TV Brasil

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TV Brasil
Empresa Brasil de Comunicação S.A. - EBC
Tipo Rede de televisão pública aberta
País Brasil
Fundação 2 de dezembro de 2007 (13 anos)
Pertence a Empresa Brasil de Comunicação (Governo do Brasil)
Presidente Glen Lopes Valente
Cidade de origem Brasília, DF
Sede Brasília, DF[1]
Estúdios Brasília, DF
Rio de Janeiro, RJ
Slogan #vemver
Formato de vídeo 1080i (HDTV)
Audiência 0,25 pontos (fevereiro de 2020)
(no Painel Nacional da Televisão)[2]
Canais irmãos Rádios EBC
Cobertura Cerca de 90% do território nacional
Emissoras próprias
Emissoras afiliadas ver lista de emissoras
Cobertura internacional ver TV Brasil Internacional
Página oficial tvbrasil.ebc.com.br
Disponibilidade aberta e gratuita
Digital
Disponibilidade por satélite
Claro TV
Canal 9
Sky
Canal 23
Oi TV
Canal 20 / 21
BluTV
Canal 203
Vivo TV
Canal 199 / 234
Algar TV
Canal 695
Nossa TV
Canal 18
Star One C2
3755 MHz @ 7500 ksps, Horizontal (SDTV)
3747 MHz @ 7500 ksps, Horizontal (HDTV)
Disponibilidade por cabo
Claro TV
Canal 531
Vivo TV
Canal 503
BVCi
Canal 112
CaboNNet
TCM
Canais 22.1 e 226
Cabo Telecom
Canal 111
TVN
Canal 7 (São Luís)
Canal 29 (Canoas)
TV Alphaville
Canal 304
MultiPlay Telecom
Canal 8
SGC A Cabo
Canal 6
Oi TV
Canais 20 e 25
Disponibilidade digital
Website oficial
Simulcast
TV Brasil Play
Google Play
App Store

TV Brasil é a rede de televisão pública do Executivo Brasileiro. Pertence à Empresa Brasil de Comunicação (EBC) que, por sua vez, é operada pelo Governo Federal. Sua matriz está localizada em Brasília, e conta com uma sucursal no Rio de Janeiro, além de mais uma filial em São Paulo e cobertura em mais de 22 estados, onde operam suas afiliadas, todas componentes da Rede Pública de Televisão.

A emissora foi criada em dezembro de 2007 a partir da fusão entre a Radiobrás e a Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto, mantenedoras da TV Nacional e da TVE Brasil, respectivamente, para prestar serviços à futura EBC, herdando o sinal das duas emissoras e o da TVE Maranhão, de propriedade do governo brasileiro. No Governo Michel Temer, o regimento da EBC foi alterado através da Medida Provisória nº 744 de 1 de setembro de 2016,[3] transformando a emissora em uma empresa estritamente estatal,[4][5] ou seja, completamente subordinada ao governo, decretando o fim de seu Conselho Curador e dando total poder ao Conselho de Administração, formado por seis indicados do governo e um empregado.[6] Segundo a Folha de S. Paulo, a intromissão do governo na emissora teria começado em 2011 e se acentuado sob a gestão de Edinho Silva, enquanto ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social.[7]

A TV Brasil é regida pelo Manual de Jornalismo da EBC. Estão entre os princípios: fomento à construção da cidadania e à participação da sociedade; garantia da expressão da diversidade social, cultural, regional e étnica; autonomia para definir a produção, programação e veiculação de conteúdos. O manual dispõe também de orientações para temas e situações específicas, como cobertura eleitoral e política, economia, meio ambiente, esportes, entre outros. A programação é diversificada, com produtos televisivos sobre música, culinária, história, desenhos animados, telejornais e programas esportivos.

História[editar | editar código-fonte]

2007–10[editar | editar código-fonte]

2007

Em maio de 2007, foi anunciado que o Governo do Brasil planejava criar uma rede de televisão pública com programação gerada a partir da capital federal Brasília e das cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, que recebeu TV Brasil como nome. Para tal, seria realizada uma fusão entre a TV Nacional, pertencente à Radiobrás, e da TVE Brasil, mantida pela Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto (ACERP), das quais equipes e espaços seriam utilizadas pela futura rede. O responsável por gerir o projeto foi Franklin Martins, então ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.[8]

Em 10 de outubro, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou medida provisória que criou a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), integrando os veículos da Radiobrás e da ACERP, como as rádios Nacional e MEC, a TV Nacional do Brasil (NBR) e a TVE Maranhão — esta também faria parte da formação do novo canal. A empresa teria um conselho curador composto por quinze membros da sociedade civil, quatro representantes do governo e um indicado dos empregados, e seria financiada por recursos públicos, doações e patrocínios. Seu orçamento seria de R$ 350 milhões.[9] Em 24 de outubro, a medida provisória torna-se o Decreto n.º 6.246, instituindo definitivamente a criação da EBC, publicado no Diário Oficial da União no dia seguinte.[10]

A TV Brasil foi inaugurada ao meio-dia de 2 de dezembro em Brasília, no Rio de Janeiro, em São Paulo e em São Luís (MA). A data foi escolhida por ser a de lançamento, na capital paulista, do sistema de transmissão digital de televisão no país. Durante o período pós-estreia, sua grade de programação, improvisada, era composta por atrações da Nacional e da TVE. Sua primeira e até aquele momento única produção própria foi o Repórter Brasil, telejornal apresentado em duas edições direto das três primeiras capitais.[11]

2008
Microfone e canopla da emissora em 2008

Até o fim de 2008, apenas Rio de Janeiro, Brasília e São Luís podiam sintonizar a TV Brasil em canal aberto analógico. O sinal aberto chegou a ser disponibilizado em São Paulo, mas sofreu interferências provocadas por uma companhia telefônica, obrigando a mudança para o canal 62.

Em 2008, a emissora passou a cobrir eventos como o carnaval em Recife e em Salvador e festas juninas na Bahia, em Pernambuco e em Sergipe, com o auxílio de suas afiliadas. A emissora transmitiu as cerimônias de abertura e de encerramento dos Jogos Paralímpicos de 2008.

A emissora também fez coberturas integradas com outros veículos da EBC como nos Jogos Olímpicos[12] e nas Eleições 2008.[13]

Ainda no primeiro semestre de 2008, o então editor-chefe do telejornal "Repórter Brasil", Luís Lobo, foi demitido. Na época, Lobo acusou o governo federal de interferir na divulgação de assuntos contrários ao governo. O conselho curador da TV Brasil refutou as acusações de Lobo.[14]

Em 3 de dezembro de 2008, comemorando um ano da TV Brasil, a emissora inaugurou seu canal digital em São Paulo.[15] Nessa data estreou também uma nova logomarca que ficaria até julho do ano seguinte.

2009

O ano de 2009 da TV Brasil começa com a primeira afiliação, ao ganhar cobertura no estado de Tocantins e sudoeste do Maranhão: a TV Palmas, que lidera a Rede Sat Tocantins, em 1 de janeiro, depois de se afiliar à TV Cultura por 12 anos (1996-2008).

Em 24 de julho, começaram a ser veiculadas as primeiras vinhetas da nova programação visual concebidas pelo designer austríaco Rudi Bohm. Uma das características do projeto é a utilização de vinhetas conceituais, usadas para programas que aglutinam o mesmo tipo de informação e demonstram que a TV Brasil investe em temas que devem diferenciar sua programação.

Em outubro, a TV Cultura do Amazonas (atual TV Encontro das Águas) também passa a transmitir a programação da TV Brasil no lugar da programação da TV Cultura. Ao contrário da TV Palmas (atual TVE Tocantins), não tem cobertura em todo o Estado do Amazonas, apenas em Manaus e em Itacoatiara (através do canal 3).

Em 16 de outubro, a então presidente da EBC, Tereza Cruvinel, anunciou a criação do canal internacional, voltado para emigrantes e a África foi o primeiro continente a receber as transmissões, em 2010.[16]

2010

Em janeiro de 2010, a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius recusa a oferta da TV Brasil, em transmitir de graça no Estado através da TVE RS. A governadora preferiu pagar R$ 20 mil por mês para veicular programas da TV Cultura, de São Paulo. A recusa é em represália por conta das reportagens do escândalo de corrupção no governo local dado em destaque pela emissora.

Em 9 de fevereiro, na coletiva de imprensa, após o anúncio do reajuste de 2010 do piso salarial regional, o governador de São Paulo José Serra irritou-se com a pergunta da jornalista da TV Brasil, sobre a falta d'água na capital paulista e questionando como Serra via o fato de 750 mil pessoas estarem há três dias sem abastecimento. O governador respondeu que a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) estava fazendo o possível para consertar a adutora rompida, que terminariam em 48 horas, que não consertaram e que não tem previsão. Serra passou a criticar a emissora: "Espero que a TV Brasil tenha o mesmo interesse (que tem por São Paulo) por cada Estado e cada município." Questionado por outra jornalista, se sentia-se perseguido pela TV Brasil, o governador paulista respondeu: "Não, de forma nenhuma. Pelo contrário. É um interesse grande que eu gostaria que fosse disseminado por todo lado. Espero que essa disseminação seja total, não sempre parcial como tem sido.".[17]

Entre 12 a 16 de fevereiro, a emissora retransmite o Carnaval de Salvador, através da TVE Bahia.

O ministro da Secretaria de Comunicação Social Franklin Martins, o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente da EBC Tereza Cruvinel no lançamento da TV Brasil Internacional em 2010

Em 3 de maio, a emissora começa a operar oficialmente a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), formada pelos quatro canais da EBC, sete emissoras universitárias e 15 estações estaduais.[18]

Em 13 de maio, foi anunciado o início das operações da TV Brasil Internacional a partir de 24 de maio, pela África, como previsto. Com um evento realizado no Itamaraty, foi realizada uma conversa ao vivo entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente de Moçambique, Armando Guebuza, em Maputo. O canal só não estará disponível em cinco países do continente: Egito, Líbia, Argélia, Tunísia e Marrocos. O início pela África foi justificado por ser o primeiro contrato fechado de retransmissão local por cabo, com a distribuidora Multichoice. Diferentemente de outras estações internacionais, que transmitem nos seus idiomas, mas com legendas em línguas dos países receptores, neste momento inicial, não haverá legendas.[19][20]

A partir de 9 de outubro, a TV Brasil começa a transmitir as quartas de final do Campeonato Brasileiro de Futebol da Série C com exclusividade para todo o Brasil, em parceria com a CBF, sendo a primeira emissora pública em canal aberto a exibir a terceira divisão do Campeonato Brasileiro.

2011–15[editar | editar código-fonte]

2011

A TVE RS, agora sob o governo de Tarso Genro, aceita entrar na Rede Pública de Televisão e retransmitir gratuitamente grande parte da programação da emissora.

Em 3 de fevereiro, o repórter Corban Costa e o repórter cinematográfico Gilvan Rocha, que estavam cobrindo a onda de protestos contra o presidente do Egito, Hosni Mubarak, foram presos, interrogados e passaram uma noite dento de uma sala sem comida, água ou janelas. Seus equipamentos foram apreendidos e os dois foram obrigados a assinar um documento para que os dois retornassem ao Brasil.[21]

Desde julho, a rede transmite com exclusividade em TV Aberta os Jogos Mundiais Militares de 2011, que é um preparativo para as Olimpíadas 2016, e a Série C 2011, em conjunto com a maioria das afiliadas públicas.

No dia 1º de novembro, encerrou-se o mandato da diretora-presidente da EBC, Tereza Cruvinel, iniciado em 2007. Para o seu lugar, foi nomeado o jornalista Nelson Breve.[22]

2012-2014

Entrada da sede da EBC no Rio de Janeiro em 2012

Até maio de 2012, a TV Brasil Internacional alcançava 68 países, incluindo Portugal, Estados Unidos, Japão, países da América Latina e da África. A meta é chegar a várias cidades da Europa com grande concentração de brasileiros como Londres, Madrid, Barcelona, Paris, Viena e Bruxelas ainda em 2012.

Em 10 de junho de 2013, o antigo EsporTVisão, programa esportivo criado ainda na TV Educativa do Rio de Janeiro e adquirido pela TV Brasil com incorporação da Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto, vai ao ar pela última vez, em sua 546ª edição, para dar lugar ao programa No Mundo da Bola[23]. O No Mundo da Bola estreia no dia 16 de junho de 2013, com exibição aos domingos, às 21h, e às segundas, às 22h. Em formato de mesa redonda, é apresentado por Sérgio du Bocage e comentado por Márcio Guedes.

Logotipo utilizado entre 2012 e 2019

Em 3 de novembro de 2013, a emissora conseguiu, pela primeira vez em sua história, a liderança de audiência em uma capital brasileira. O feito ocorreu no Recife, durante transmissão da partida da Série C, a partida rendeu 20 pontos de audiência para a TV Universitária contra 8 pontos da Rede Globo (TV Globo Nordeste), a partida assegurou a volta do Santa Cruz à segunda divisão do Campeonato Brasileiro.[24]

A TV Aldeia, de Rio Branco, no Acre passa a se afiliar a TV Cultura deixando a TV Brasil sem sinal no estado do Acre.

2015

Com a adoção do lema "O ano do esporte na TV Brasil", passa a transmitir os campeonatos disputados pela Seleção Brasileira de Futebol como o Copa do Mundo FIFA de Futebol de Areia de 2015 disputado em Portugal, a Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2015, disputado no Canadá e o Campeonato Mundial de Futebol Sub-20 de 2015 disputado na Nova Zelândia.

No dia 12 de agosto, Nelson Breve Dias teve o mandato encerrado e assume como novo presidente Americo Martins que desde a nomeação de Breve como Secretário de Imprensa da Presidência da República, assumia interinamente a presidência.[25]

No dia 11 de agosto, anunciou a transmissão do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino.[26] Em 17 de agosto, perde a Rede Cultura do Pará, que volta a retransmitir a TV Cultura de São Paulo, mesmo assim, a emissora ainda exibe alguns dos seus programas, apenas de segunda a sexta, entre o horário das 16:00 às 18:30.[27] Em 27 de setembro passou a exibir o Campeonato Brasileiro da Série D com o jogo entre Botafogo-SP e CRAC [28] Em 30 de setembro, a emissora anuncia que passará a transmitir o Campeonato Brasileiro da Série B a partir de 2016, tornando-se o único canal a transmitir divisões inferiores do Campeonato Brasileiro.[29]

Em 1º de outubro, a emissora anuncia mudanças na programação, entre elas: a volta da telenovela Windeck, e também passará por mudanças no visual com cores mais vivas, tornando-o mais jovem, alegre e atual. O objetivo é aproximá-la mais do seu público. Esse mesmo conceito será aplicado ao site da emissora, tornando-o mais atraente.[30] Em 24 de outubro, a emissora passa a exibir as últimas partidas do Campeonato Brasileiro da Série B com o jogo Botafogo e Clube Náutico Capibaribe[31]

2016–18[editar | editar código-fonte]

2016

Em 15 de fevereiro de 2016, a TVE MS deixou de retransmitir a programação da TV Brasil, e a justificativa era de que a emissora não cumpria com seu papel principal, que era transmitir informação e conteúdo educativo em toda sua grade, além de não ter uma programação de qualidade, usando como modelo na discussão a TV pública de São Paulo (TV Cultura), onde foi considerada pela BBC de Londres a 2 melhor emissora do mundo e a 1 das Américas em programação educativa e de qualidade. Logo com a reestruturação da emissora pública sul-matogrossense, foram feitas reuniões com os executivos representantes da Fundação Padre Anchieta, onde fizeram acordos de cabeça de rede no Mato Grosso do Sul, incluindo a multiprogramação, onde a emissora estadual já está autorizada em utilizar. No início, a programação da emissora paulista era exibida parcialmente, misto com a TV Brasil, mas atualmente não retransmite a programação da emissora pública carioca, deixando apenas programas educativos independentes, próprios e a programação da emissora paulista.

Em janeiro, anuncia a transmissão do Desfile das campeãs em parceria com a Globo,[32] que cede também o grupo de acesso e as campeãs paulistas, além de exibir o Carnaval da Bahia.[33]

No dia 2 de janeiro, a emissora anunciou a transmissão da Copa São Paulo de Futebol Júnior.[34] Em 19, 21 e 23 de janeiro, a emissora passou a exibir a Copa Brasil de Voleibol Masculino, com semifinais e final[35] . No final de janeiro, a emissora passou a transmitir os Campeonato Paulista de Futebol de 2016 - Série A2 e Campeonato Paulista de Futebol de 2016 - Série A3 [36]

Em 2 de fevereiro, foi anunciada a saída de Américo Martins da presidencia da EBC.O ex-presidente disse que saiu por motivos pessoais. [37] Em 28 de março a presidente Dilma Rousseff nomeia Pedro Varoni como novo diretor-presidente da EBC.[38] No dia 15 de fevereiro, a emissora perde seu sinal em Mato Grosso do Sul, após a TVE MS se afiliar a TV Cultura. Em 3 de maio, Dilma Rousseff nomeia Ricardo Melo.[39] Melo ficou por duas semanas até ser exonerado por Michel Temer.[40] Em seu lugar, assumiu Laerte Rímoli, que fez reformulações, demitindo medalhões como Tereza Cruvinel, Emir Sader, Paulo Moreira Leite, Albino Castro e Mariana Kotscho.[41] Em 2 de setembro, devido a mudanças no estatuto da EBC proposta numa medida provisória pelo presidente da Câmara e presidente em exercício da república, Rodrigo Maia exonerou Ricardo Melo.[42] Horas depois a decisão foi revogada.[43] Uma liminar no STF reconduziu em 8 de setembro por liminar do STF Laerte Rimoli a EBC.[44]

Entre os dias 7 e 18 de setembro, transmitiu os Jogos Paralímpicos de Verão de 2016, em conjunto com o SporTV e TV Cultura.[45][46] Com o slogan "O canal das Paraolimpíadas", exibiu, no período, cerca de 10 horas diárias de programação dedicada, exclusivamente, ao evento. Além das competições ao vivo, exibiu reportagens jornalísticas e transmitiu as cerimônias de abertura e de encerramento.[47]

Em 7 de dezembro de 2016, foi anunciado a demissão da apresentadora Leda Nagle.[48][49]

No dia 6 de março, estreia o programa esportivo Stadium, uma revista semanal integrada à programação da TV Brasil após a incorporação da TVE Rio de Janeiro. Existente desde 1977, é o programa mais antigo em atividade na TV brasileira, quando se considera apenas o telejornalismo esportivo. O Stadium tem como foco: os esportes olímpicos e paraolímpicos, com objetivo de apresentar o que movimenta o mundo do esporte e de abrir espaços para atletas considerados grandes promessas para o país[50].

Exibido de segunda a sábado, às 21h, é apresentado ao vivo pelo jornalista Paulo Garritano e conta com pelo menos um convidado para um bate-papo informal. As edições contam com um intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Em 22 de novembro, os funcionários da EBC divulgaram uma nota de repúdio aos ataques racistas do presidente da empresa, Laerte Rímoli, à Taís Araújo e à seu filho.[51] O documento é endossado pelos sindicatos dos jornalistas de São Paulo, Rio de Janeiro e do Distrito Federal. Rímoli usou as redes sociais para compartilhar memes que ironizavam a declaração da atriz sobre o racismo cotidiano sofrido pelo seu filho. Para os funcionários, "Rímoli não desrespeitou só a atriz Taís Araújo, mas toda sociedade brasileira e a própria EBC". "Esse comportamento deplorável vai contra o posicionamento dos empregados e empregadas, que sempre lutaram por uma comunicação pública diversa, inclusiva, livre de preconceitos", diz um trecho da nota. Os funcionários dizem ainda que a postura de Rímoli fere os códigos de ética dos servidores públicos e dos jornalistas e exigiram o seu afastamento.

No dia seguinte, o ator Pedro Cardoso foi convidado para participar de uma entrevista ao vivo no programa Sem Censura, e ao vivo, falou: "Eu não vou responder esta pergunta e nem nenhuma outra porque quando cheguei aqui, hoje, encontrei uma empresa que está em greve, e não participo de programas de empresas que estão em greve", se referindo à greve dos funcionários para pedir o afastamento de Laerte Rímoli da presidência da empresa.[52] Após isso, Pedro anunciou sua saída, pedindo desculpas à apresentadora e a todos que estavam presentes, e os cumprimentando, se retirando do estúdio do programa.

Neste ano, a TV Brasil exibe, com exclusividade, o Campeonato Brasileiro de Futebol da Série C e o Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino[26].

A emissora lança sua nova programação em 19 de fevereiro, mudando os horários de seus programas e ampliando a programação infantil até às 17h15, com a estreia de O Diário de Mika e também dos desenhos Godofredo, Osmar, A Primeira Fatia do Pão de Forma, e As Aventuras de Fujiwara Manchester, além de estrear os programas Viralizando, apresentado pelo youtuber Alan Ribeiro, e também de Antenize, com apresentação de Karina Cardoso, e a segunda temporada da minissérie Natália[53].

Em 2 de maio de 2018, o embaixador Alexandre Parola assume como presidente da empresa, no lugar de Laerte Rímoli.[54] Parola ficou pouco tempo no cargo, saindo em outubro.[55]

2019–presente[editar | editar código-fonte]

Em 22 de fevereiro de 2019, o administrador de empresas Alexandre Henrique Graziani é indicado pelo presidente da república Jair Bolsonaro, para ser o novo presidente da emissora.[56] Em 10 de abril de 2019, a TV Brasil anunciou uma nova programação e uma nova logo, substituindo a TV NBR, devido a cortes de gastos do Governo Federal.[57]Em 19 de agosto de 2019, a TV Brasil anunciou a transmissão dos jogos da Copa Verde de Futebol, em parceria com a Rede Cultura do Pará.[58] Até setembro de 2019, a TV Brasil perdeu 25% da audiência.[59]

Em 10 de dezembro, a EBC encerrou suas operações no estado do Maranhão, e passou o controle da TV Brasil Maranhão para o Instituto Federal do Maranhão por um prazo de 30 anos, da mesma forma que outros veículos de comunicação gerenciados no modelo da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP). A TV Brasil Maranhão, portanto, deixou de ser uma emissora própria da TV Brasil, que passou a ter operações apenas em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo.[60] Em 22 de junho de 2020, Mux da EBC altera o canal virtual de 62.x para 1.x. em São Paulo. Em agosto de 2020, foi nomeado José Emílio Ambrósio,com passagens pela RedeTV!, Rede Bandeirantes e Rede Globo.[61][62]

Em maio de 2020, a emissora passa a transmitir a Liga Nacional de Futsal.[63]Em 30 de setembro assumiu a presidência da EBC Glen Valente ex-SBT, em substituição a Ambrósio,que foi vetado pelo Governo Federal.[64][65]

Em abril de 2021, a TV Brasil reposiciona sua programação e reformula o jornalismo, retomando os telejornais locais em Brasília, Rio e São Paulo, integrando com a Rádio Nacional de Brasília nas manhãs e transferindo o Sem Censura, que desde 1985 era produzido no Rio de Janeiro, agora passa a ser gravado em Brasília. Também foi estreado na emissora a reexibição de Os Dez Mandamentos, novela protestante da RecordTV.

Orçamento e controle[editar | editar código-fonte]

Tereza Cruvinel, ex-presidente da TV Brasil, em 2007

A EBC está vinculada ao Ministério das Comunicações. Sua sede fica em Brasília, com filiais no Rio de Janeiro, São Paulo e São Luís.[66]

A empresa é responsável pela TV Brasil, TV Brasil Internacional, rádios Nacional do Rio de Janeiro, AM e FM de Brasília, da Amazônia e do Alto Solimões, Rádios MEC AM e FM do Rio de Janeiro e Rádio MEC AM de Brasília, Agência Brasil e a Radioagência Nacional.

O financiamento da EBC vem do Orçamento Geral da União, além de verbas obtidas pela venda de programas, licenciamento de marcas, doações, publicidade institucional, patrocínio de programas e prestação de serviços a organismos públicos e privados.[67]

Em 2008, o orçamento da EBC foi de R$ 350 milhões.[68]

Em 2009, o orçamento foi de R$ 387,4 milhões. Em 2010, de R$ 488,2 milhões, e em 2011, de R$ 430,4 milhões.

Como as demais empresas públicas, a EBC é fiscalizada externamente pela Secretaria de Controle Interno da Presidência da República (CISET/PR) e pelo Tribunal de Contas da União – TCU.

Programas[editar | editar código-fonte]

  • Acervo Musical
  • Atos
  • Brasil Caipira
  • Brasil em Dia
  • Brasil em Pauta
  • Brasil Sobre Duas Rodas
  • Brasil Visto de Cima
  • Caminhos da Reportagem
  • Cai no Vestibular
  • Cena Instrumental
  • Ciência é Tudo
  • Cine Nacional
  • Cine Retrô
  • Conexão Ciência
  • Conhecendo Museus
  • Curta Temporada
  • Faróis do Brasil
  • Fortes do Brasil
  • Governo Agora
  • Impressões
  • Meu Pedaço do Brasil
  • No Mundo da Bola
  • Nova Amazônia
  • Partituras
  • Recordar é TV
  • Repórter Brasil
  • Repórter Brasil Tarde
  • Repórter DF
  • Repórter Nacional
  • Repórter Rio
  • Repórter São Paulo
  • Repórter Visual
  • Programa Especial
  • Saiba Mais
  • Samba na Gamboa
  • Sem Censura
  • Sessão Família
  • Shows Mais Brasil
  • Stadium
  • Todas as Bossas
  • TV Brasil Animada
  • Vida + Leve

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Proselitismo religioso[editar | editar código-fonte]

Em abril de 2020, a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) criticou a TV Brasil por ter dado espaço ao "proselitismo" religioso do presidente Jair Bolsonaro:

Viés de informação[editar | editar código-fonte]

Em 10 de julho de 2020, o Aos Fatos publicou uma investigação mostrando que a TV Brasil, e outros veículos de comunicação do governo do Brasil, que pertencem a EBC, está promovendo medicamentos sem eficácia comprovada para tratar COVID-19. As drogas promovidas são defendidas pelo presidente Jair Bolsonaro.[70] A TV Brasil também transmitiu programas do canal Brasil Paralelo, um canal do YouTube que é próximo do governo.[71]

Jogo do Brasil e propaganda política[editar | editar código-fonte]

Em 13 de outubro de 2020, a TV Brasil transmitiu o jogo do Brasil X Peru. Nas redes sociais, a partida foi alvo de críticas, após o narrador André Marques dizer: "E um abraço especial ao presidente Jair Bolsonaro, que está assistindo ao jogo. Um abraço, presidente!". Rodrigo Mattos, colunista do UOL Esporte no YouTube, chamou o jogo de "instrumento de propaganda do governo Bolsonaro" e que no intervalo do jogo foram apresentados "noticiários/divulgação de feitos do governo" com membros políticos. Ainda segundo Mattos, as falas do narrador André Marques, agradecendo a políticos, pareciam que estavam sendo lidas.[72] Em rede social, Ricardo Noblat chamou o canal de "chapa branca". Renato Souza, do Correio Braziliense disse que a "TV pública brasileira está parecendo o canal estatal da Coreia do Norte." O Antagonista reportou que o clima do jogo parecia o mesmo do Pra Frente, Brasil, uma das propagandas da ditadura militar brasileira: "O clima de 'Pra frente, Brasil' refletiu-se até no resultado, que foi igual ao da partida do Brasil contra o Peru na Copa de 1970: 4 a 2. (...) Só faltou o Pelé. E o pau-de-arara. Mas a gente ainda chega lá."[73][74] O jornalista esportivo Tiago Maranhão questionou quem pagou o jogo, se a negociação foi feita com a CBF e se o Brasil virou Venezuela.[75] Mais tarde, foi divulgado que a CBF tinha comprado o jogo e cedeu gratuitamente a transmissão à TV Brasil.[72]

A oposição política pediu que o Ministério Público Federal (MPF) e o Tribunal de Contas da União (TCU) investigue a EBC por promover o presidente Jair Bolsonaro no jogo do Brasil.[76]

Ajuda à canal Bolsonarista[editar | editar código-fonte]

Em 4 de dezembro de 2020, O Estado de S.Paulo revelou detalhes das investigações feitas pela Polícia Federal sobre influenciadores que teriam ganhado dinheiro com ajuda do Palácio do Planalto. Em trecho da reportagem, um depoente declarou que o canal Bolsonarista "Foco do Brasil" recebeu ajuda de funcionários da EBC e da TV Brasil para ter acesso via satélite a imagens oficiais do governo como se fosse um canal de televisão. Procurada pelo jornal, a TV Brasil disse que cede o acesso das imagens do satélite a veículos de imprensa, mas se recusou a informar quais canais do YouTube utilizam ele.[77]

Prêmios[editar | editar código-fonte]

Prêmio Vladimir Herzog
Menção Honrosa do Prêmio Vladimir Herzog por Vídeo
Ano Obra Veículo de mídia Autor Resultado
2018 "Defensores sob Ameaça" TV Brasil

Guará/DF

Mariana Fabre e Equipe: Marcelo Castilho, Pollyane Marques, Samantha Oliveira, Tatiane Costa, Sigmar Gonçalves, André Rodrigo Pacheco, Francislene de Pa Venceu[78]
2019 "O Paciente Invisível" TV Brasil – São Paulo/SP Aline Beckstein, Bianca Vasconcellos, Thaís Rosa, Paula Abritta, Eduardo Viné Boldt, William Sales, Jefferson Pastori, João Marcos Barboza, Maikon Matuyama, Rodger Kenzo, Adriana Vanin, Lucas Souza Pinto, Caio Araújo, Ivan Meira, João Batista Lima, Wladimir Ortega Venceu[79]
Prêmio Vladimir Herzog de Documentário
Ano Obra Veículo de mídia Autor Resultado
2016 “Mulheres do Zika” TV Brasil – Brasília/DF Luana Ibelli (Luana Fernanda Ibelli) e Débora Brito (Débora Teles de Brito) Venceu[80]
Menção Honrosa do Prêmio Vladimir Herzog por Reportagem de TV
Ano Obra Veículo de mídia Autor Resultado
2015 “A questão racial – da ditadura à democracia” TV Brasil (DF) Débora Brito Venceu[81]
Menção Honrosa do Prêmio Vladimir Herzog por Documentário
Ano Obra Veículo de mídia Autor Resultado
2016 “Racismo na Escola” TV Brasil – São Paulo/SP Venceu[80]
Menção Honrosa do Prêmio Vladimir Herzog por Documentário de TV
Ano Obra Veículo de mídia Autor Resultado
2014 "A Pele Negra" TV Brasil e EBC Bianca Vasconcellos e equipe Venceu[82]
Outros
  • 2019: 7º Prêmio Abear de Jornalismo, da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), na categoria Competitividade, pela série de reportagens Mudanças na Aviação, tansmitidas no Repórter Brasil (Venceu)[83]

Emissoras[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Lista de emissoras da TV Brasil

Referências

  1. «Sede». EBC. Consultado em 14 de outubro de 2020 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]