Joaquim Inácio Ramalho

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Joaquim Inácio Ramalho
Nascimento 6 de janeiro de 1809
São Paulo
Morte 15 de agosto de 1902 (93 anos)
Nacionalidade brasileiro
Ocupação jurista
professor
político

Joaquim Inácio Ramalho, primeiro e único barão de Ramalho, (São Paulo, 6 de janeiro de 180915 de agosto de 1902) foi um jurista, professor e político brasileiro.

Foi diretor da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, de 1891 e 1902, fundador do Instituto dos Advogados de São Paulo e presidente da província de Goiás.

Filho do espanhol José Joaquin de Sosa Saquette, que morreu precocemente. Casou-se com Paula da Costa Ramalho, viúva do tenente Manuel José de Brito, e cuja família criou Joaquim Inácio, motivo pelo qual mudou seu sobrenome.

Está sepultado no Cemitério da Consolação, em São Paulo.[1]


Títulos nobiliárquicos e honrarias[editar | editar código-fonte]

Foi oficial da Imperial Ordem da Rosa e agraciado com a comenda da Imperial Ordem de Cristo, além de ter sido conselheiro imperial.[2]

2.º Barão de Água Branca[editar | editar código-fonte]

Título conferido por decreto imperial em 7 de maio de 1887. Faz referência à cidade alagoana de Água Branca.

Barão de Ramalho[editar | editar código-fonte]

Título conferido por decreto imperial em 28 de maio de 1887. Substituiu o anterior por Joaquim Inácio ter declarado que somente aceitaria o baronato se esse fizesse menção à família da esposa, que o acolheu desde criança.[3]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


Precedido por
José de Assis Mascarenhas
Presidente da província de Goiás
1845 — 1848
Sucedido por
Antônio de Pádua Fleury


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