Alexander Litvinenko

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Alexander Valterovich Litvinenko, em russo Александр Вальтерович Литвиненко, (Voronezh, 4 de dezembro de 1962Londres, 23 de novembro de 2006) foi tenente-coronel da FSB.

Depois de trabalhar na KGB e sua sucessora, a FSB, Litvinenko tornou-se grande opositor de seus superiores, principalmente do presidente Vladimir Putin, acusando-os de atentados à bomba em Moscou. Foi amigo do bilionário russo Boris Berezovsky. Depois de solto da prisão por uma denúncia aparentemente falsa, em 2000 mudou-se para o Reino Unido, onde conseguiu asilo político e posterior cidadania em outubro de 2006. [1]

Litvinenko lançou dois livros, onde critica a tentativa de Putin de concentrar mais poder, além de denunciar supostos atentados a bomba realizados pela FSB com o intuito de justificar a invasão militar na Chechênia.

Litvenenko foi hospitalizado em 1 de novembro de 2006 e morreu três semanas depois, contaminado por Polônio-210, um isótopo radiativo altamente tóxico e também encontrado na residência de Boris Berezovsky. Antes de sua morte, emitiu uma declaração imputando seu envenenamento à ordem do presidente russo.

O ex-espião também investigava a morte de Anna Politkovskaya, jornalista russa que também fazia oposição ao governo.

O serviço de inteligência britânico considera a possibilidade da substância radioativa ter sido transportada em um vôo da British Airways entre Moscou e Londres - com especial atenção ao realizado em 25 de outubro, o que fez a companhia aérea contatar centenas de passageiros que estiveram presentes nas supostas aeronaves utilizadas. De acordo com a companhia, pequenos traços de radiação foram encontrados nas aeronaves e representam risco mínimo para a saúde dos passageiros transportados. [2]

[editar] Referências

  1. Litvinenko was told that he was marked for death Times Online
  2. Reino Unido busca passageiros de aviões com traços de radiação Folha Online

[editar] Ligações externas

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