Assembleias romanas

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Roma Antiga
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Política e governo da
Roma Antiga


Períodos
Reino de Roma
753 a.C.509 a.C.

República Romana
508 a.C.27 a.C.
Império Romano
27 a.C.1453

Principado
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senatus consultum
(senatus
consultum
ultimum
)

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Na Roma Antiga, o poder legislativo era formalmente exercido por assembleias de cidadãos romanos chamadas comitia 1 . Tais assembleias também elegiam magistrados romanos e possuiam alguns poderes judiciais. Eram elas:

Diferentemente dos órgãos legislativos modernos, que funcionam na base da representação, na Roma Antiga considerava-se que as assembleias romanas reuniam o povo de Roma e exerciam, portanto, poderes legislativos supremos, como aprovar leis ex post facto e cominar a pena capital sem julgamento. As propostas de lei apresentadas às assembleias eram aprovadas ou rejeitadas, sem debate; apenas os magistrados podiam propor leis.

Em fase posterior da República Romana, uma subdivisão dos comitia tributa, chamada concilium plebis, recebeu os poderes legislativos das assembleias e tornou-se o mecanismo legislativo usual do Estado romano.

A conhecida expressão SENATVS POPVLVSQVE ROMANVS (abreviada SPQR: "O Senado e o Povo de Roma"), que costumava ser utilizada para referir-se ao Estado romano, demonstra a percepção de que Roma era legitimamente governada pela vontade do povo (nas assembleias), guiada pelo senado. Com o surgimento do principado, uma nova figura política - o imperador, ou Augusto - passou, paulatinamente, a incorporar o Estado e a acumular as prerrogativas das assembleias.

Ver também [editar]

Referências

  1. Smith, William. Comitia. The Dictionary of Greek and Roman Biography and Mythology (em inglês). Boston, (impresso em Londres): C. Little, J. Brown, 1870. p. 330. (Digitalizado por Ann Arbor, Michigan: University of Michigan Library, 2005) Página visitada em 01/12/2012.
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