O eclipse do darwinismo

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Foto do livro de 1918 Origin and Evolution of Life, de Henry Fairfield Osborn, mostrando modelos ilustrando a evolução do corno do Titanothere ao longo do tempo, o que Osborn indicava era um exemplo de uma tendência ortogénica na evolução.

O eclipse do darwinismo (The eclipse of Darwinism no original, em inglês) é a expressão usada por Julian Huxley para descrever o período anterior à síntese evolutiva moderna em que a evolução era largamente aceite no meio científico, mas relativamente poucos biólogos aceitavam a selecção natural como o seu mecanismo principal.[1] [2] Historiadores de ciência como Peter J. Bowler têm usado essa expressão para descrever a história do pensamento evolutivo desde a década de 1880 até às primeiras décadas do século XX, quando algumas alternativas à selecção natural foram desenvolvidas e exploradas, e muitos biólogos consideravam a selecção natural como um palpite errado da parte de Darwin.[3] [4] As quatro principais alternativas à selecção natural no fim do século XIX eram a evolução teísta, neolamarquismo, ortogénese e saltacionismo.


Notas[editar | editar código-fonte]

  1. (Huxley 1942, p. 22)
  2. (Bowler 2003, pp. 196–253)
  3. (Bowler 1983)
  4. (Quammen 2006, pp. 216-223)


Referências[editar | editar código-fonte]