Batalha de Lepanto
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| Batalha de Lepanto | |||||||
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| Guerras Turco-Venezianas | |||||||
A Batalha de Lepanto. |
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| Combatentes | |||||||
| Liga Santa: |
Império Otomano | ||||||
| Comandantes | |||||||
| João de Áustria | Ali Pacha | ||||||
| Forças | |||||||
| 208 galés +6 galeotas |
220-230 galés 50-60 galeotas |
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| Baixas | |||||||
| 9.000 mortos e/ou feridos 12 galés perdidas |
30.000 mortos e/ou feridos 240 navios perdidos |
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Na Batalha Naval de Lepanto, uma esquadra da Liga Santa (República de Veneza, Reino de Espanha, Cavaleiros de Malta e Estados Pontifícios), sob o comando de João da Áustria, venceu o Império Otomano, no dia 7 de Outubro de 1571, ao largo de Lepanto, na Grécia. Esta batalha representou o fim da expansão islâmica no Mediterrâneo[1].
[editar] Antecedentes
Em 1570, os Turcos Otomanos invadiram a Ilha de Chipre, então na posse de Veneza. Os venezianos, enfraquecidos por anos de luta contra os turcos, viram-se obrigados a pedir ajuda, já que a posse de Chipre permitiria aos turcos o domínio do Mediterrâneo.
O Papa Pio V reuniu uma esquadra de duzentas e oito galés e seis galeaças (enormes navios a remos com quarenta e quatro canhões), das marinhas da República de Veneza, Reino de Espanha, Cavaleiros de Malta e dos Estados Papais, sob o comando de João da Áustria, formando a então chamada Liga Santa.
Esta frota enfrentou duzentas e trinta galés turcas ao largo de Lepanto, na Grécia, a 7 de Outubro de 1571.
[editar] O combate
O combate durou somente três horas. Foram destruídas ou capturadas cento e noventa galés turcas, enquanto os cristãos perderam apenas doze navios. Lepanto foi o fim da ameaça marítima turca para a Europa.
Referências
- ↑ JANNUZZI, Giovanni. Breve historia de Italia. 1.ed. Buenos Aires: Letemendía, 2005. 80 p. p. 1 v. v. 1. ISBN 987-21732-7-3
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