Luis Posada Carriles

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Luis Posada Carriles

Luis Clemente Faustino Posada Carriles (Cienfuegos, 15 de fevereiro de 1928) é um cubano, nacionalizado venezuelano, conhecido pelos pseudônimos de Basilio, Comisario Basilio e Bambi. É um ex-agente da CIA, declarado terrorista pelo governo cubano e pelo governo da Venezuela. É acusado de ser o mentor do atentado ao vôo 455 da Cubana de Aviación, em 1976. É classificado por Cuba de "Bin Laden da América Latina".

Foi treinado pela CIA em sabotagem e explosivos nos anos 1960. Juntamente com Orlando Bosch foi acusado por uma corte militar venezuelana, de participação na explosão de um avião comercial da estatal Cubana de Aviación que sobrevoava Barbados em 1976, que matou os 73 passageiros. Escapou da prisão enquanto aguardava novo julgamento, que seria realizado em corte civil. É acusado de suprir armas aos contras que trabalhavam em Nicarágua com o apoio da CIA.

Em 2000, foi condenado por participar com Gaspar Jiménez, Pedro Remón e Guillermo Novo Sampol numa conspiração para assassinar Fidel Castro durante um encontro internacional no Panamá. Os quatro foram perdoados pela presidente panamenha, Mireya Moscoso, nos últimos dias de seu governo. Jiménez, Remón e Novo foram depois admitidos nos Estados Unidos.

No dia 13 de abril de 2005, pediu asilo político nos Estados Unidos através de seu advogado. Tinha entrado nesse país de forma ilegal, através da fronteira mexicana. No dia 3 de maio, o Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela aprovou um pedido de extradição por Posada. No mesmo dia, o secretário-assistente do Departamento de Estado dos EUA, Roger Noriega, assegurou que Posada não estava nos Estados Unidos. Em 1997, ele organizou uma onda de atentados contra hotéis em Havana, que deixou um morto e vários feridos. Quando foi preso, os autores das explosões (todos os centro-americanos que entraram Cuba como turistas) confiesaron agiram por dinheiro e por Posada Carriles. Semanas mais tarde, o próprio Posada Carriles reconheceu publicamente, em entrevista à uma emissora de televisão em Miami, sendo o organizador dos atentados em Havana.[1]

No dia 17 de maio, o Miami Herald conduziu uma entrevista com Posada na Flórida. Nesse mesmo ele dia foi detido. Posada tinha retirado sua solicitação de asilo e tentaria sair do território americano.

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, diante da suspeita de que Posada não seria extraditado pelos Estados Unidos, ameaçou fechar a embaixada nesse país. Em Cuba, marchas de protesto foram organizadas pela detenção e sua possível não-extradição. Em 28 de setembro de 2005, um juiz de imigração decidiu que Posada não poderia ser deportado para a Venezuela então, acusou os EUA de terem "dois padrões em sua guerra ao terror". O governo americano tentou deportar Posada para outros países, mas pelo menos sete países se recusaram a aceitá-lo.

Em 1960, quando foi para os Estados Unidos, Posada se casou como uma residente de Miami, com quem teve dois filhos. Atualmente, vive em liberdade restringida em Miami, onde freqüenta abertamente reuniões para arrecadação de fundos de grupos de cubanos anti-castristas e participa de protestos públicos contra o governo cubano.[2]

Referências