Technicolor

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Alargamento de quadros de O Fantasma da Ópera, 1925 em Technicolor. O filme foi um dos primeiros com Technicolor e mostrou sua versatilidade

Technicolor é uma marca norte-americana pertencente à Technicolor Motion Picture Corporation em que o processo consistia na coloração dos filmes. Foi utilizado até a década de 70.

A Technicolor era a segunda maior empresa de coloração cinematográfica após a britânica Kinemacolor e a mais utilizada pelos estúdios de Hollywood de 1922 a 1952.[1]

A técnica consistia fazer a gravação com três câmeras analógicas extremamente próximas, cada uma com um filtro de uma cor primaria. Ao projetar os três filmes em preto e branco um em cima do outro, com seus respectivos filtros, era possível exibir filmes coloridos. A técnica entrou em desuso com a popularização do filme analógico colorido. [2]Algumas obras usaram o Technicolor para propósitos específicos que não poderiam ser alcançados com filmes analógicos coloridos, como Mary Poppins, que utilizou o processo de lampadas de vapor de sódio.[3]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


Ícone de esboço Este artigo sobre cinema é um esboço relacionado ao Projeto Entretenimento. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.
  1. The New York Times (7 de julho de 2015). «Os 100 anos do Technicolor: Saturação e sutileza nas telas de cinema». O Globo. Consultado em 22 de maio de 2018 
  2. Johnson, John E.; Jr. (19 de agosto de 2019). «How Three-strip Technicolor Worked». HomeTheaterHifi.com (em inglês). Consultado em 10 de agosto de 2021 
  3. Kayleigh (10 de setembro de 2014). «Visual Effects: Mary Poppins - 2ndYearFDA: Sodium vapor process». Visual Effects. Consultado em 10 de agosto de 2021