Bona
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Nota: Para compositor e teórico musical italiano, veja Pasquale Bona.
| Bona | ||
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Vista de Bona |
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| Brasão | Mapa | |
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| Administração | ||
| País | ||
| Estado | Renânia do Norte-Vestfália | |
| Região administrativa | Colônia | |
| Distrito | distrito urbano | |
| Prefeito | Jürgen Nimptsch | |
| Partido no poder | SPD | |
| Estatística | ||
| Coordenadas geográficas | ||
| Área | 141.22 km² | |
| Altitude | 60 m | |
| População | 324.899 (31 dez 2010) | |
| Densidade populacional | 2.301 hab./km² | |
| Outras Informações | ||
| Placa de veículo | BN | |
| Código postal | 53111-53229 (antigo: 5300) | |
| Código telefônico | 0228 | |
| Endereço da prefeitura | Berliner Platz 2 53111 Bonn |
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| Website | sítio oficial | |
| Localização de Bona no distrito de distrito urbano |
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Bonn (português brasileiro) ou Bona (português europeu) (em alemão Bonn; em latim: Bonna)[1] é uma cidade alemã situada no estado de Renânia do Norte-Vestfália, cerca de 30 quilômetros a sul de Colônia e cerca de 60 quilômetros a norte de Coblença. Tem pouco mais de 300 mil habitantes. É também o nome de um método de ensino musical criado por Savino De Benedictis.
Bona é uma cidade independente (Kreisfreie Städte) ou distrito urbano (Stadtkreis), ou seja, possui estatuto de distrito (kreis).
O número de habitantes da cidade de Bonn ultrapassou apenas em 1939 os 100 mil, tornando-se então uma cidade (Großstadt). Bona foi a capital da República Federal Alemã entre 1949 e 1989. Atualmente, permanecem em Bona algumas embaixadas e algumas estatais alemãs como a Deutsche Welle, a Deutsche Telekom e o Deutsche Post. Desde 1996, é também a sede de algumas organizações da ONU que têm por tema a preservação do ambiente e o desenvolvimento no Terceiro Mundo.
O célebre compositor Ludwig van Beethoven nasceu na cidade em 1770.
[editar] Religiões
No início do século XVI, Bona foi o centro das tentativas de reforma do príncipe eleitor Henrique V da Saxônia. Até 1543, Martinho Lutero teve muitos simpatizantes na cidade, mas a partir daqui, o luteranismo foi combatido activamente, com o patrocínio da família real dos Wittelsbach, em favor do catolicismo. Através da Contra-Reforma, onde os Jesuítas assumiram um papel combativo, Bona tornou-se praticamente na totalidade uma cidade católica. Após a dissolução da figura de príncipe-eleitor de Colónia em 1802, a comunidade católica de Bona passou a pertencer ao bispado de Aachen, porém, entre 1821 e 1825 voltou ao arcebispado de Colónia.
Como foi dito, Bona foi "recatolizada", particularmente sob a acção dos Jesuítas. Desde logo, apenas após a secularização de 1803 (com Napoleão), no ano de 1816, foi possível constituir uma paróquia luterana (ou evangélica), pertencendo ao sínodo do círculo de Mülheim, dentro da Igreja evangélica da Prússia e suas províncias na Renânia.
Em 1895, Bona tornou-se o centro de um sínodo próprio, a partir do qual se desenvolveu o atual círculo sinódico de Bonn.
No entanto, hoje, a maioria dos habitantes de Bona continua a ser católica, tal como em Colônia, ao contrário de outras cidades das proximidades como Düsseldorf, cuja maioria é de protestantes (luteranos).
[editar] Bona torna-se capital
Com o fim da Segunda Guerra Mundial, Bona tornou-se parte da zona ocupada pelas tropas britânicas e foi então incorporada no estado da Renânia do Norte-Vestfália. Em 1949 a cidade se tornou a capital provisória da Alemanha Ocidental por iniciativa do chanceler Konrad Adenauer, natural de Colônia, que morava desde 1937 a poucos quilômetros de lá, no outro lado do rio Reno, na pequena localidade de Rhöndorf, uma freguesia da vila de Bad Honnef.
Na cidade está sediada a Universidade de Bona, com aproximadamente 30 mil estudantes (2007).
Referências
- ↑ A forma Bonn é amplamente utilizada no português brasileiro, tanto por meios de comunicação ("Antigas embaixadas em Bonn contam história alemã". Deutsche Welle (Folha de São Paulo, ed. 7 de dezembro de 2009), "Conferência de Bonn termina com sinal promissor dos EUA". O Estado de São Paulo, 13 de junho de 2009, "Uma forte nação pacífica". Veja, 2 de julho de 1975) quanto no meio acadêmico (Bandeira, Moniz. O milagre alemão e o desenvolvimento do Brasil: as relações da Alemanha com o Brasil e a América Latina, 1949-1994. Editora Ensaio, 1994. ISBN 85-85669-12-8, 9788585669126, Viagem do presidente Geisel à República Federal da Alemanha: registro histórico, repercussões. Assessoria de Relações Públicas da Presidência do Brasil. A Assessoria, 1978, Roditi, Itzhak. Dicionário Houaiss de Física, Instituto Antonio Houaiss. Editora Objetiva, 2005. ISBN 85-7302-694-4, 9788573026948, Gomes, Celso de Barros. Geologia Usp: 50 Anos. EdUSP, 2007. ISBN 85-314-1034-7, 9788531410345).
