsa em um veículo em movimento".
  • Paranóia (2007) é uma releitura moderna, com o protagonista (Shia LaBeouf) em prisão domiciliar em vez de acamado com uma perna quebrada, e que acredita que seu vizinho seja um serial killer em vez de ter cometido um único assassinato. Em 05 de Setembro de 2008, a Sheldon Abend Trust processou Steven Spielberg, DreamWorks, Viacom e Universal Studios, alegando que os produtores de Paranóia violaram os direitos autorais da história original de Woolrich de propriedade da Abend.[13] Em 21 de setembro de 2010, o Tribunal Distrital dos EUA no caso Abend v. Spielberg, 748 F.Supp.2d 200 (S.D.N.Y. 2010), decidiu que Paranóia não violara a história originalde Woolrich.[14]

Televisão[editar | editar código-fonte]

  • O set do filme serviu de base para um esquete cômico em um episódio de 2009 do programa Saturday Night Live. O esquete teve participação de Jason Sudeikis como James Stewart e January Jones como uma flatulenta Grace Kelly cuja persistente flatulência tornou impossível terminar a filmagem da cena. Bobby Moynihan também participou como Alfred Hitchcock.[15]
  • Rear Window foi refeito como um filme de televisão de mesmo nome em 1998, com um enredo atualizado em que o personagem principal é um paralitico que vive em uma casa high-tech cheia de tecnologia assistiva. O ator Christopher Reeve, que de fato tornou-se paralitico como resultado de um acidente de equitação em 1995, foi escalado para o papel principal. O telefilme também era estrelado por Daryl Hannah, Robert Forster, Ruben Santiago-Hudson e Anne Twomey. Ele foi ao ar em 22 de novembro de 1998 na rede de televisão ABC.
  • Os Simpsons fez uma paródia de Rear Window no episódio Bart na Escuridão, que ocorre durante o verão. Os Simpsons compram uma piscina e depois Bart quebra uma perna, obrigando-o a passar o tempo em seu quarto com a perna engessada. Como Jeff em Rear Window, Bart usa um telescópio e observa os moradores de Springfield da janela de seu quarto. Ele suspeita que Ned Flanders tenha ssassinado sua esposa Maude, mas acaba descobrindo que Ned matou a planta de Maude por acidente.[16]
  • That '70s Show fez uma paródia de Rear Window, juntamente com outros filmes de Hitchcock, na 3 ª temporada, episódio 4 "Too old to trick or treat, too young to die" (originalmente exibido em 31 de outubro de 2000).[17]
  • Os Flintstones satirizou Rear Window na 2 ª temporada, episódio 4 de "Fred, o Detetive".
  • O 100º episódio de Castle, 5ª temporada episódio 19 "The Lives of Others" foi uma paródia com um lesionado Richard Castle confinado em seu apartamento, e fica obcecado após testemunhar o que ele acredita ser um assassinato, mas é na verdade uma pegadinha feita pelos seus amigos e família para comemorar seu aniversário.
  • O episódio de White Collar chamado "Neighborhood Watch" pegou emprestado vários temas de Rear Window.[18]
  • O primeiro episódio da série britânica de comédia My Life in Film foi uma paródia do filme.
  • Um episódio da série britânica The Detective, também intitulado "Rear Window", fez uma paródia do filme, com um dos protagonistas em cadeira de rodas depois de um acidente e convencido de que um vizinho é culpado de assassinato.
  • O episódio de Psych "Sr. Yin Apresenta" fez referência aos temas de "Rear Window" quando o Sr. Yin escala Shawn como "Jefferies." Shawn faz uma imitação de James Stewart antes de tomar o seu lugar numa cadeira de rodas com vista para toda a ação. Shawn, em seguida, responde a Gus "Gus é Rear Window, eu posso ver todos vocês eu posso ver tudo, a questão é o que realmente importa."
  • O episódio de Raising Hope "Murder, ele esperava" parodia Rear Window, bem como vários outros filmes de Hitchcock.

Literatura[editar | editar código-fonte]

A história curta de Nova Ren Suma "The Birds of Azalea Street", na antologia Slasher Girls and Monster Boys, é mencionada como sendo parcialmente inspirada em Rear Window.[19]

Home media[editar | editar código-fonte]

Rear Window foi re-lançado em DVD em 4 de setembro de 2012, pela Universal Studios Home Entertainment, como um DVD widescreen de Região 1, com os itens disponíveis no lançamento de 2001 e no formato Blu-ray em 6 de maio de 2014, com os extras um pouco estendidos.

Referências

  1. «Rear Window (1954): Box Office - Budget» (em inglês). IMDb. Consultado em 02 de outubro de 2016. 
  2. «Rear Window:Domestic Lifetime Gross» (em inglês). Box Office Mojo. Consultado em 02 de outubro de 2016. 
  3. «Rear Window (1954):Critic Reviews For Rear Window» (em inglês). Rotten Tomatoes. Consultado em 02 de outubro de 2016. 
  4. Rear Window Ethics: An Original Documentary (Blu-ray) (em inglês). Universal Studios. 2012. 
  5. a b Bosley Crowther. (05 de agosto de 1954). A 'Rear Window' View Seen at the Rivoli (em inglês). The New York Times. EUA: The New York Times Company. Visitado em 03 de outubro de 2016.
  6. Dwight D. Eisenhower (05 de maio de 1953). «65 - Statement by the President on the Fund- Raising Campaign of the American-Korean Foundation.» (em inglês). presidency.ucsb.edu. Consultado em 03 de outubro de 2016. 
  7. (05 de janeiro de 1955) The Top Box-Office Hits of 1954 (em inglês). Variety. EUA: Penske Media Corporation.
  8. a b (02 de agosto de 1954) The New Pictures (em inglês). Time. EUA: Time Inc. . Visitado em 03 de outubro de 2016.
  9. William Brogdon. (14 de julho de 1954). Review: ‘Rear Window’ (em inglês). Variety. EUA: Penske Media Corporation. Visitado em 03 de outubro de 2016.
  10. Roger Ebert (07 de outubro de 1983). «Reviews: Rear Window» (em inglês). rogerebert.com. Consultado em 03 de outubro de 2016. 
  11. John Belton (2000). Alfred Hitchcock's Rear Window (em inglês) (UK: Cambridge University Press). p. 01. ISBN 9780521564533. Consultado em 08 de outubro de 2016. 
  12. «AFI's 10 Top 10» (em inglês). American Film Institute. Consultado em 09 de outubro de 2016. 
  13. Edith Honan (08 de setembro de 2008). «Spielberg ripped off Hitchcock classic: lawsuit» (em inglês). Reuters. Consultado em 09 de outubro de 2016. 
  14. «Rear Window copyright claim rejected» (em inglês). BBC News. 22 de setembro de 2010. Consultado em 09 de outubro de 2016. 
  15. «Rear Window: Video - Saturday Night Live» (em inglês). NBC. Consultado em 09 de outubro de 2016. 
  16. William Irwin, Mark T. Conard, Aeon J. Skoble (2001). The Simpsons and Philosophy: The D'oh! of Homer (em inglês) (E.U.A.: Open Court). p. 01. ISBN 9780812694338. Consultado em 09 de outubro de 2016. 
  17. Too Old to Trick or Treat, Too Young to Die (em inglês). 31 de outubro de 2000. Consultado em 09 de outubro de 2016. 
  18. Kenny Herzog (31 de janeiro de 2012). «White Collar: “Neighborhood Watch”» (em inglês). The A.V. Club. Consultado em 09 de outubro de 2016. 
  19. April Genevieve Tucholke (2015). Slasher Girls and Monster Boys (em inglês) (UK: Penguin Publishing Group). p. 27. ISBN 9780803741737. Consultado em 09 de outubro de 2016. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]