Uma Abelha na Chuva

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Uma Abelha na Chuva
 Portugal
1971 •  pb •  76 min 
Realização Fernando Lopes
Produção Fernando Matos Silva
Coprodução José Luís Vasconcelos, Ângelo Sajara, Jorge Galamba, Simão Santiago, Américo Freitas
Argumento Fernando Lopes
Baseado em Uma Abelha na Chuva 
de Carlos de Oliveira
Música Mário Jorge Veloso (Abertura da ópera Força do Destino de Verdi)
Figurino Maria Helena Matos
Cinematografia Manuel Costa e Silva
Distribuição Média Filmes
Lançamento 13 de Abril de 1972
Idioma português
Página no IMDb (em inglês)

Uma Abelha na Chuva (1971) é um filme português de Fernando Lopes, adaptação do romance homónimo do escritor neo-realista Carlos de Oliveira. É uma das obras do Novo Cinema que, assimilando aspectos da linguagem dos vanguardistas franceses da Nouvelle Vague, se mantém na tradição da crítica social, iniciada no cinema português por Manuel Guimarães.

O filme estreou no cinema Estúdio em Lisboa a 13 de Abril de 1972.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Retrato social típico de um país isolado e pobre, vítima de uma ideologia totalitária. «Um universo rural imobilista e opressivo, quebrado por ausências, desencontros ou silêncios, incidindo sobre um casal – Maria dos Prazeres, Álvaro Silvestre. Relação conjugal de compromisso, que é estilhaçada pelo conflito latente das paixões, fraquezas e desejos recalcados». Cit.: José de Matos-Cruz em Cais do Olhar, ed. Cinemateca Portuguesa, 1999.

Ficha artística[editar | editar código-fonte]

  • Laura Soveral: (D. Maria dos Prazeres)
  • João Guedes : (Álvaro Silvestre)
  • Zita Duarte : (Clara)
  • Ruy Furtado : (mestre António)
  • Carlos Ferreira : (Marcelo)
  • Adriano Reis : (Jacinto, o cocheiro)
  • Fernando de Oliveira : (Medeiros, o director do jornal)
  • Maria Teresa : (Geny Frias)
  • Companhia de Teatro Desmontável de Rafael de Oliveira

Ficha técnica adicional[editar | editar código-fonte]

  • Anotadora: Teresa Olga
  • Assistentes de realização: João Matos Silva e Jorge Paixão da Costa
  • Delegados de produção: Faria Alboim e Alfredo Tropa
  • Assistentes de imagem: Carlos Ferreira e António Vasconcelos
  • Focos: Mário Pereira
  • Electricistas: Manuel Carlos da Silva, Carlos Manuel da Silva e João Silva
  • Maquinista: Carlos Manuel Silva
  • Director de som: Alexandre Gonçalves
  • Sonoplastia: Alexandre Gonçalves
  • Montagem: Fernando Lopes
  • Laboratório de imagem : Tóbis Portuguesa e Madrid Filmes (Espanha)
  • Laboratório de som: Nacional Filmes
  • Rodagem: Junho de 1968 a Julho de 1969
  • Género: ficção (drama social)

Festivais[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]