Tecnicolor

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Tecnicolor
Álbum de estúdio de Os Mutantes
Lançamento 2000
Gravação Novembro de 1970
Estúdio(s) Des Dames Studio[1]
Gênero(s) Tropicália, rock psicodélico, rock experimental
Duração 38:55
Idioma(s) Português (faixas 2 e 10)
Inglês (faixas 1, 3, 4, 5, 6, 7, 9, 12 e 13)
Francês (faixa 11)
Espanhol {faixa 8)
Formato(s) CD
Gravadora(s) Universal Music Group
Produção Carl Holmes (Carlos Olms)[2]
Opiniões da crítica

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Cronologia de estúdio por Os Mutantes
O A e o Z
(1992)
Haih or Amortecedor
(2009)

Tecnicolor é o oitavo álbum de estúdio da banda brasileira Os Mutantes. O álbum contém versões de várias músicas já gravadas anteriormente pelo grupo em outras línguas, além de mais algumas regravações em seus idiomas originais. O álbum é cantado em inglês, francês, espanhol e português. Todas as músicas receberam uma nova roupagem. O álbum foi gravado no final de 1970 em Paris (durante a segunda visita dos Mutantes a França) no Des Dames Studio mas lançado somente em 2000.

Faixas[editar | editar código-fonte]

N.º Título Compositor(es) Duração
1. "Panis et Circenses"   Caetano Velloso / Gilberto Gil / Versão: Os Mutantes 2:13
2. "Bat Macumba"   Caetano Velloso / Gilberto Gil 3:19
3. "Virginia"   Arnaldo Baptista / Rita Lee / Sérgio Dias 3:25
4. "She's My Shoo Shoo (A Minha Menina)"   Jorge Ben / Versão: Os Mutantes 2:55
5. "I Feel a Little Spaced Out (Ando Meio Desligado)"   Arnaldo Baptista / Rita Lee / Sérgio Dias 2:53
6. "Baby"   Caetano Velloso / Versão: Os Mutantes 3:39
7. "Tecnicolor"   Arnaldo Baptista / Rita Lee / Sérgio Dias 3:57
8. "El Justiciero"   Arnaldo Baptista / Rita Lee / Sérgio Dias 3:54
9. "I'm Sorry Baby (Desculpe, Babe)"   Arnaldo Baptista / Rita Lee 2:45
10. "Adeus Maria Fulô"   Humberto Teixeira / Sivuca 2:42
11. "Le Premier Bonheur du Jour"   Frank Gerald / Jean Renard 2:49
12. "Saravah"   Arnaldo Baptista / Rita Lee / Sérgio Dias 3:00
13. "Panis et Circenses (Reprise)"   Caetano Velloso / Gilberto Gil / Versão: Os Mutantes 1:24

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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  • Durante as gravações, o produtor Carl Holmes pressionou os Mutantes, uma banda de rock, a fazerem um "som mais brasileiro". Isso levou o grupo a escolher um repertório cheio de gêneros nacionais como samba, bossa nova e baião.[carece de fontes?]
  • A Polydor britânica achou que o álbum não seria bem sucedido devido ao excesso de idiomas diferentes e engavetou o projeto.[carece de fontes?]
  • Em 1995, o escritor Carlos Calado, produzindo uma biografia do grupo, descobriu essas gravações e resolveu tomar partido do lançamento desse álbum. Calado não teve sucesso e apenas em 1999, o produtor Marcelo Fróes conseguiu convencer a gravadora a lançar o disco.[carece de fontes?]
  • A ilustração e a caligrafia do projeto gráfico do álbum é de autoria de Sean Lennon (filho de John Lennon e Yoko Ono).[2]

Referências

  1. Luisa Gimenes (20 de abril de 2000). «Mutantes em cartão postal "Tecnicolor"». Revista Borage. Consultado em 7 de abril de 2016 
  2. a b «Embaçaram os Mutantes em "Tecnicolor"». Folha de S.Paulo. 20 de abr de 2000. Consultado em 7 de abril de 2000  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
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