Qualificação profissional

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Qualificação profissional é a preparação do cidadão através de uma formação profissional para que ele ou ela possa aprimorar suas habilidades para executar funções específicas demandadas pelo mercado de trabalho.

A qualificação profissional não é uma formação completa. Ela é utilizada como complemento da educação formal podendo ser aplicada em todos os níveis. Sua carga horária vai depender da necessidade de aprendizagem.

Seu objetivo principal é a incorporação de conhecimentos teóricos, técnicos e operacionais relacionados à produção de bens e serviços, por meio de processos educativos desenvolvidos em diversas instâncias (escolas, sindicatos, empresas, associações).

No mundo atual e globalizado que vivemos, o mercado de trabalho mostra-se cada vez mais exigente, e a busca por uma colocação profissional não é mais uma questão de empenho ou de sorte, e sim de qualificação. A qualificação profissional deve ser vista como fator determinante para o futuro daqueles que estão buscando uma colocação no mercado de trabalho, sendo ainda de suma importância aos que buscam manter a posição ocupada, alimentando chances reais de crescimento nas corporações, o que nos leva a crêr que a medida que o tempo passa e o mundo evolui, muito além da experiência, adquirir e renovar conhecimento torna-se inevitável.

Justificativa[editar | editar código-fonte]

O termo é centro constante de questionamentos, a medida que atribui-se aos indivíduos mais educados e capacitados, a chance maior de inserção no mercado de trabalho, com recebimento de altos salários, promoções, etc. Além, é claro, da tendência do ambiente social que passa a ser diferenciado com a expectativa do aumento do poder aquisitivo, e que acima de tudo demonstra na prática o ideal correto de funcionamento das organizações: pessoas que aumentam a produtividade das empresas e que por sua vez contribuem com o desenvolvimento Econômico do País.

Desemprego[editar | editar código-fonte]

As taxas de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do Brasil em janeiro de 2008 apresentaram um índice de 8%, registrando uma variação positiva de 0,6 ponto percentual em relação a dezembro de 2007,segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O índice recuou, no entanto, em relação a janeiro do ano passado, quando foi de 9,3%.

Apesar desta ideia de abordagem sobre emprego e qualificação profissional não ser novidade, a atual realidade parece apresentar resultados que fazem repensar as causas de mudanças positivas e por que não atribuí-las a busca pela qualificação. Isso se deve ao fato que de acordo com o IBGE, no primeiro trimestre do ano de 2016 a taxa do número de desempregados chegou a marca de 10,9%, motivado principalmente pelas crises política e fiscal no país. Assim, na opinião de Gilberto Braga, professor da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas Ibmec em entrevista a ebc, as pessoas precisam buscar novas qualificações nesse período, devido a retração do mercado com menos postos de trabalho e com isso a exigência de um currículo com atribuições, que pode ser oportuno para se conseguir um emprego. Além disso, muitos preferem empreender algum negócio, apesar dessa categoria também ter sofrido impacto com a queda de 3,9% na rentabilidade nesse ano comparado ao ano de 2015.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]



Referências

http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/04/desemprego-fica-em-109-no-1-trimestre-de-2016.html

http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2016-05/crise-internacional-e-problemas-internos-sao-causas-do-desemprego-no-brasil