OSS 117 : Rio ne répond plus

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Este artigo não cita fontes confiáveis e independentes. (desde janeiro de 2012). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Wikitext.svg
Este artigo ou seção precisa ser wikificado (desde janeiro de 2012).
Por favor ajude a formatar este artigo de acordo com as diretrizes estabelecidas no livro de estilo.
Ambox grammar.svg
Esta página ou secção precisa de correção ortográfico-gramatical.
Pode conter incorreções textuais, podendo ainda necessitar de melhoria em termos de vocabulário ou coesão, para atingir um nível de qualidade superior conforme o livro de estilo da Wikipédia. Se tem conhecimentos linguísticos, sinta-se à vontade para ajudar.


OSS 117 : Rio ne répond plus
OSS 117 : Rio não responde mais (título da TV a cabo) (BR)
 França
2009 • cor • 101 min 
Direção Michel Hazanavicius
Produção Eric Altmeyer
Nicolas Altmeyer
Roteiro Jean-François Halin
Michel Hazanaviciu
Jean Bruce (novelas)
Elenco Jean Dujardin
Louise Monot
Gênero Comédia
Aventura
Espionagem
Romance
Idioma Francês
Música Ludovic Bource
Cinematografia Guillaume Schiffman
Distribuição Gaumont
Lançamento França 15 de abril de 2009
Orçamento € 19 million
Receita € 21,427,455
Página no IMDb (em inglês)

OSS 117 : Rio ne répond plus é um filme de comédia francês de 2009, dirigido por Michel Hazanavicius. É a sequência de OSS 117: Cairo, Nest of Spies de 2006, do mesmo diretor. O roteiro é baseado na série de livros de Jean Bruce, um prolífico escritor francês. O filme parodia filmes com o personagem realizados por André Hunebelle e outros sobre espiões, principalmente os primeiros da série de James Bond. O espião OSS 117, interpretado por Jean Dujardin, aqui é mostrado como desajeitado, racista, machista, chauvinista e politicamente incorreto.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Jean Dujardin, o ator protagonista do filme
  • Jean Dujardin...Hubert Bonisseur de La Bath, agente OSS 117
  • Louise Monot...Dolorès Koulechov
  • Alex Lutz...Heinrich Von Zimmel
  • Rüdiger Vogler...Professor Von Zimmel
  • Reem Kherici..."Fraulein" Frieda / Carlotta, noiva de Von Zimmel
  • Ken Samuels...William « Bill » Trumendous

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Em 1967, numa festa na estação de esqui de Gstaad dada por aristocrata chinesa e que tem como convidado o espião francês Hubert Bonisseur de La Bath (paródia de James Bond), codinome OSS 117, ocorre ataque de diversos comunistas chineses enviados pelo Senhor Lee. Depois de se livrar dos assassinos, Hubert retorna ao quartel-general do Serviço Secreto Francês (SDECE) onde recebe uma nova missão: ir ao Brasil e levar 50.000 francos ao nazista Professor Von Zimmel, em troca de um microfilme com o nome de colaboracionistas franceses. No Rio de Janeiro, Hubert volta a ser atacado por assassinos de Lee mas é salvo pelo agente da CIA, Bill Trumendous. É enganado pela femme fatale Carlotta que o leva para ser morto por lutadores mascarados do Professor Von Zimmel e consegue se livrar com a ajuda de agentes do Mossad, que querem levar Von Zimmel para Israel, onde será julgado por crimes de guerra. OSS 117 começa a trabalhar com a agente israelita Dolorès Koulechov e ambos seguem a pista do filho de Von Zimmel que agora se tornara um hippie.

Referências do filme[editar | editar código-fonte]

  • Na cena de chegada de OSS 117 ao quartel-general, todos os nomes dito por ele nos cumprimentos são de pessoas conhecidas do diretor Michel Hazanavicius e do ator Jean Dujardin (antigos professores, etc.)
  • A fachada do Copacabana Palace foi recriada pela equipe de efeitos especiais.
  • O acidente na apresentação do trapézio é de um filme de Elvis Presley. Há reutilização de cenas de The Greatest Show on Earth (1952) e Furia à Bahia pour OSS 117 (1965).
  • OSS 117 diz a palavra « inexpugnable » quando vê Carlotta, o que seria uma referência ao filme "O Colosso de Rodes" de Sergio Leone. Na cena seguinte, o agente usa um "peignoir" como o de Sean Connery em Goldfinger.
  • A seguir, OSS 117 porta uma vestimenta que lembra a do detetive do filme Harper de 1966.
  • O nome da agente israelita Dolorés Koulechov, é uma homenagem do diretor ao cineasta russo Lev Kulechov, inventor do efeito especial cinematográfico conhecido como "Efeito Kulechov".
  • Alguns outros filmes que serviram de referência para várias cenas e tramas: L'Homme de Rio (além da ida a Brasília, também a cena com os meninos da favela do Rio), Le Magnifique (notadamente a cena da piscina), The Thomas Crown Affair (1968), os filmes de Matt Helm (com Dean Martin, cujas canções são ouvidas na abertura e no encerramento[1] ), On Her Majesty's Secret Service (notadamente o traje do jardineiro) e Vertigo (cena da perseguição até o topo da estátua do Cristo Redentor). Também Indiana Jones é referenciado (na cena em que o assassino mascarado desafia OS 117 para uma luta), The Big Lebowski (cena em que OSS 117 rabisca um bloco de papel) e North by Northwest (principalmente no climax no topo da estátua do Cristo Redentor e na cena do elevador onde se encontram assassinos nazistas e chineses). A piada recorrente dos assassinos orientais que sempre dizem ao ameaçar o agente francês, ser uma vingança pela morte de um parente, é uma referência a fala da personagem Inigo Montoya de Mandy Patinkin no filme The Princess Bride de 1987.
  • O discurso final de Von Zimmel é uma reprise de uma célebre passagem da peça "O Mercador de Veneza" de Shakespeare, mudando-se a referência aos judeus para nazistas.

Citações[editar | editar código-fonte]

Durante a maior parte que está com OSS 117, a agente Dolorès Koulechov se irrita com a misoginia, racismo e chauvinismo de OSS 117. Ao se referir ao governo autoritário brasileiro da época, ela trava o seguinte diálogo com o agente (versão em português da tradução inglesa):

OSS 117: - "Você sabe o que é uma ditadura? É quando o povo é comunista, frio e com chapéus cinzas e botas com ziperes. Aquilo é uma ditadura!"
Dolores - "Então como você chama um país com um líder militar controlando tudo, uma polícia secreta, um único canal de televisão com todas as notícias controladas pelo Estado?"
OSS 117 - "Eu chamo de "França", senhorita. A França do General De Gaulle..."

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]