Luís Seoane

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Text document with red question mark.svg
Este artigo ou secção contém fontes no fim do texto, mas que não são citadas no corpo do artigo, o que compromete a confiabilidade das informações. (desde fevereiro de 2013)
Por favor, melhore este artigo introduzindo notas de rodapé citando as fontes, inserindo-as no corpo do texto quando necessário.
Luís Seoane

Luís Seoane López (Buenos Aires, 1 de Junho de 1910Corunha, 5 de Abril de 1979) foi um editor, escritor, jornalista, gravador e sobretudo pintor galego.

Vida[editar | editar código-fonte]

Nascido em Buenos Aires em 1910, filho de emigrantes, veio de criança para Galiza. Fez Direito em Santiago de Compostela, onde participou na atividade política e cultural estudantil.

A partir de 1931 exerceu de advogado trabalhista na Corunha. Em 1934 afilia-se ao Partido Galeguista. Em 1936 participou na campanha do Estatuto de Autonomia, passando à clandestinidade quando o golpe de estado do 18 de Julho até que em 1937 pôde exilar-se a Buenos Aires via Lisboa. Ali fixou sua residência, trabalhando no consulado republicano.

Foi o promotor de muitas empresas culturais, da emigração e do interior (revistas como Galiza Livre, a imprensa Resol em Santiago de Compostela junto a Arturo Cuadrado; editoriais como a Losada; o Laboratório de Formas da Galiza, junto a Isaac Díaz Pardo, do qual nascerá o complexo de Sargadelos, etc.).

Regressou a Espanha em 1960. Nas últimas décadas da sua vida, alternou a residência na América com viagens a Galiza. Morreu na Corunha em 1979.

Foi-lhe dedicado o Dia das Letras Galegas em 1994

Obra pictórica[editar | editar código-fonte]

Sua obra como artista gráfico foi importantíssima: gravador, desenhista, pintor... Luís Seoane é um dos maiores plásticos galegos, o mais completo e conhecido. Sua obra pictórica reflete esse amor a Galiza e sua ânsia por recuperar paisagens, símbolos e personagens galegos para fazê-los universais. De tendência expressionista e próxima à abstração, sua obra foi exposta em Buenos Aires, Montevidéu, Londres, Nova York, Veneza, México, Bruxelas, Hamburgo...

Obra escrita[editar | editar código-fonte]

Obra em galego[editar | editar código-fonte]

Poesia[editar | editar código-fonte]
Narração[editar | editar código-fonte]
  • Tres follas de ruda e un allo verde (inédito). Publicado em tradução castelhana: Tres hojas de ruda y un ajo verde (Buenos Aires, Ediciones Botella al Mar, 1948)
Teatro[editar | editar código-fonte]
  • A soldadeira (inédita). Publicada em tradução castelhana: La soldadera (Buenos Aires, Editorial Ariadna, 1957)
Ensaio[editar | editar código-fonte]
Gravados e desenhos com textos literários[editar | editar código-fonte]

Obra em castelhano[editar | editar código-fonte]

  • 13 Estampas de la traición, Buenos Aires, edição de autor, (1937)
  • Homenaje a la Torre de Hércules, (1945)

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • DÍAZ, María América. Luis Seoane. Notas ás súas cartas a Díaz Pardo 1957-1979. [S.l.: s.n.], 2004. ISBN 84-8485-141-9

Ligações externas[editar | editar código-fonte]