Rankings do UFC

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Os Rankings do UFC são a classificação dos lutadores que lutam nesta promoção de artes marciais mistas, a maior do mundo. Ao todo, são 10 rankings, um para cada categoria, além do chamado Ranking Peso por Peso, que é a classificação geral, considerando todo os pesos.

Os rankings são votados por jornalistas escolhidos pelo UFC, e participam das votações pessoas da mídia ao redor de todo o mundo. Os critérios para a votação dependem de cada jornalista mas, a princípio, são consideradas coisas como: Ranking do adversários derrotados pelo lutador, dificuldade das finalizações de luta, etc.

As classificações, até dezembro de 2013, continham 10 atletas para cada ranking. A partir da atualização do dia 30 de dezembro de 2013 (após o UFC 168), os rankings passaram a ter 15 atletas para cada categoria.

Rankings[editar | editar código-fonte]

Legenda[1]
Aumento Subiu de classificação no ranking
Estável Manteve-se de classificação no ranking
Baixa Desceu de classificação no ranking
*NR Não rankeado anteriormente
C Campeão
CI Campeão Interino

Lutadores por país[editar | editar código-fonte]

País Lutadores
 Estados Unidos 91
 Brasil 31
 Canadá 6
 Polónia 5
 Rússia 5
 México 5
 Austrália 4
 Países Baixos 3
 Coreia do Sul 3
 Suécia 2
 Reino Unido 2
 Irlanda 1
 França 1
 Cuba 1
 Quirguistão 1
Suíça 1
 Nova Zelândia 1
 Inglaterra 1
 Itália 1
 Argentina 1
 Jamaica 1
Nigéria 1
 Bielorrússia 1
 Irão 1
 Islândia 1
 Bósnia e Herzegovina 1
 País de Gales 1
Escócia 1
 Hungria 1
 Ucrânia 1
Total 176

Críticas[editar | editar código-fonte]

Em janeiro de 2016, Jon Jones, que estava há um ano sem lutar, apareceu como N.1 do Ranking peso por peso da organização[2]. Demetrious Johnson, que aparecia em segundo, também sequer havia entrado em ação por um bom tempo. Assim, segundo Igor Resende, da ESPN, "por ser organizado através de jornalistas, a lista dos melhores não consegue reproduzir com precisão a realidade."[3]

Além disso, o ranking não é levado muito a sério pelo Ultimate na hora de casar lutas, principalmente disputas de cinturão.

Por isso, este ranking parece não fazer muito sucesso entre os atletas. José Aldo[4], Chael Sonnen[5], Vitor Belfort[6], e vários outros, já apareceram publicamente dando declarações contrárias a este ranking.

Dana White, certa vez, reconheceu que os rankings poderiam ser usados por interessados em certas lutas como instrumento de negociação.

Uma outra crítica fica por conta do fato de não terem sido estabelecidos critérios oficiais para serem utilizados pelos membros da mídia ou sequer divulgada uma metodologia de análise e sobretudo aplicação dos resultados da votação que gerará o ranking, havendo apenas algumas regras sobre a elegibilidade dos lutadores.[7]

Referências

  1. UFC.com: Rankings
  2. espn.uol.com.br/ Jon Jones volta ao topo de ranking do UFC; Ronda perde lugar para campeã
  3. espn.uol.com.br/ Jon Jones líder prova mais uma vez que o ranking do UFC não tem sentido algum
  4. nagradedomma.blogosfera.uol.com.br/ José Aldo e as criticas ao ranking do UFC
  5. superlutas.com.br/ Sonnen critica ranking do UFC: "Muitos caras da mídia não sabem nada sobre o esporte"
  6. sportv.globo.com/ Vitor Belfort critica ranking oficial do Ultimate: "Há uma falta de clareza"
  7. mmabrasil.com.br/ O que não esperar do sistema de rankings do UFC

Ver também[editar | editar código-fonte]