O eclipse do darwinismo
O eclipse do darwinismo (The eclipse of Darwinism no original, em inglês) é a expressão usada por Julian Huxley para descrever o período anterior à síntese evolutiva moderna em que a evolução era largamente aceite no meio científico, mas relativamente poucos biólogos aceitavam a selecção natural como o seu mecanismo principal.1 2 Historiadores de ciência como Peter J. Bowler têm usado essa expressão para descrever a história do pensamento evolutivo desde a década de 1880 até às primeiras décadas do século XX, quando algumas alternativas à selecção natural foram desenvolvidas e exploradas, e muitos biólogos consideravam a selecção natural como um palpite errado da parte de Darwin.3 4 As quatro principais alternativas à selecção natural no fim do século XIX eram a evolução teísta, neolamarquismo, ortogénese e saltacionismo.
Notas [editar]
- ↑ (Huxley 1942, p. 22)
- ↑ (Bowler 2003, pp. 196–253)
- ↑ (Bowler 1983)
- ↑ (Quammen 2006, pp. 216-223)
Referências [editar]
- Bowler, Peter J.. Evolution:The History of an Idea. [S.l.]: University of California Press, 2003. ISBN 0-52023693-9
- Bowler, Peter J.. The Eclipse of Darwinism: anti-Darwinian evolutionary theories in the decades around 1900. [S.l.]: Johns Hopkins University Press, 1983.
- Darwin, Charles. The Origin of Species by Means of Natural Selection, or the Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life. 6th ed. [S.l.]: John Murray, 1872.
- Huxley, Julian. Evolution: the modern synthesis. [S.l.]: Allen and Unwin, 1942.
- Larson, Edward J.. Evolution:The Remarkable History of Scientific Theory. [S.l.]: Modern Library, 2004. ISBN 0-679-64288-9
- Quammen, David. The Reluctant Mr. Darwin. [S.l.]: Atlas Books, 2006. ISBN 0-393-05981-2