Carlos Chagas (jornalista)

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Carlos Chagas
Nascimento 20 de maio de 1937 (79 anos)
Três Pontas, MG  Brasil
Nacionalidade Brasileira
Ocupação Advogado
Professor
Jornalista

Carlos Chagas (Três Pontas, 20 de maio de 1937) é um advogado, professor e jornalista brasileiro.

Carlos é o pai de Helena Chagas, ministra-chefe da Secretaria de Comunicação Social do governo Dilma Rousseff.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Formação acadêmica e início da carreira[editar | editar código-fonte]

Formado em Direito pela PUC-Rio, Carlos foi professor da Universidade de Brasília (UnB) durante 25 anos.

Como jornalista[editar | editar código-fonte]

Iniciou no jornalismo como repórter de O Globo, em 1958. Depois passou pelo O Estado de S. Paulo, onde permaneceu durante 18 anos.

Como apresentador, colunista e comentarista[editar | editar código-fonte]

Apresentou o programa Jogo do Poder, exibido pela CNT e que antes ia ao ar pelas redes Manchete e RedeTV!. Apresentou o programa Falando Francamente.

Além de apresentador, é um colunista de 12 jornais onde comenta e critica a forma com que a imprensa brasileira atua. Foi comentarista de política do Jornal do SBT em Brasília e na Jovem Pan.

Atualmente é comentarista do CNT Jornal em Brasília. Em 29 de dezembro, Carlos participa pela última vez do Jogo do Poder, já que ele anunciou tanto sua saída da emissora como a aposentadoria da televisão.Sendo que na sua despedida estava entre os convidados foram sua filha Helena Chagas [1]

Literatura[editar | editar código-fonte]

Como escritor publicou, entre outros livros "O Brasil sem Retoque: 1808 - 1964", "Carlos Castelo Branco: o Jornalista do Brasil" e "Resistir é Preciso". Pertence à Academia Brasiliense de Letras[2].

Na vida pública[editar | editar código-fonte]

Foi assessor de imprensa da Presidência da República em 1969[3] no governo Costa e Silva.

Caso Sociedade dos Amigos de Plutão[editar | editar código-fonte]

Em 2 de setembro de 2006, Carlos publicou no site da revista "Brasília em Dia" uma notícia sobre a criação de uma ONG chamada Sociedade dos Amigos de Plutão[4]. Na notícia, Carlos divulgou detalhes sobre a suposta ONG apontando número de diretores, valores destinados à organização e uma ligação íntima entre o presidente da ONG (supostamente um ex-líder sindical, filiado à CUT e ao PT) e o então presidente Lula.

Consequências[editar | editar código-fonte]

A notícia em questão gerou grande repercussão dentro e fora da internet, atingindo seu ápice quando o então senador piauiense Heráclito Fortes do então PFL (atual Democratas) propôs uma CPI para apurar a suposta criação da ONG.

Desfecho[editar | editar código-fonte]

Carlos publicou uma retratação no dia 2 de outubro em sua coluna na Tribuna da Imprensa. Nela, afirmou que tudo aquilo não passava de uma metáfora que, entretanto, não estava devidamente caracterizada[5].

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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