Vagabond

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Vagabond
バガボンド
(Bagabondo)
Gênero Ação, Drama
Mangá
Autor(es) Takehiko Inoue
Editora(s) Japão Kodansha
Editora(s)
lusófona(s)
Brasil Conrad (Cancelado)
Brasil Nova Sampa
Revista(s) Weekly Morning
Público-alvo Seinen
Data de publicação Outubro de 1998 – Ainda em publicação
Volumes 37 (Lista de Volumes)
Projeto Animangá  · Portal Animangá

Vagabond (バガボンド, , Bagabondo?) é um mangá japonês criado por Takehiko Inoue, baseado no livro "Musashi", de Eiji Yoshikawa, que conta a história do samurai Miyamoto Musashi (宮本武蔵? 15841645).[1]

O mangá começou em 1998 sendo serializado na revista semanal Weekly Morning (Shūkan Mōningu, 週刊モーニング?) e é publicado pela Kodansha no Japão. Em 2000 Vagabond ganhou o Grande Prêmio do Festival de Artes da Mídia do Japão. O seguinte é um extrato do discurso felicitando a Takehiko Inoue: "Desde Toyotomi a Tokugawa. Musashi Miyamoto cresceu em um período de mudança de grandes eras. O senhor Inoue tem tomado o poderoso Musashi que foi chamado às vezes de uma 'besta' e o desenhou como um vagabundo. O artista faz alarde sobre desafiar atrevidamente o trabalho de literatura nacional de Eiji Yoshikawa, incluso, a sensação de velocidade que o cria é impressionante. Eu o envio meus aplausos ao artista por criar uma nova imagem de Musashi."[2] Nesse mesmo ano, Vagabond ganhou o 24º Prêmio Kodansha de Mangá na categoria geral. Em 2002, Vagabond recebe o aclamado Prêmio Cultural Tezuka Osamu. No ano seguinte, Inoue foi nomeado para o Prêmio Eisner de 2003 na categoria de melhor escritor/artista.[3]


Personagens[editar | editar código-fonte]

Personagens principais[editar | editar código-fonte]

(relativo ao mangá: não considerar como biografias históricas oficiais a não ser que o indiquem)

Sasaki Kojiro vs Miyamoto Musashi
  • Miyamoto Musashi: O personagem principal desta saga.
  • Sasaki Kojirō: O lendário arquirrival de Miyamoto Musashi. Se crê que Kojirō tenha estudado o estilo Chujo-ryu de luta de espada, sobre a instrução quer de Toda Seigen ou de Kanemaki Jisai. Kojirō era célebre por sua técnica Tsubame-Gaeshi, o “Corte Andorinha”, inspirada pelo movimento de uma andorinha ao voar. Uma diferença interessante do livro em que se baseia o mangá, é que Kojirō é representado como surdo e mudo.
  • Takuan Sōhō: (1573-1645). Um monge zen-budista, especificamente, representante da seita Rinzai. Em 1610, ele foi designado como abade do templo principal, Daitokuji. Takuan é conhecido por sua brutal honestidade e personalidade meticulosamente perceptiva, que era buscada igualmente por monges, samurais e políticos (como Tokugawa Iemitsu e Go-Mizuno). A correspondência compartilhada entre Takuan com Yagyū Munenori foi compilada em um tratado chamado "A Mente Desinibida". Takuan ajuda a capturar Takezo (antigo nome de Musashi) e logo o renomeia como Miyamoto Musashi, liberando-o para que continue suas viagens e evolua sua personalidade.

Personagens secundários[editar | editar código-fonte]

  • Hon'iden Matahachi: Hedonista e amigo de infância de Musashi. Assume a identidade de Sasaki Kojiro depois de que um moribundo lhe confia o certificado de espadachim de Kojiro. Logo, depois de entrar em contato com o verdadeiro Kojiro, começa a identificar-se a si mesmo como Sasaki Kojiro, um intérprete de Kojiro, dado que o verdadeiro Kojiro é surdo. Logo termina se desentendendo com Musashi depois de uma tensa reunião, em que Matahachi mostra ter intenso ciúmes de Musashi.
  • Tsujikaze Tenma: Um bandido e líder de um bando que visita periodicamente a Okō e toma tudo de valor que ela tinha adquirido. Matou o pai de Akemi (o marido de Okō), sua própria mãe, e depois é assassinado por Takezō, logo após a batalha de Sekigahara.
  • Tsujikaze Kōhei: Nascido em 1580 na vila de Fuwa é irmão mais novo de Tsujikaze Tenma. Sua mãe tentou matá-lo empurrando-o por uma cascata do mesmo modo que ela fez com Tsujikaze Tenma, não obstante Tenma a assassina e leva Kōhei sobre sua proteção. Embora Tenma foi bondoso com ele, Kōhei difícil mente demonstrava algum afeto. Quando o bando de Tsujikaze foi formado e se envolveu em crimes como roubos, violações e extorsões, Kōhei se tornou membro aos 12 anos e era considerado o mais "selvagem" pelos outros membros. Aos 12 anos tentou violentar a esposa de um aldeão que havia assassinado, mas Tenma, não gostando do ato assassinou a mulher para terminar seu sofrimento e esmagou os testículos de Kōhei, deixando-o impotente. Kōhei falha em sua intenção de assassinar a Tenma e como castigo é feito prisioneiro, é durante este tempo quando adota uma perspectiva niilista da vida. O bando Tsujikaze falha em fazer um nome para eles mesmos e honrar ao seu empregador Toyotomi Hideyoshi, na intenção de capturar Tokugawa Ieyasu. No ano 1600 quando tem 20 anos, depois de 7 anos de aprisionamento Kōhei é liberado por soldados sobreviventes da batalha de Sekigahara e escapa com o propósito de encontrar e assassinar seu irmão. Desejando matar Tenma ele mesmo e Takezō havendo-se adiantado, Kōhei confronta a Takezō, mas são interrompidos pelos perseguidores deste último; quando Takezō aparentemente espera a morte suspendido em uma corda ele a corta. Kōhei é conhecido como bandido pelo nome de "Deus da Morte" e assassina o conhecido Shishido Baiken, mestre de kusarigama. Pretendendo ser Baiken, Kōhei vive com uma pequena menina, Rindo, que também usa uma kusarigama. Ele é desafiado a um duelo por Musashi e perde, mas é poupado a vida, embora seriamente ferido. Enquanto se recupera recorda que Sasaki Kojiro esmagou seu orgulho por estar mais adiante no "caminho da morte" que ele. Parece ser que Kojiro foi que fez a Kohei a cicatriz que tem na cara.


No Brasil[editar | editar código-fonte]

O mangá foi publicado pela Conrad Editora entre 2001 e 2006, totalizando 44 edições, que equivale a 22 tankobons e 14 volumes de "Vagabond: A História de Musashi", uma edição de luxo dos tankobons originais publicada entre 2005 e 2007. Ainda em 2006, a editora publicou o O Livro dos Cinco Anéis (???, Go Rin No Sho?), escrito pelo próprio Miyamoto Musashi,[4] em 2014 a Nova Sampa assumiu a publicação com o título "Vagabond: A Lenda de Musashi."[5] dando continuidade à edição de luxo da Conrad, a editora publicou apenas quatro edições e a publicação encontra-se em hiato desde de julho de 2014.[6] [7]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Marcelo Naranjo (Dezembro de 2004). Wizard Brasil #15 - No Caminho da Espada. Panini Comics. ISSN 1679-5598
  2. Japan Media Arts Plaza. 2000 Japan Media Arts Festival Manga Division Grand Prize Vagabond.
  3. Érico Assis (25/04/2004). Lá fora Especial: Os indicados aos Eisner Awards 2004 Omelete.
  4. Marcelo Coelho (09/12/2006). O vazio e a espada Folha de S.Paulo.
  5. Leonardo Vicente Di Sessa (26/03/2014). Vagabond retomado pela Nova Sampa HQManiacs.
  6. press release (07/07/2014). Vagabond: A Lenda de Musashi #18 HQManiacs.
  7. Informativo Jens: Slam Dunk suspenso por tempo indeterminado.