Miyamoto Musashi

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Miyamoto Musashi
Musashi ts pic.jpg
Musashi demonstra seu estilo, a Escola de Duas Espadas, gravura ukiyo-e de Kuniyoshi (1846).
Informações
Nome
completo
Shinmen Musashi No Kami Fujiwara No Genshin
Nascimento c. 1584
Província de Harima, Império de Shokuho, atual  Japão
Morte 13 de junho de 1645 (61 anos)
Província de Higo, Império Tokugawa, atual  Japão
Causa da
morte
Causas naturais (provavelmente câncer de estômago)
Outros nomes Shinmen Takezō; Miyamoto Bennosuke; Niten Dōraku; Shinmen Musashi no Kami Fujiwara no Genshin
Residência Atual Japão
Alunos notáveis Terao Magonojo; Terao Motomenosuke; Furuhashi Sozaemon
Página oficial:

Miyamoto Musashi (宮本武蔵?) (batizado Shinmen Musashi No Kami Fujiwara No Genshin) (Harima, c. 1584Higo, atual Kumamoto, junho de 1645), também conhecido como Shinmen Takezō, ou Miyamoto Bennosuke, ou pelo nome budista Niten Dōraku, foi um japonês do clã Tokugawa (1603-1868), espadachim, ronin, ex-samurai, criador da tecnica de espadas Niten Ichi Ryu[1][2] (ou Kenjutsu) e escritor do tratado sobre artes-marciais chamado de o livro dos Cinco Anéis[1].

Biografia[editar | editar código-fonte]

Musashi finca sua espada em uma baleia gigantesca, gravura de Utagawa Kuniyoshi (1798-1861).

Musashi do clã Tokugawa, foi considerado um herói no fim do período do Japão Feudal, um período transição, em que os tradicionais métodos dos samurais foram aos poucos substituídos por armas de fogo (primitivas), ele simbolizou o auge do guia bushido (caminho do guerreiro), no qual um homem com uma espada na mão representava o máximo da realização individual.

Vários espadachins percorriam o país, alguns procurando um adversário famoso como forma de promoção, outros buscando aperfeiçoar sua técnica, Musashi foi um destes aventureiros. De acordo com o livro dos Cinco Anéis, nunca foi derrotado em combate, apesar de ter enfrentado mais de sessenta oponentes, algumas vezes mais de um simultaneamente.

O Início[editar | editar código-fonte]

Musashi nasceu na aldeia de Miyamoto, província de Mimasaka (atual Japão moderno). Com seu pai, Shinmen Munisai (ou Munisai Hirata) um goushi (mini fidalgo rural, algo entre camponês e samurai), teve as primeiras lições com a espada.[3]

Com sete anos Musashi fugiu de casa por causa de uma reação raivosa do pai que ameaçou sua vida, então foi viver com seu tio Dorin.

Aos treze anos, travou seu primeiro duelo, vencendo o então famoso espadachim Arima Kihei.[3]

Viagens e Duelos[editar | editar código-fonte]

Duelo entre Musashi e Sasaki Kojirō.

Aos quinze anos, partiu do vilarejo para realizar sua primeira viagem trilhando o caminho do Guerreiro Peregrino (ou Shugyosha). Com apenas dezessete anos entrou para o exército do Senhor de tTrras Toyotomi Hideyoshi (Período Sengoku), onde em julho de 1600 participou da tentativa de tomar e assaltar o castelo Fushimi, e em agosto do mesmo ano, participou na defesa do Castelo Gifu sitiada.

Este também participou da Batalha de Sekigahara (que consolidou o poder de Tokugawa Ieyasu no Japão), de acordo com o livro dos Cinco Anéis onde afirma ter participado de seis batalhas na juventude.

Depois disso, Musashi desaparece temporáriamente, até reaparecer em 1604 em Kyoto, com aproximadamente 22 anos de idade, onde derrotou a escola Yoshioka, em duelos com os três herdeiros da linhagem da escola.

Após deixar Kyoto por volta de 1605, parte em uma série de viagens pelo Japão aperfeiçoando a técnica com monges e através de diversos duelos.

Em 1612, realizou o mais importante duelo, contra Sasaki Kojirō, travado na ilha de Ganryūjima (próximo a ilha de Honshū). Na ocasião Musashi reconheceu que o oponente dominava sua técnica, e que teria de adotar uma nova para poder derrotá-lo. Relata-se que este entalhou um bastão de madeira bokken, a partir de um remo quebrado, enquanto Kojirō o esperava impacientemente. Ao concluir o bastão, o duelo pode recomeçar, assim logo Kojirō saltou em direção a Musashi e quase lhe atingiu o pescoço, mas Musashi esquivou-se com um salto e acertou-lhe violento golpe com o bastão que partiu o crânio de Kojirō, matando-o.

Serviço[editar | editar código-fonte]

Entre 1614 e 1615, Musashi envolveu-se em outra guerra no Japão entre os clãs Tokugawa e Toyotomi, que iniciou quando Tokugawa sentiu que a família Toyotomi representava uma ameaça ao seu domínio. Mais uma vez Musashi pelo lado dos Toyotomi, participou das duas batalhas do castelo de Osaka, resultando na ruína do exército Toyotomi. No final, de alguma forma Musashi conseguiu ser adotado pelo clã Tokugawa.

Ele entrou no serviço no município rural de Ogasawara Tadanao (Provincia de Harima), onde executou várias tarefas: ajudou na construção do castelo de Akashi, ensinou artes marciais, aperfeiçoou sua técnica de lançar shuriken, ainda adotou um filho.

Em 1621, após derrotar quatro adeptos do Togun-ryu na frente do lorde do domínio Himeji, este o confiou parte da função de organizar a cidade.

Em 1622 seu filho adotivo tornou-se vassalo de Himeji. Depois disso, Musashi embarcou em mais uma série de viagens, onde adotou outro filho. Em 1626 seu primeiro filho adotivo comete o ritual do Seppuku, por causa da morte de seu lorde.

Em 1627 Musashi viajou outra vez, até 1634 se estabelecer no distrito de Kokura (Kitakyushu), junto com o segundo filho, onde entrou em serviço para o senhor de terras (daimyo) Ogasawara Tadazane, onde em 1637 junto ao o filho participaram da revolta camponesa Rebelião de Shimabara (durante o Xogunato Tokugawa).

Ichijoji Sagarimatsu, local da batalha entre Musashi e a escola Yoshioka

Últimos Dias[editar | editar código-fonte]

Em 1643, Musashi retirou-se em na caverna Reigandō, a oeste da cidade de Kumamoto, onde como eremita escreveu então o tratado mais conhecido, o livro dos Cinco Anéis ou em japonês "Gorin No Sho" (onde "go" significa cinco, "rin" significa anéis e, "sho" significa escrito), concluído em 1645.

Após concluir o livro, sentindo a aproximação da morte, Musashi liberou-se de suas posses materiais, entregou a cópia manuscrita do livro a seu discípulo mais intimo, o irmão mais novo de Terao Magonojô. Nesse mesmo dia, Musashi escreveu o manuscrito Dokkōdō, o Caminho do Andarilho Solitário, sobre os vinte e um princípios de vida.

Faleceu em Kumamoto por volta do quinto mês, segundo o então calendário japonês[4].

Sua tragetória tornou-se uma lenda e, inspiração para o imaginário japonês em gravuras de estampa japonesa Ukiyo-e, livros, filmes, séries de TV, mangás e videogames.

A arte de Musashi[editar | editar código-fonte]

Diversas Edições de "O Livro dos Cinco Anéis"

Criador de um estilo de luta com duas espadas, denominado Niten Ichi Ryu, onde seus discípulos e praticantes têm acesso aos katas (conjunto de movimentos de ataque e defesa) e estratégias que o tornou imbatível em sessenta duelos. Vale lembrar que, apesar do estilo ser conhecido pela luta com duas espadas, contém técnicas com a espada maior (tachi seiho), espada menor (kodachi seiho) e o bastão longo bojutsu.

Um dos princípio da narrativa de Musashi é exatamente o nascimento deste estilo, desde a primeira ideia, instintiva, até as poéticas considerações sobre a luta com duas armas.

Além de ter sido um duelista imbatível, Musashi também se dedicou a outras artes, como a pintura[5] caligrafia e a escultura, escreveu livros sobre esgrima e estratégia e, foi adepto da filosofia zen-budista.

Literatura[editar | editar código-fonte]

O romance Musashi[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Musashi (romance)

"Musashi", o livro de Eiji Yoshikawa, é uma leve e divertida aventura publicado no Brasil em dois grossos volumes pela editora Estação Liberdade, onde se aprende um pouco sobre a história e os costumes do Japão antigo, através de uma parte da vida de Miyamoto. A obra é inspirada em fatos históricos, mas romanceando com personagens fictícios,[6] da imaginação do autor, misturando-os com outros que realmente existiram. O esqueleto da narrativa, porém, segue a trajetória histórica do espadachim.

Começamos na batalha de Sekigahara e acompanhamos Musashi por sua peregrinação e vários de seus duelos, como contra Muso Gonnosuke, contra Shishido Baiken, os três duelos contra mestres e discípulos da academia Yoshioka, e o mais famoso de todos, contra Sasaki Kojiro na ilha de Ganryūjima.

Entre um duelo e outro conhecemos os dramas de personagens secundários como o amigo desorientado Hon'iden Matahachi, a vingativa velhinha Osugi, os discípulos mirins Joutaro e Iori, e o romance com a eternamente apaixonada Otsu.

Musashi foi originalmente publicado em pequenos capítulos diários no jornal Asahi Shimbun, entre 1935 e 1939. A narrativa tem um estilo folhetinesco, cheio de encontros e desencontros, misturando uma longa história de amor com episódios de aventura, tudo recheado de coincidências.

A ação é muitas vezes surpreendente para o leitor acostumado com histórias ocidentais. Quando espera-se que Musashi acabe com os inimigos, este prefere fugir. Quando parecia não haver combate, ele desembainhava a espada. Quando tudo indica que o beijo dos apaixonados finalmente acontecerá, a mocinha amedronta-se. Estes comportamentos inesperados talvez sejam fruto simplesmente de diferenças culturais, já que Musashi é, por natureza, um produto destinado ao grande público. Depois de aparecer em 1013 capítulos diários, foi transformado em livro e vendeu mais de cento e vinte milhões de exemplares no Japão.

A biografia do samurai[editar | editar código-fonte]

Em O Samurai - A vida de Miyamoto Musashi, biografia publicada no Brasil pela Estação Liberdade, o especialista em língua e cultura japonesas William Scott Wilson baseou-se em fatos históricos para traçar os caminhos do espadachim.[7] A obra é resultado de extensa pesquisa e traz ainda mapas e vários anexos, como desenhos de autoria do próprio Musashi, que além da habilidade com as espadas, destacou-se como pintor a nanquim, praticante de caligrafia tradicional, estudioso de poesia chinesa.

Como mostra o livro, Musashi foi uma lenda de seu tempo. Ignorando as convenções, ele preferia uma espada de madeira e em seus anos de maturidade nunca lutou com uma arma autêntica. Foi um mestre em aniquilar os inimigos usando recursos psicológicos que estudava exaustivamente antes dos combates. Musashi orientava seus estudos tão arduamente conquistados sobre as artes combatentes para metas espirituais de cunho zen-budista. Como nos mostra Scott Wilson nesta biografia, no japonês moderno existem figuras de linguagem que se referem ao caráter “musashiano”, revelando que, provavelmente, o seu nome seja tão ou mais conhecido do que importantes personalidades da história e cultura japonesas.

Nos quadrinhos[editar | editar código-fonte]

Em 1998, o escritor mangaká Takehiko Inoue iniciou a publicação do mangá Vagabond,[3] baseado no romance de Eiji Yoshikawa, divididos em trinta e sete volumes no Japão até o momento.[6]

Sua narrativa elaborada, integrada a um desenho minucioso, tornou a série um sucesso que vendeu mais de vinte e três milhões de exemplares apenas no Japão, sendo premiada com o Cultural Affairs Media Arts e o Kodansha Manga Award. No Brasil o mangá foi publicado pelas editoras Conrad Editora,[6] Nova Sampa[8] e Panini Comics.[9]

O nipo-brasileiro Júlio Shimamoto (descendente de samurais aristocratas)[10] produziu várias histórias protagonizadas por Musashi, muitas delas foram compiladas em dois álbuns (Musashi e Musashi II) pela editora Opera Graphica.[11] Um encarte na fanzine QI, de Edgard Guimarães[12] e a coletânea Samurai pela Mythos Editora, esta também traz histórias protagonizadas por outros samurai como Zatoichi, o samurai cego criado para o cinema japonês[13]. Shimamoto também ilustrou os livros "Lendas de Musashi" e "Lendas de Zatoichi"[14], ambos de autoria de Minami Keizi, precursor do estilo mangá no país[15].

Musashi também serviu de inspiração para o quadrinista nipo-americano Stan Sakai criasse em 1982, Miyamoto Usagi, um coelho antropomorfizado protagonista da série Usagi Yojimbo (em português: coelho guarda-costa), ambientada no século XVI, no Brasil a série foi publicadas pelas editoras Via Lettera e Devir[16].

Em 2012, a Shambhala Publications publicou "The Book of Five Rings: a Graphic Novel" roteirizada por Sean Michael Wilson (roteiro) e Chie Kutsuwada (desenhos),[17] em 2014, a editora lançou "Musashi (A Graphic Novel)" roteirizada pelo próprio Wilson e ilustrada por Michiru Morikawa.[18]

Em Março de 2014, a Weekly Shōnen Champion[19] publicou Baki-Dou (刃牙道, Baki Dō; literalmente: "O Caminho de Baki" ) 4° da série do famoso mangá Baki the Grappler[20] Escrito e ilustrado pelo autor Keisuke Itagaki[21], que possui sua trama ao redor da clonagem de Miyamoto Musashi para os tempos modernos e seus confrontos com os outros personagens da série.

No cinema e televisão[editar | editar código-fonte]

cartaz do filme Zoku Miyamoto Musashi: Ichijôji no kettô

Personagem de grande apelo popular no Japão, representado em muitas gravuras antigas, Musashi serviu também como fonte de inspiração para diversos filmes, o mais conhecido tem o ator Toshiro Mifune como protagonista, e séries de TV. Musashi também é citado no 21° episódio do anime Samurai Champloo.

Filmografia[editar | editar código-fonte]

  • Miyamoto Musashi, realizado/dirigido por Kenji Mizoguchi (1944)
  • Miyamoto Musashi 1 - primeira parte da trilogia estrelada por Toshiro Mifune e realizada/dirigida por Hiroshi Inagaki (1954)
  • Miyamoto Musashi 2 - Zoku Miyamoto Musashi: Ichijôji no kettô (Morte no templo Ichijoji - 1955)
  • Miyamoto Musashi 3 - kanketsuhen: kettô Ganryûjima (Duelo na ilha Ganryu - 1956)
  • Miyamoto Musashi 1 - primeiro dos cinco filmes estrelados por Kinnosuke Nakamura (1932-1997), realizados/dirigidos por Tomu Uchida (1961)
  • Miyamoto Musashi 2 - Hannyazaka no ketto (1962)
  • Miyamoto Musashi 3 - Nitoryu kaigen (1963)
  • Miyamoto Musashi 4 - Ichijoji no ketto (1964)
  • Miyamoto Musashi 5 - Ganryû-jima no kettô (1965)
  • Miyamoto Musashi, realizado/dirigido por Tai Katō (1973)

Séries[editar | editar código-fonte]

  • Sorekara no Musashi (1981), estrelado por Kitaoji Kinya
  • Musashi, realizado pela rede NHK (2003),[3] com Ichikawa "Ebizo" Shinnosuke

Jogo[editar | editar código-fonte]

O jogo de tabuleiro "Lenda dos 5 Anéis", um RPG não eletrônico, ambientado em uma terra fictícia (império de Rokugan) que mistura elementos fantasiosos com a cultura japonesa, baseado no Livro dos 5 Anéis.[22]

Um dos diferenciais do jogo, é a influencia do guia samurai Bushido na jogabilidade, colocando mais responsabilidades nas ações dos personagens e evitando o estilo bater e correr.[22]

Referências

  1. a b «Breve histórico do Hyoho Niten Ichi Ryu» (html). Consultado em 28 de fevereiro de 2008. 
  2. Hyoho Niten Ichi Ryu (site oficial). «Niten Ichi Ryu» (em inglês). Consultado em 28 de fevereiro de 2008.. Arquivado do original (html) em 12 de fevereiro de 2012. Hyoho Niten Ichi Ryu was created by Miyamoto Musashi (1584-1645), one of the most famous samurai of all times (Hyoho Niten Ichi Ryu foi criado por Miyamoto Musashi (1584 - 1645), um dos mais famosos samurais de todos os tempo) trad. livre 
  3. a b c d Musashi, o espírito samurai
  4. «A vida de Miyamoto Musashi» (html). Instituto Niten. Consultado em 28 de fevereiro de 2008. 
  5. Instituto Niten. «Pinturas de Miyamoto Musashi» (html). Instituto Niten. Consultado em 30 de abril de 2008. 
  6. a b c Marcelo Naranjo (Dezembro de 2004). Wizard Brasil #15 - No Caminho da Espada. Panini Comics. ISSN 1679-5598
  7. "Não Ficção" (23 de dezembro de 2006) Folha de S.Paulo.
  8. press release (7 de julho de 2014). «Vagabond: A Lenda de Musashi #18». HQManiacs 
  9. Panini incia publicação de histórias inéditas de Vagabond
  10. Samir Naliato. «Júlio Shimamoto, um apaixonado pelos quadrinhos». Universo HQ. Cópia arquivada em 15 de outubro de 2007 
  11. Gazy Andraus (20 de Outubro de 2003). «Musashi I e II de Shimamoto: HQs ideogramáticas e filosóficas!». Omelete 
  12. Resenha: Musashi (QI #90)
  13. Carlos Costa (13 de abril de 2009). «Samurai: as clássicas aventuras de Julio Shimamoto». HQManiacs 
  14. Marcelo Naranjo (4 de setembro de 2007). «Novos livros ilustrados nas bancas podem enganar o leitor». Universo HQ. Consultado em 19 de outubro de 2009. 
  15. Lielson Zeni (15 de dezembro de 2009). «Morreu Minami Keizi». Universo HQ. Consultado em 15 de dezembro de 2009. 
  16. Igor Toscano (2011). «Usagi Yojimbo - The Special Edition». Universo HQ 
  17. «Shambhala Publications to Publish Book of Five Rings Graphic Novel». Anime News Network. 21 de setembro de 2012 
  18. «MUSASHI (A Graphic Novel)». Site oficial de Sean Michael Wilson 
  19. «Weekly Shōnen Champion». Wikipedia (em inglês). 19 de março de 2017 
  20. «Baki the Grappler». Wikipédia, a enciclopédia livre. 5 de março de 2016 
  21. «Keisuke Itagaki». Wikipedia (em inglês). 31 de outubro de 2016 
  22. a b Niten, Instituto. «Instituto Cultural Niten». Instituto Cultural Niten. Consultado em 30 de agosto de 2018. 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • MUSASHI, Miyamoto. O Livro dos Cinco Anéis - Go rin no sho (Revisão Sensei Jorge Kishikawa, Apresentação Shihan Gosho Motoharu, Tradução por Dirce Miyamura) Editora Conrad, 2006.
  • Scott Wilson, William. O Samurai - A vida de Miyamoto Musashi Estação Liberdade, 2006.
  • MUSASHI, Miyamoto. Gorin No Sho: O Livro dos Cinco Elementos. (Notas de Watanabe Ichiro, Tradução por José Yamashiro) São Paulo: Cultura Editores Associados, 1992.
  • YOSHIKAWA, Eiji. Musashi (2 volumes) Estação Liberdade, 1999.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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