Terreiro do Gantois

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Terreiro do Gantois
Nomes alternativos Ilê Iaomim Axé Iamassê
Religião Candomblé
Website Site oficial
Geografia
País Brasil
Cidade Salvador
Coordenadas 12° 59' 44.57" S 38° 30' 28.23" O

A Sociedade São Jorge do Gantois, Terreiro do Gantois ou Ilê Iaomim Axé Iamassê (em iorubá: Iyá Omin Axé Iyá Massê), é um terreiro de candomblé brasileiro em Salvador, especificamente no bairro da Federação. Foi tombado nacionalmente em 2002 pelo IPHAN, sob o processo n.º 1471-T-00, 2002.[1][2]

Essa é outra grande casa de candomblé Queto (Alaqueto), que também nasceu da Casa Branca do Engenho Velho, foi fundado por Maria Júlia da Conceição Nazaré em 1849.[3]

O nome Gantois (pronuncia-se gantoá) tem origem do Edouard Gantois, dono do terreno onde o templo religioso foi construído.

O que diferencia o Gantois de outros terreiros tradicionais da Bahia, como o Ilê Axé Opô Afonjá, Casa Branca do Engenho Velho, Terreiro do Bogum e outros, é que a sucessão se dá pela linhagem e não através de escolha pelo jogo de búzios.[carece de fontes?]

De acordo com o antropólogo Júlio Braga: "Historicamente, o Gantois é um candomblé familiar de tradição hereditária consanguínea, em que os regentes são sempre do sexo feminino", em entrevista fornecida ao Correio da Bahia.[carece de fontes?]

Sacerdotisas[editar | editar código-fonte]

As sacerdotisas que lideraram o terreiro foram:[carece de fontes?]

Referências

  1. RELIGIÕES AFRO-BRASILEIRAS LEI 10.639/03 pág. 15
  2. Flaksman, Clara; Flaksman, Clara (junho de 2016). «Relações e narrativas: o enredo no candomblé da Bahia». Religião & Sociedade. 36 (1): 13–33. ISSN 0100-8587. doi:10.1590/0100-85872016v36n1cap01 
  3. Castillo, Lisa Earl (1 de janeiro de 2008). Entre a oralidade e a escrita: a etnografia nos candomblés da Bahia. [S.l.]: SciELO - EDUFBA. ISBN 978-85-232-1187-5 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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