Vitória Bonelli

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde junho de 2013).
Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoScirusBing. Veja como referenciar e citar as fontes.

Vitória Bonelli foi uma telenovela brasileira produzida e exibida pela extinta Rede Tupi às 19h00, de 13 de setembro de 1972 a 14 de julho de 1973. Foi escrita e dirigida por Geraldo Vietri.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Vitória Bonelli é uma mulher firme, decidida e de grande personalidade. Por uma série de circunstâncias, fica enclausurada durante vinte anos em seu quarto, vivendo fora da realidade, num mundo particular. De repente, sai do seu refúgio para enfrentar um ambiente hostil, vivendo através dos problemas de seus quatro filhos - Tiago, Mateus, Lucas e Verônica.

Vitória irá protegê-los usando toda a sua garra na luta para vencer a depressão econômica que se abateu sobre a família. O marido, Jaime Bonelli, homem que enriquecera através de meios duvidosos, morreu durante uma festa em sua mansão quando tentava conseguir mais dinheiro emprestado de seu círculo de amigos para livrar-se das dívidas. Com a derrocada financeira, a família Bonelli perde tudo e Vitória luta para sobreviver e conscientizar os filhos dessa nova realidade. A princípio eles não aceitam a situação e revoltam-se contra a mãe. Para piorar, Verônica aceita-se casar com Wálter, filho dos Moglianni, principais credores dos Bonelli.

Apesar da força de sua verdadeira personalidade, Vitória Bonelli é uma mulher tímida que sempre viveu à sombra do marido. Vivendo no conforto, ela ocupava-se apenas de cuidar de seus filhos, levando uma vida tranqüila e burguesa. Com a reviravolta na situação econômica da família, Vitória deixa seu casulo e converte-se numa verdadeira matriarca, tomando para si a responsabilidade de salvar a situação.

Preocupada em manter a família unida, deixa de lado o conforto no qual se criara, abandona os hábitos burgueses e abre uma cantina para dela tirar o sustento de sua prole.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Trilha sonora[editar | editar código-fonte]

  1. Casthity - Orquestra Phonogram (tema de abertura)
  2. La Prima Compagnia - Sergio Endrigo
  3. Blues For Strings - Orquestra Phonogram
  4. Casthity (Tema Romântico) - Orquestra Phonogram
  5. Mademoiselle - George Baker Selection
  6. Irene - Ennio Morricone e Banda
  7. Last Summer Day (Adieu L'Eté, Adieu La Plage) - Paul Mauriat & Orchestra
  8. Wedding Song (There Is Love) - James Last & Orchestra
  9. Buddy Joe - Golden Earring
  10. No Mar Negro (Am Scowarzem Meer) - Orquestra Phonogram
  11. Aiutami Amore Mio - Orquestra Phonogram
  12. Tema do Encontro (Baseado no Concerto "Imperador" de Beethoven) - Orquestra Phonogram
  13. So Lucky - Freddy Davis (tema de Tiago)

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

Broom icon.svg
Seções de curiosidades são desencorajadas pelas políticas da Wikipédia.
Ajude a melhorar este artigo, integrando ao corpo do texto os itens relevantes e removendo os supérfluos ou impróprios.
  • Uma verdadeira obra-prima da telenovela: texto, imagem e interpretação absolutamente precisos. Um raro momento da televisão onde tudo atingiu a tônica certa.
  • Momentos memoráveis: alguns capítulos aconteciam com apenas dois atores em cena. Dina Lisboa interpretando a feiticeira Esmeralda. Yara Lins como Madame Modiglianni (que afirma ter imitado em sua interpretação o temperamento difícil de Vietri). Ruthinéia de Moraes criando a humilde e meiga Néia, sonhando com a felicidade. A presença de Berta Zemel em papel feito especialmente para ela. A importante participação de Raul Cortez como Jaime Bonelli, no primeiro capítulo.
  • A apresentação inicial relatava em monólogo o capítulo anterior. Uma novidade na época.
  • Todavia, o grande saldo positivo foi deixado por Tony Ramos: decididamente se afirmando como grande ator.
  • O autor Geraldo Vietri criou a personagem-título a partir da personalidade de sua amiga e intérprete Berta Zemel.
  • Nessa novela, Berta Zemel proferiu, pela primeira vez na TV, a palavra "bunda", contracenando com Tony Ramos.