Rosa Lobato de Faria
| Rosa Lobato de Faria | |
|---|---|
| Nome completo | Rosa Lobato de Faria |
| Nascimento | 20 de abril de 1932 (79 anos) Lisboa |
| Morte | 02 de fevereiro de 2010 (1 anos) Lisboa |
| Ocupação | actriz, escritora, compositora |
| Atividade | 1983 - 2010 |
| Outros prêmios | |
| Prémio Máxima de Literatura em 2000 | |
Rosa Maria de Bettencourt Rodrigues Lobato de Faria (n. Lisboa, 20 de Abril de 1932 - m. Lisboa, 2 de Fevereiro de 2010)[1] foi uma escritora, compositora e actriz portuguesa.
[editar] Biografia
Filha de um oficial da Marinha, cresceu entre Lisboa e Alpalhão, no Alentejo.
O seu nome está na escrita como guionista, romancista, contista, poeta, dramaturga e letrista de canções. Assinou o argumento da sitcom Humor de Perdição (1987), e de séries e novelas como Passerelle (1988), Pisca-Pisca (1989), Nem o Pai Morre Nem a Gente Almoça (1990), Telhados de Vidro (1994) e Tudo ao Molho e Fé em Deus (1995). Publicou os romances O Pranto de Lúcifer (1995), Os Pássaros de Seda (1996), Os Três Casamentos de Camila (1997), Romance de Cordélia (1998), O Prenúncio das Águas (1999), galardoado com o Prémio Máxima de Literatura em 2000, A Trança de Inês (2001), O Sétimo Véu (2003), Os Linhos da Avó (2004) e A Flor do Sal (2005). Em co-autoria participou em Os Novos Mistérios da Estrada de Sintra e Código d' Avintes. Para além disto publicou contos infantis (A Erva Milagrosa, As quatro Portas do Céu e Histórias de Muitas Cores). Foi autora de A Gaveta de Baixo, longo poema inédito, acompanhado de aguarelas de Oliveira Tavares, estando o resto da sua obra poética reúnida no volume Poemas Escolhidos e Dispersos (1997). Para o teatro escreveu as peças A Hora do Gato, Sete Anos – Esquemas de um Casamento e A Severa. Foi ainda a letrista que, a par de José Carlos Ary dos Santos, permanece como a mais bem sucedida no Festival RTP da Canção, tendo obtido quatro vezes o primeiro lugar com Amor de Água Fresca (1992), Chamar a Música (1994), Baunilha e Chocolate (1995) e Antes do Adeus (1997).
Como actriz integrou o elenco de várias séries televisivas (1987 - Cobardias, 1988 - A Mala de Cartão, 1992 - Crónica do Tempo, 1992 - Os Melhores Anos), sitcoms (1987 - Humor de Perdição, 1990 - Nem o Pai Morre Nem a Gente Almoça, 2002 - A Minha Sogra é uma Bruxa, 2006 - Aqui Não Há Quem Viva) e novelas (1982 - Vila Faia, 1983 - Origens, 2004 - Só Gosto de Ti, 2004 - O Jogo, 2005 - Ninguém como Tu). Experimentou o cinema, sob a direcção de João Botelho, em Tráfico (1998) e A Mulher Que Acreditava Ser Presidente dos Estados Unidos da América (2003), além dos filmes de Lauro António, Paisagem Sem Barcos (1983) e O Vestido Cor de Fogo (1986) e de Monique Rutler, 'Jogo de Mão (1984).
Vitimou-a uma anemia, aos setenta e sete anos. Era viúva de Joaquim Figueiredo Magalhães, editor literário, desde 26 de Novembro de 2008.
Notas e referências
- ↑ Morreu Rosa Lobato Faria. Jornal Público (2 de fevereiro de 2010). Página visitada em 2 de fevereiro de 2010.
[editar] Ligações externas
- Renascer aos 63 anos - Entrevista de Rosa Lobato de Faria à revista Autores
- Rosa Lobato de Faria (em inglês) no Internet Movie Database
- Grupo de fãs no Facebook de Rosa Lobato de Faria
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