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Liberty Media

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 Nota: Para a revista feminina dos Estados Unidos anteriormente chamada Liberty Media for Women, veja Ms. (revista).
Não confundir com a empresa multinacional de telecomunicações Liberty Global.
Liberty Media Corporation
Empresa de capital aberto
CotaçãoLiberty Live Group:
NASDAQ: LLYVA (série A)
OTCQB: LLYVB (série B)
NASDAQ: LLYVK (série C)
componentes do Russell 1000: LLYVA e LLYVK

Formula One Group:
NASDAQ: FWONA (série A)
OTCQB: FWONB (série B)
NASDAQ: FWONK (série C)
componentes do Russell 1000: FWONA e FWONK
AtividadeMídia
Fundação1991
Fundador(es)John C. Malone
SedeMeridian, Colorado, Estados Unidos[nota 1]
Área(s) servida(s)Mundial
Pessoas-chaveJohn C. Malone, presidente emérito
Robert R. Bennett, presidente do conselho
Derek Chang, diretor executivo
ProdutosProdução cinematográfica
produção de televisão
radiodifusão
televisão a cabo
gestão esportiva
DivisõesVer divisões
SubsidiáriasFormula One Group
Ativos↑ US$ 44,351 bilhões (2021)[1]
Receita↑ US$ 8,696 bilhões (2021)[2]
Lucro↑ US$ 1,977 bilhão (2021)[3]
Renda líquida↑ US$ 744 milhões (2021)[4]
Antecessora(s)Tele-Communications Inc.
Sucessora(s)Liberty Interactive Corporation
Liberty TripAdvisor Holdings
Liberty Expedia Holdings
Discovery Holding Company, hoje Warner Bros. Discovery
Liberty Media International/Liberty Global
DirecTV
Liberty CapStarz
Qurate Retail Group
Starz Inc.
Liberty Spinco
Liberty Broadband
GCI Liberty, hoje Liberty Capital Corporation[5]
Atlanta Braves Holdings
Liberty Live Holdings
Websitehttps://www.libertymedia.com/
  • Notas de rodapé / referências
  • ISIN: US0477261046
    ISIN: US0477263026
    ISIN: US5312298137
    ISIN: US5312295083
    ISIN: US5312297899
    ISIN: US5312297972
    ISIN: US5312298707
    ISIN: US5312298541
    ISIN: US5312297717
    ISIN: US5312297550
    Patrimônio líquido: ↓ US$ 18,262 bilhões (2021)[6]

Liberty Media Corporation, chamada com frequência de Liberty Media ou apenas Liberty, é uma empresa estadunidense de mídia fundada por John C. Malone em 1991. A empresa tem duas divisões, representadas por ações de rastreamento separadas, que correspondem às suas participações no Formula One Group e na Live Nation Entertainment. Em 2025, a Liberty Media possuía três negócios globais de automobilismo, a Fórmula 1,[7] a MotoGP e o World Superbikes.[8]

História

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1991-1999

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A Liberty Media surgiu em março de 1991 como uma cisão da Tele-Communications Inc. (TCI), um grupo estadunidense de televisão a cabo.[9][10] Peter Barton, contratado por Malone na TCI, foi presidente até se aposentar em abril de 1997.[11] A empresa assumiu ativos da TCI que tinham pouco valor na época e, sob Barton, reuniu participações em cerca de 90 canais, avaliadas em mais de US$ 6 bilhões em 1997.[11] A Liberty voltou a ser incorporada à TCI em meados da década de 1990.[12][13]

Em 1995, a Liberty Media adquiriu uma participação de 49% no Faith & Values Channel, que mais tarde passaria a se chamar Hallmark Channel, e assumiu o controle operacional da rede, acrescentando mais programas seculares e voltados à família. O canal passou a se chamar Odyssey Network em 1996.[14] Em 13 de março de 1998, Liberty Media Group e TCI Group anunciaram a fusão de Encore e STARZ! em uma única empresa, a Encore Media Group, pertencente à Liberty. A Encore aproveitava o crescimento da televisão a cabo digital, enquanto a TCI, que antes detinha 20% da Encore, estava mais interessada na televisão a cabo tradicional.[15][16]

Depois que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos aprovou a operação sob a condição de que a TCI vendesse sua participação de 23,5% na Sprint Corporation PSC,[17] a TCI foi adquirida pela AT&T em 9 de março de 1999, por cerca de US$ 48 bilhões.[18][19] A Liberty Media foi fundida com a TCI Ventures Group LLC, que reunia os negócios de telefonia e internet da TCI, e a empresa resultante passou a fazer parte da AT&T, dando à Liberty Media US$ 5,5 bilhões para recomprar ações ou adquirir outras empresas. A AT&T comprou os demais negócios da TCI, @Home Corp., National Digital Television Center e Western Tele-Communications Inc., por US$ 2,5 bilhões em dinheiro. Malone, presidente da TCI e chefe da nova empresa, disse que os compradores não desejariam todos os ativos da TCI, mas teriam interesse na Liberty Media.[20] Malone queria criar uma unidade financeira semelhante à GE Capital, capaz de iniciar novos serviços de televisão a cabo ou internet. A TCI já planejava conversores para televisão a cabo digital.[21]

Em 28 de setembro de 1998, a Liberty Media anunciou a criação da Liberty Interactive, empresa que usaria novas tecnologias, como conversores, para desenvolver programação interativa. A empresa teria 86% da TCI Music Inc., cujos símbolos na NASDAQ eram TUNE e TUNEP. Em 1999, Lee Masters, presidente e diretor executivo da E!, tornou-se diretor executivo da empresa.[22][23]

Em 2 de junho de 1999, a Liberty anunciou que compraria a Associated Group por US$ 2,8 bilhões.[24]

Em 10 de setembro de 1999, a Liberty Media Group mudou o nome da TCI Music para Liberty Digital Inc., com o símbolo LDIG na NASDAQ, e a nova empresa passou a ser negociada no segmento National Market da bolsa. Em troca de ações da TCI Music, a Liberty Media transferiu a maior parte de seus ativos de conteúdo de internet e televisão interativa, os direitos de fornecer serviços interativos aos sistemas de cabo da AT&T, além de dinheiro e notas promissórias avaliadas em US$ 150 milhões. Masters, que se tornou diretor executivo da Liberty Digital, disse ao The Wall Street Journal que a nova empresa valia US$ 1 bilhão, dos quais US$ 650 milhões correspondiam à unidade interativa da Liberty Media, que também havia usado o nome Liberty Digital.[25] A Liberty Digital perdeu US$ 244 milhões sobre uma receita de US$ 66 milhões em 1999, em meio a investimentos nas empresas de internet homegrocer.com, drugstore.com, TiVo e iVillage, que enfrentavam dificuldades. Em agosto de 2000, comprou uma participação de 50% na Game Show Network, pertencente à Sony Pictures, por causa dos recursos interativos da rede.[26][27]

Outra empresa, a Liberty Livewire, foi criada em 2000 para reunir companhias adquiridas pouco antes pela Liberty Media, entre elas Todd-AO, comprada por US$ 92,5 milhões, Soundelux, por US$ 70,3 milhões, e Four Media, por US$ 263 milhões. Todas prestavam serviços de pós-produção.[28] David Beddow, da TCI, tornou-se diretor executivo.[29]

2000-presente

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O Discovery Channel e a QVC, da Liberty Media, continuaram com bom desempenho, mas os projetos mais novos enfrentavam dificuldades e o preço das ações da empresa caiu pela metade. Caso a AT&T aceitasse separar a Liberty Media, negócios como uma possível compra da DirecTV pela News Corp. seriam mais simples, pois a AT&T deixaria de precisar de aprovação federal para concluí-los.[30] A Liberty Media foi separada da AT&T em 10 de agosto de 2001.[31] Essa era uma das três medidas possíveis para garantir a aprovação federal da aquisição da MediaOne Group pela AT&T, avaliada em US$ 54 bilhões. As outras eram vender sua participação de 25,5% na Time Warner Entertainment e abrir mão de 11,8 milhões de assinantes de televisão a cabo.[32][33] Ainda em 2001, a Liberty Media adquiriu as parcelas restantes da Liberty Digital e da Liberty Satellite & Technology, antes chamada TCI Satellite. As duas eram empresas independentes derivadas da TCI, embora a Liberty já detivesse cerca de 90% de cada uma depois da troca por ações da Sprint PCS. A independência havia aumentado o valor de seus ativos, mas a queda das ações das duas empresas anulou esse benefício.[34][35]

Em junho de 2002, a Liberty Media comprou a Wink Communications, fabricante de conversores fundada por Brian P. Dougherty, ligado ao GEOS, por US$ 100 milhões.[36] A Liberty Media gastou depois US$ 5 bilhões em nove redes regionais de televisão a cabo na Alemanha. Além da distribuição televisiva, tinha grandes participações em outros grupos. Era, por exemplo, a maior acionista da News Corporation, embora a família fundadora de Rupert Murdoch detivesse mais ações com direito a voto, e tinha uma participação de 4% na Time Warner. Em junho de 2005, a Liberty Media International se uniu à UnitedGlobalCom, criando a Liberty Global. Em julho de 2005, as redes Discovery foram separadas como Discovery Holding Company.[37] Em maio de 2006, a Time Warner comprou a participação de 50% da Liberty Media na Court TV, hoje TruTV, por US$ 735 milhões.[38] Em 16 de maio de 2006, a IDT vendeu sua divisão IDT Entertainment à Liberty Media em troca de todas as participações da Liberty Media na IDT, US$ 186 milhões em dinheiro e a assunção das dívidas existentes. Os ativos da IDT Entertainment e a linha de canais de televisão premium do Starz Entertainment foram reunidos para produzir conteúdo destinado a todas as plataformas de distribuição, e a IDT Entertainment passou a se chamar Starz Media.[39][40]

A Liberty negociou uma troca de ativos com a News Corp. e a Time Warner que lhe daria o controle da DirecTV e do time de beisebol Atlanta Braves.[41] Em 12 de fevereiro de 2007, foi fechado um acordo com a Time Warner pelo qual a Liberty receberia o Atlanta Braves, um grupo de revistas de artesanato e US$ 1 bilhão em dinheiro em troca de 60 milhões de ações da Time Warner, avaliadas em US$ 1,27 bilhão no fechamento do mercado daquele dia.[42] O acordo foi aprovado pela Major League Baseball e concluído em 16 de maio de 2007.[43] Em 20 de fevereiro de 2008, a Comissão Federal de Comunicações aprovou a troca de 16,3% da News Corp. por 38,4% da DirecTV. O acordo de US$ 11 bilhões também deu à Liberty redes esportivas em Denver, Pittsburgh e Seattle, além de US$ 550 milhões em dinheiro.[44]

Em abril de 2007, a Liberty concluiu a compra da emissora WFRV-TV, de Green Bay, Wisconsin, e de sua estação semissatélite WJMN-TV, em Escanaba, Michigan, que atendia ao mercado de Marquette. O negócio fazia parte de uma troca de 7,59 milhões de ações ordinárias da CBS, proprietária das emissoras, que estavam nas mãos da Liberty Media. Em troca das ações, a CBS entregou à Liberty as emissoras e US$ 170 milhões em dinheiro.[45] Em abril de 2011, a Liberty anunciou que venderia a WFRV e a WJMN à Nexstar Broadcasting Group por US$ 20 milhões.[46][47]

Em 3 de setembro de 2008, a Liberty Media decidiu iniciar a separação da Liberty Entertainment para os acionistas da Liberty Media, deixando Malone como acionista majoritário da nova empresa.[48] Em 4 de maio de 2009, a DirecTV Group Inc. informou que passaria a fazer parte da unidade de entretenimento da Liberty, uma parcela da qual seria separada em uma empresa distinta chamada DirecTV. A nova empresa também adquiriria as participações de 100% da Liberty nas três redes FSN e sua participação de 50% na GSN. O restante da unidade seria negociado como Liberty Starz. A participação econômica da Liberty na DirecTV havia aumentado de 48% para quase 54%, enquanto Malone e sua família detinham 24% dos votos.[49] No mesmo dia, a Liberty anunciou que separaria a Liberty Entertainment, Inc., subsidiária que possuía os três canais Fox Sports Net, hoje Root Sports, adquiridos na troca com a News Corp., e 65% da GSN, em uma companhia distinta que se fundiria com a DirecTV Group. A participação de John C. Malone na DirecTV seria reduzida a 24%.[50] A fusão foi concluída em 19 de novembro de 2009, quando a DirecTV Group e a Liberty Entertainment se tornaram subsidiárias de uma nova empresa chamada DirecTV.[51]

Em 17 de fevereiro de 2009, a Liberty anunciou que investiria até US$ 530 milhões na Sirius XM, que enfrentava dificuldades, por meio de um acordo estruturado destinado a ajudar a empresa de rádio por satélite a evitar um pedido de proteção contra falência e cumprir suas obrigações. O acordo deu à Liberty Media dois assentos no conselho e forneceu recursos para operações e desenvolvimento. O empréstimo venceria em dezembro de 2012.[52] Em 6 de março, as duas empresas aprovaram a segunda parte do acordo. A Sirius XM recebeu imediatamente US$ 250 milhões, e a Liberty obteve 12,5 milhões de ações preferenciais conversíveis em 40% das ações ordinárias da Sirius XM.[53] Em 16 de junho de 2010, Malone trocou suas ações preferenciais da DirecTV por quantidades equivalentes de ações ordinárias, reduzindo sua participação com direito a voto na empresa de 24% para 3%. Malone deixou a presidência do conselho e encerrou sua função administrativa na DirecTV.[54] No mesmo ano, a Liberty Media anunciou que separaria a Liberty Starz e a Liberty Capital e manteria a Liberty Interactive. A empresa separada recebeu o nome Liberty CapStarz, mas passou a se chamar Liberty Media em 2011.[55][56] Na lista Fortune 500 de 2011, a Liberty Media ficou na 224.ª posição, acima da 227.ª colocação de 2010.[57][58]

Em maio de 2011, a Liberty anunciou que negociava a compra da rede de livrarias Barnes & Noble por US$ 1,02 bilhão.[59] A empresa acabou comprando 16% da Barnes & Noble na forma de ações preferenciais, por US$ 204 milhões.[60] Em 8 de agosto de 2012, a Liberty Media anunciou que separaria a Starz em uma empresa independente de capital aberto.[61] A separação da Starz Inc. foi concluída em 15 de janeiro de 2013.[62] Em março de 2013, a empresa concordou em pagar US$ 2,62 bilhões por 27,3% da Charter Communications, adquiridos da Apollo Global Management, Oaktree Capital Management e Crestview Partners. O acordo previa que a Liberty não aumentaria sua participação além de 35% antes de janeiro de 2016 e, depois disso, não ultrapassaria 39,99%.[63] Em 1 de maio, a Liberty concluiu a transação e indicou quatro diretores para o conselho da Charter.[64]

Em 2014, a Liberty Media separou a TruePosition e suas participações na Charter Communications em uma nova empresa, a Liberty Broadband.[65] No fim de 2016, a Liberty Media acertou a compra do Formula One Group por US$ 4,4 bilhões, equivalentes a £ 3,3 bilhões.[66] O negócio foi concluído em janeiro de 2017 por um total de US$ 4,6 bilhões, equivalentes a £ 3,44 bilhões.[67]

Em 17 de novembro de 2022, a Liberty Media anunciou que separaria o Atlanta Braves e seu projeto imobiliário associado, além de criar uma nova ação de rastreamento do Liberty Live Group para reunir a participação de 35% da Liberty na Live Nation Entertainment.[68] Em setembro de 2023, a Liberty Media comprou a distribuidora de ingressos e grupo de hospitalidade QuintEvents por US$ 313 milhões.[69]

Em dezembro de 2023, a Liberty Media e a SiriusXM concordaram em criar uma nova empresa de capital aberto, chamada "New SiriusXM", embora ela continuasse a operar com o nome e a marca SiriusXM. A mudança buscava simplificar a estrutura societária e dar maior flexibilidade estratégica.[70] A separação foi concluída em 9 de setembro de 2024.[71]

Em 1 de abril de 2024, a Liberty Media anunciou a compra planejada de 84% da Dorna Sports, proprietária dos direitos da MotoGP e do WSBK.[72][73]

Em 23 de junho de 2025, a Comissão Europeia autorizou a Liberty Media a adquirir a Dorna Sports. O negócio foi concluído em 3 de julho de 2025, e a Dorna passou a fazer parte do Formula One Group.[74][75][76][77]

Divisões

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A Liberty emitiu ações de rastreamento para cada uma das três divisões, e cada ação de rastreamento é dividida em três séries, A, B e C, com direitos de voto próprios. Com isso, as ações ordinárias da empresa são negociadas sob nove símbolos diferentes. Sete deles estão listados na NASDAQ e dois são negociados no mercado de balcão.[78][79]

Liberty Live Group (LLYVA/B/K)

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Formula One Group (FWONA/B/K)

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Ativos anteriores

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  • Atlanta Braves
  • Court TV, hoje TruTV, participação de 50% dividida com a Time Warner, hoje Warner Bros. Discovery. A Time Warner comprou os outros 50% da Court TV em 12 de maio de 2006 por US$ 735 milhões.[80]
  • Duas afiliadas da CBS, WFRV-TV, canal 5, em Green Bay, Wisconsin, e sua semissatélite WJMN-TV, canal 3, em Escanaba, Michigan, reunidas na empresa "WFRV and WJMN Television Station, Inc.". Foram vendidas à Nexstar Broadcasting Group.
  • DirecTV Sports Networks, proprietária da FSN Pittsburgh, FSN Rocky Mountain/FSN Utah e FSN Northwest, posteriormente AT&T SportsNet
  • Participação de 48% da Liberty na DirecTV
  • Participação de 50% da Liberty na GSN, Game Show Network
  • FUN Technologies, incluindo Fanball
  • Overture Films
  • Starz Entertainment, incluindo Starz e Encore, com 75%, e The Weinstein Company, com 25%. A Starz foi separada como Starz Inc. em 15 de janeiro de 2013. Foi adquirida pela Lionsgate em 8 de dezembro de 2016, mas separada oito ou nove anos depois.
  • Sportsnet, antes CTV Sportsnet, participação de 20%. A empresa passou a pertencer integralmente à Rogers Media, do Canadá.[81]
  • MacNeil/Lehrer Productions, participação de 67%, vendida à WETA-TV, emissora da PBS em Washington, D.C.
  • TruePosition, empresa que fornecia dados de localização a órgãos de segurança pública e agências de segurança
  • Participação de 35% da Liberty na BET com Robert Johnson, vendida à Viacom, hoje Paramount Skydance, em 2001, junto com a participação de Johnson
  • Participação de 35% da Liberty na Telemundo com a Sony Pictures, vendida à NBC em 2001
  • Sirius XM (83%), separada em 2024

Controvérsias

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A Liberty Media passou a ser pressionada pela People for the Ethical Treatment of Animals (PETA) por causa da GCI, uma subsidiária da Liberty Broadband sediada no Alasca. A GCI patrocina a Iditarod, corrida de trenós puxados por cães no Alasca que perdeu participantes e patrocinadores ao longo dos anos.[82] Mais de uma dezena de empresas, entre elas ExxonMobil, Alaska Airlines e Chrysler, deixaram de patrocinar a Iditarod em meio a campanhas da PETA sobre as condições enfrentadas pelos cães durante as corridas e nos intervalos entre elas.[83] Defensores dos animais pediram a Greg Maffei, então diretor executivo da Liberty Media, que encerrasse o patrocínio da GCI à Iditarod.[84] Maffei não havia divulgado uma declaração sobre o patrocínio da GCI. A PETA afirma que mais de 150 cães morreram durante a Iditarod e que esse número não inclui animais que, segundo a organização, são mortos fora da temporada por não serem rápidos ou aptos o bastante.[85]

Ver também

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Notas

  1. A designação postal de Englewood, cidade no vizinho Condado de Arapahoe, é usada no endereço postal da empresa.

Referências

  1. «2021 Annual Report» (PDF) (em inglês)
  2. «2021 Annual Report» (PDF) (em inglês)
  3. «Inline XBRL Viewer» (PDF) (em inglês)
  4. «2021 Annual Report» (PDF) (em inglês)
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  6. «2021 Annual Report» (PDF) (em inglês)
  7. «Liberty Media Corporation Series A Liberty Formula One». Forbes (em inglês). Consultado em 25 de março de 2024. Cópia arquivada em 25 de março de 2024
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Ligações externas

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