O Bom Burguês

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O Bom Burguês
 Brasil
1983 •  cor •  99 min 
Direção Oswaldo Caldeira
Produção Paulo Thiago
Roteiro Oswaldo Caldeira (argumento e roteiro)
Leopoldo Serran (argumento)
Doc Comparato (roteiro)
Elenco José Wilker
Betty Faria
Christiane Torloni
Jofre Soares
Anselmo Vasconcelos
Gênero drama policial
Música Paulo Moura
Idioma português
Página no IMDb (em inglês)

O Bom Burguês é um filme brasileiro de 1983,[1] um drama policial e político dirigido por Oswaldo Caldeira, e com roteiro de Oswaldo Caldeira e Doc Comparato.

Realizado ainda durante a ditadura militar, é um filme ficcional sobre a luta armada no Brasil, inspirado livremente em personagem real. Na década de 1960, Jorge Medeiros Valle trabalhava na agência Leblon do Banco do Brasil e, usando de artifícios contábeis, desviou cerca de dois milhões de dólares para a guerrilha que enfrentava o ditadura militar brasileira. Jorge Medeiros Valle ficou conhecido na imprensa, entre os guerrilheiros e nos órgãos de repressão, como "o bom burguês".

O filme é uma produção de Oswaldo Caldeira, Encontro Produções e Embrafilme e produção executiva de Paulo Thiago, com fotografia de Antônio Penido, montagem de Gilberto Santeiro, cenografia e figurinos de Paulo Chada e trilha sonora de Paulo Moura.O ator Jardel Filho faleceu antes da finalização do filme e teve que ser dublado[2] (Estúdios Barrozo Neto).

Elenco[editar | editar código-fonte]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

No filme, o bancário Lucas colabora com dois grupos revolucionários que empregam métodos distintos: o grupo do Velho, contrário à luta armada (PC), e o outro, favorável a luta (PCBR), do qual participam o Comandante Raul, Antônio e os jovens Lauro e Joana.

A mulher de Lucas, Neuza, a princípio desconhece a atividade secreta do marido. A irmã de Lucas, Patrícia, é a guerrilheira conhecida por "Joana" que também desconhece a atividade clandestina do irmão, considerando-o um conformista. O mesmo acontece com homens de negócios dos quais o bancário se aproxima como investidor, camuflando-se como um novo rico, produto do "milagre brasileiro".

Lucas passa a gozar das simpatias de ricos que apoiam financeiramente os órgãos da repressão: Valadares, Romano e Thomas – este patrono do fundo de contribuições à qual Lucas adere.

O grupo de Raul sequestra um embaixador e exige a libertação de presos políticos. A manobra é bem sucedida mas, nas investigações, surge o codinome de Lucas – Jonas – e seu destino se encaminha para situações perigosas.

Participação em festivais[editar | editar código-fonte]

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