Destruição de Jerusalém

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Pedras do lado oeste do Templo da Montanha (Jerusalém) jogados na rua pelos soldados romanos ano 70DC.

Ao longo de sua história, a cidade de Jerusalém foi destruída, total ou parcialmente, em algumas ocasiões, vindo a ser reconstruída, posteriormente. Na Antiguidade, a destruição da cidade ocorreu em 3 momentos.

Primeira destruição[editar | editar código-fonte]

A primeira destruição teria ocorrido no Século VI a.C., no ano de 587 a.C., pelos exércitos da Babilônia, comandados pelo rei Nabucodonosor. Tanto as muralhas da cidade quanto o Templo de YHVH (cuja construção era atribuída ao rei Salomão) foram destruídos. O resto da cidade ficou em ruínas durante pouco mais de um século.

Segunda destruição[editar | editar código-fonte]

Detalhe do Arco de Tito, no Fórum Romano, mostrando as tropas romanas levando os espólios de Jerusalém para Roma.

Com a derrota da Grande Revolta Judaica contra o domínio romano, em 70, Jerusalém foi tomada pelas forças do comandante romano, Tito. Outra vez, as muralhas e o templo de Iahweh (que o rei Herodes, o Grande, ampliara e embelezara, tornando-o portentoso) foram destruídos, e o resto da cidade voltou a ficar em ruínas.[1] .

Terceira destruição[editar | editar código-fonte]

Em 135, o imperador Adriano mandou arrasar a cidade, ao cabo da revolta judaica liderada por Simão bar Kokhba. Sobre os restos de Jerusalém, edificou-se uma cidade helênica (Élia Capitolina) e sobre o monte onde se erguera o santuário de Iahweh, erigiu-se um templo dedicado a Júpiter Capitolino [2]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. http://www.estudosdabiblia.net/2002322.htm
  2. John Allegro. The Chosen People. pg 234

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Allegro, John - The Chosen People. London, Hodder and Stoughton Ltd, 1971.