Universidade Hebraica de Jerusalém

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Direção em memória de Sharman, na entrada do campus de Givat Ram.

Nota: Esta página contém alguns caracteres especiais que podem não ser exibidos por alguns navegadores. Veja aqui mais informações. Nota: esta página contém alguns caracteres especiais e é possível que a impressão não corresponda ao artigo original. A Universidade Hebraica de Jerusalem (האוניברסיטה העברית בירושלים) é uma das 7 maiores universidades de Israel. Tem atualmente cerca de 23.000 estudantes. A universidade Hebraica de Jerusalem está entre as 100 melhores do mundo[1].

Índice

[editar] História

Um dos sonhos do movimento sionista é o do estabelecimento de uma universidade hebraica na terra de Israel. A proposta de uma tal Universidade foi feita em 1884 na conferência de Kattowitz.

Poucas décadas mais tarde, esta ideia vai conhecer o apoio de Albert Einstein, que inclusivamente legou em seu testamento todas as suas propriedades e escritas para esta Universidade.

Os fundamentos da Universidade foram estabelecidos em 1918, e sete anos mais tarde, a 1 de Abril de 1925, o campus da Universidade no Monte Scopus em Jerusalém foi aberto numa cerimónia de gala. Presentes, entre outros, o presidente do conselho diretivo, Chaim Weizmann, distintas figuras académicas e políticas e dignatários britânicos, incluindo o Lord Arthur James Balfour, o Visconde Allenby e Sir Herbert Samuel.

O primeiro reitor foi o Dr. Judah Magnes.

Em 1947, a Universidade tinha-se tornado já uma grande instituição de ensino e pesquisa, com faculdades de humanidades, ciências, medicina, educação e agricultura (esta última num campus em Rehovot). Continha já a biblioteca nacional judaica (que mais tarde se tornaria a Biblioteca Nacional de Israel), uma editora da Universidade; um centro de educação de seniores.

Durante a Guerra israeli-árabe de 1948, os Árabes repetidamente atacaram a Universidade, localizada na zona a nordeste de Jerusalém, e escoltas que se moviam entre a zona de Jerusalém controlada por Israel e a Universidade.


Após o massacre à escolta médica de Hadassah em 1948, o campus do Monte Scopus foi separado da parte judaica de Jerusalém. Quando o governo jordaniano repudiou os acordos do armistício de 1949 e recusou o acesso israelita ao campus do Monte Scopus, a Universidade foi forçada a mudar para o novo campus em Givat Ram no oeste de Jerusalém, o qual ficou pronto em 1953.

No início de 1967, o número de estudantes atingia os 12.500.

Após a reunificação de Jerusalém, na Guerra dos seis dias de Junho de 1967, a Universidade pode regressar ao campus original Monte Scopus, que necessitava de ser reconstruído. Em 1981, as obras de reconstrução estavam prontas e o Monte Scopus voltou a ser o campus principal da Universidade.

[editar] Alunos e professores famosos

[editar] Artigos relacionados

[editar] Apontadores externos

[editar] Referências

  1. Academic Ranking of World Universities 2006 publicado pela Shanghai Jiao Tong University
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