Samas

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Samas (sentado), descrito como entregando os símbolos da autoridade de Hamurabi (relevo na parte superior da estela do código de leis de Hamurabi)

Samas[1][2] (em acadiano: Šamaš - Shamash - lit. "Sol"), também referido como Chamache,[3] era uma deidade mesopotâmica nativa e o deus sol no panteão acádico, assírio e babilônico. Samas foi o deus da justiça na Babilônia e Assíria, correspondendo ao deus Utu sumério.

Era filho de Sin e Ningal, e irmão, por parte de mãe e pai, de Istar. Ele era o juiz do céu e do mundo do além.[4]

O templo de Samas em Sipar havia sido reconstruído por Nabucodonosor, mas, depois de quarenta e cinco anos, estava começando a ruir, porque Nabucodonosor não havia descoberto as fundações do templo. Nabonido removeu o deus do templo, dando a ele outra residência, e encontrou as fundações do templo, que haviam sido feitas no reinado de Naram-Sin, filho de Sargão, que havia reinado, segundo Nabonido, três mil e duzentos anos antes.[Nota 1] Nabonido refez as fundações do templo, e manteve a inscrição com o nome de Naram-Sin, que ele havia encontrado.[4]

O "Sol" do acadiano šamaš é cognato ao hebraico שמש šemeš e árabe شمس šams.

História[editar | editar código-fonte]

Samas deriva do acádico Šams, que queria dizer Sol, tal como ainda hoje no árabe moderno. Entra no nome compósito dos reis assírios Sansiadade, invocação simultânea de Samas e de Adade.

Notas e referências

Notas

  1. O valor mais aceito por historiadores modernos é de cerca da metade deste valor.

Referências

  1. Enciclopédia Barsa 5 [S.l.: s.n.] 1967. 
  2. Dicionário das mitologias europeias e orientais Cultrix [S.l.] 1973. p. 128; 130; 136. 
  3. Dias 2006, p. 61
  4. a b Nabonido, Cilindro de Nabonido [em linha]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Dias, Geraldo J. A. Coelho (2006). As religiões da nossa vizinhança: História, Crença e Espiritualidade (Porto: Faculdade de Letras da Universidade do Porto). 
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