Cascavel Clube Recreativo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Cascavel
Novo Escudo do Cascavel CR.png
Nome Cascavel Clube Recreativo
Alcunhas Serpente

Tricolor do Oeste

Cobra

Tricolor

Time do Povo

Torcedor/Adepto Serpentino
Cascavelense
Mascote Cobra Cascavel
Fundação 17 de dezembro de 2001 (14 anos)
Estádio Olímpico Regional
Capacidade 28,125 lugares
Localização Brasao cascavel.jpg Cascavel, Paraná PR,Brasil Brasil
Mando de jogo em Ninho da Cobra
Capacidade (mando) 2.500 pessoas
Presidente Brasil Nivaldo Missio
Treinador Brasil Tuta
Material esportivo Brasil Sport World
Competição Paraná Campeonato Paranaense
Paraná B 2016 8º Colocado
Website cascavelcr.com.br
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
Temporada atual
editar

O Cascavel Clube Recreativo (conhecido como Cascavel ou ainda Cascavel CR e cujo acrônimo é CCR) é um clube de futebol brasileiro da cidade de Cascavel, oeste do Paraná. Foi fundado em 17 de Dezembro de 2001 a partir da fusão do Cascavel Esporte Clube, SOREC e Cascavel S/A. Suas cores são o Azul, Vermelho e Branco, a equipe manda os seus jogos no Estádio Olímpico Regional Arnaldo Busatto, com capacidade para 28.125 pessoas.

O CCR herdou a tradição do Cascavel Esporte Clube, campeão estadual em 1980. Atualmente, encontra-se na Divisão de Acesso Paranaense.

História[editar | editar código-fonte]

História das fusões[editar | editar código-fonte]

O Cascavel Clube Recreativo foi criado com o intuito de fortalecer o futebol da cidade. Nasceu da fusão do Cascavel S/A, SOREC e Cascavel Esporte Clube em 2001.

Chegou-se a conclusão que era inviável para Cascavel comportar três clubes e atrelado aos seguidos insucessos na década de 90, período de penúria do futebol cascavelense, as três principais forças da modalidade no município resolveram se unir, a fim de formar uma nova equipe. Definiu-se como sede oficial e local de jogos, o Estádio Olímpico Regional, além disso, à nova agremiação herdara às cores de fundação do Cascavel E.C, respectivamente: o branco, vermelho e azul, assim como o título paranaense de 1980.

Em 17 de dezembro de 2001, nascia oficialmente o Cascavel Clube Recreativo.[1]

2002/2005 - O início do Cascavel Clube Recreativo[editar | editar código-fonte]

Em 2002, faz a sua primeira aparição como profissional, disputando à Divisão de Acesso, cuja vaga, provinha do Cascavel S/A, que havia jogado o mesmo torneio no ano anterior. Ao longo de três fases, obteve 12 vitórias, 5 empates e 9 derrotas, encerrando no terceiro lugar, o que lhe garantiu presença na elite do futebol do estado no ano de 2003[2] .

E no debute na Primeira Divisão Paranaense, teve um resultado desastroso, já que depois de péssima campanha, retornou a Série B do estadual. O rebaixamento encerrou as atividades na temporada por falta de competições e verba, obrigando-o a ficar dez meses sem jogar, na época o então presidente, Sandro Bacarin, afirmou que o principal motivo para o insucesso, foi a falta de apoio financeiro, que impossibilitou a diretoria de fazer boas contratações e os jogadores de terem uma pré-temporada adequada, para entrarem bem no campeonato.

A partir de 2004, Sérgio Santos, um empresário paulista do ramo futebolístico, assume a presidência, com a promessa de ascender o clube à Série Ouro. Entretanto, tal objetivo seria adiado, já que tanto na Divisão de Acesso 2004, quanto na de 2005, a serpente não conseguiu ser promovida.

2006/2007 - Parceria com a Belletti Sports[editar | editar código-fonte]

Em 2006, depois de um torneio conturbado, que foi decido apenas nos tribunais, consegue o acesso à elite do futebol paranaense. No ano seguinte, para a disputa do Campeonato Paranaense de 2007, passa a contar com uma parceria: a Belletti Sports[3] , que passou a dirigir o futebol do clube. Juliano Belletti, na época jogador do Barcelona, passou a atuar como manager. Neste mesmo ano, com o comando de Lorival dos Santos, o Cascavel conseguiu se manter na primeira divisão.

Além do trabalho no time profissional, a parceria também passou a investir nas categorias de base. Quem entrou para comandar este trabalho foi Patrick Belletti, que abandonou a carreira vitoriosa de técnico de futsal para trabalhar no CCR. Um dos principais objetivos da parceria foi exatamente o investimento na “prata da casa”, diminuindo os custos em contratações e dando mais valor aos jovens talentos das categorias inferiores.

2008/2010 - Fim da parceria e novos rumos[editar | editar código-fonte]

A parceria com a Belleti Sports foi desfeita no final de 2007 e o Cascavel voltou a enfrentar dificuldades financeiras. Então, para a temporada 2008, ainda com Sérgio Santos na presidência, é firmado um novo acordo, desta vez com a empresa Toque de Classe, visando a disputa do Campeonato Paranaense, tal aliança durou até o fim do campeonato. Na competição a serpente conseguiu manter-se na primeira divisão, entretanto, jogadores ficaram sem os pagamentos e fornecedores não receberam pelos serviços prestados,devido a estes fatos o Conselho Deliberativo da época decidiu destituir Sérgio Santos da presidência.[4]

Já em 2009,encontrava-se mergulhado em dívidas que somavam o total de 1 milhão de reais[5] , resultado principalmente de ações trabalhistas movidas por ex-atletas que não receberam seus salários. Diante desta situação um grupo de empresários cascavelenses sob iniciativa de Jair Bordignon e Darcy Casagrande, duas das mais influentes figuras do futebol na cidade, passam a reger o tricolor do oeste[6] , com o intuito de reestruturar financeiramente o clube. Apesar de não ter obtido sucesso dentro dos campos, pois o time ocupou posições intermediarias no paranaense, a direção cumpriu o objetivo e voltou a dar credibilidade ao Cascavel.[7]

A partir de 2010, um novo presidente é eleito. Tratava-se de Ney Victor [8] , ex-jogador do antigo Cascavel Esporte Clube e atual treinador do Cascavel Futsal, que assumia o clube, contando com o apoio de uma boa gama de patrocinadores, o objetivo era dar continuidade a reformulação iniciada na gestão anterior e montar uma equipe competitiva. Apoiado nisso, o time faz uma boa campanha no estadual, figurando entre as oito melhores equipes do Paraná.

2011/2012 - Descenso[editar | editar código-fonte]

O ano de 2011 trazia consigo boas expectativas em virtude da reestruturação iniciada em 2009, e do bom desempenho no ano anterior[9] , porém marcou o rebaixamento do Cascavel a Divisão de Acesso[10] , depois de uma campanha lastimável no Campeonato Paranaense, onde terminou na última colocação.

Já no ano de 2012, lutou para permanecer na Divisão de Acesso o que dentro de campo se consolidou, já que o time mesmo enfrentando dificuldades encerrou na 5ª posição, entretanto devido ao uso de jogadores irregulares na partida contra o Foz, no dia 18 de maio de 2012, foi punido com a perda de seis pontos após julgamento no TJD-PR, desta forma o tricolor do oeste amargou seu segundo declínio em menos de dois anos, sendo rebaixado para a Terceirona de 2013.[11] .

Após frustradas tentativas em revogar a decisão da FPF, o Conselho Deliberativo da época, elege mais um presidente, tratava-se do empresário Mauri Carlos Schoneweiss, o Zebrão, no entanto após ficar ciente de pendências financeiras do clube, oriundas de gestões passadas, Zebrão decide não assumir o cargo de mandatário mor do clube, deixando o CCR á beira da extinção.[12]

2013/2014 - Da incerteza a um novo recomeço[editar | editar código-fonte]

Sidnei Roberto Villaca assume a presidência do clube no ano de 2013 [13] [14] , junto ao seu vice Nivaldo Missio Sotel, e como bem definia Villaca em entrevista, o Cascavel, "tinha um rumo traçado mas nada definido"[15] . E as definições se iniciaram no ano de 2014[16] [17] [18] , após o clube se licenciar de suas atividades em 2013[19] , mas agora sob o comando de Nivaldo já que Sidnei preferiu não dar seguimento como figura principal do novo projeto, renunciando ao cargo de presidente. O primeiro passo foi a quitação de todas as dividas pendentes com a Federação Paranaense e o TJD, que somavam cerca de dezoito mil e cem reais, fato que regularizou a situação do clube com a mesma. A segunda medida, consistiu em retomar as atividades nas categorias de base, a fim de montar uma equipe Sub-20 para a disputa do estadual da categoria, já que além da importância de se investir nas categorias inferiores, a Federação Paranaense de Futebol obriga os clubes a ter ao menos uma equipe disputando seus torneios de base, para se ter o direito de participar de seus campeonatos profissionais. Através do projeto intitulado Instituto CCR, passou há realizar peneiras com garotos da cidade e da região, o Tricolor do Oeste, assim viabilizou a montagem do elenco para a disputa do Campeonato Paranaense Sub-20 de 2014[20] , sendo este o primeiro passo para a disputa da Terceira Divisão Paranaense de 2014.

Após um ano afastado o CCR voltava as atividades profissionais disputando Terceirona, e apesar dos resultados não terem sidos tão bons desportivamente falando[21] , já que o time era formado em grande maioria por garotos da base, só o fato de estar presente na competição era uma vitória segundo o presidente Nivaldo. O tricolor terminaria o torneio na penúltima colocação, mas com boas perspectivas para o ano seguinte.[22]

2015 - O primeiro título[editar | editar código-fonte]

Em 2015, o Cascavel continuou a sua reestruturação na base, montando equipes em novas categorias como a sub-15 e a sub-17, além da já existente sub-20. No entanto, o foco principal era a disputa da Terceira Divisão Paranaense de 2015, que quase chegou a não ser realizada [23] , no entanto a FPF, confirmou a realização do torneio para o segundo semestre daquele ano[24] , com apenas quatro participantes. Então a partir do mês de agosto, Cambé Atlético Clube, Cascavel Clube Recreativo, Colorado Atlético Clube e Grêmio de Esportes Maringá, iniciaram as disputas da competição.

O primeiro jogo do CCR foi contra o Colorado em uma vitória pelo placar de 1-0, no entanto este jogo não foi validado, já que o time do norte paranaense foi excluído do torneio[25] , tendo todos o seus jogos anulados. A estréia oficial foi então contra o Cambé no Ninho da Cobra, jogo vencido pelo CCR por 4-3. Em seguida o tricolor do oeste foi a Maringá e saiu derrotado por 1-0. No inicio do returno o clube foi até Londrina para enfrentar o Cambé, empatando em 1-1, e na última rodada empatou em casa com o Grêmio Maringá, encerrando os jogos da primeira fase, o CCR conseguia então o ascender a Divisão de Acesso, e consequentemente a vaga na final do torneio junto ao Cambé a fim de definir o campeão[26] .

A primeira partida da decisão foi realizada no dia 12 de outubro no estádio Ninho da Cobra, e o Cascavel superou o Cambé pelo placar de 4-3, gols de Suender, Juninho e Leandro duas vezes, para o tricolor. Na partida de volta no Estádio do Café,em Londrina, o Cascavel se valeu da vantagem do empate, já que a partida terminou em 0-0, e o clube conquistou o primeiro título de sua história [27] [28] premiando o trabalho de reestruturação iniciado pelo presidente Nivaldo Missio.

Cronologia[editar | editar código-fonte]

Cronologia do Cascavel Clube Recreativo

__________________________________________________


Jogadores Notáveis[editar | editar código-fonte]

Apesar de ser relativamente jovem, o Cascavel já teve alguns jogadores que se destacaram com a camisa tricolor. O principal nome é do atacante Irineu[29] [30] , o jogador que é natural da cidade, já defendeu a serpente por quatro temporadas, e nesse período se tornou o maior artilheiro da história do clube com 31 gols marcados, também cascavelenses os irmãos Sidiclei e Jean Carlo mostraram toda sua experiência e qualidade jogando no meio-campo. Gildázio foi outro atleta de destaque, o meia sempre é lembrado por sua atuação decisiva na vitória por 4x3, diante do Atlético-PR[31] , no ano de 2007. Outros nomes de relevância são do lateral esquerdo Gilson e do Goleiro Glédson, que hoje atuam em equipes de maior expressão do futebol brasileiro.[32] [33]

Estádio[editar | editar código-fonte]

Foto do Estádio Olímpico Regional

O Estádio Olímpico Regional Arnaldo Busatto mais conhecido como Olímpico regional, é a casa do Cascavel, sua capacidade é de 28.125 espectadores . Foi inaugurado em 10 de novembro de 1982, em uma partida amistosa entre Cascavel E.C e São Paulo cujo placar foi de 1x0 em favor da equipe da paulista. A principal competição recebida no estádio foi no período de 18 a 29 de janeiro de 2000,quando foram realizados os jogos Pré-Olimpicos do grupo “B”, entre as seleções da Argentina, Bolívia, Paraguai, Peru e Uruguai.

Símbolos[editar | editar código-fonte]

Escudo[editar | editar código-fonte]

Abaixo, a evolução dos escudos, desde a fundação até os dias atuais:

Uniformes[editar | editar código-fonte]

Uniformes de jogo[editar | editar código-fonte]

Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme

Mascote[editar | editar código-fonte]

MascoteCCR.png

Para fazer um elo de identificação com seus torcedores, chegou-se à conclusão que não haveria melhor escolha como mascote do que a cobra Cascavel, já que a serpente dá nome tanto a cidade quanto ao clube.

Torcida[editar | editar código-fonte]

Organização Serpente Tricolor.png
  • Organização Serpente Tricolor

A história da Organização Serpente Tricolor começa a partir de um grupo de amigos que sempre acompanhou a trajetória do futebol no município. Percebendo ser necessário mudar o conceito de torcida não apenas em Cascavel, mas também na região Oeste do Paraná, apresentaram o novo propósito, de não somente assistir aos jogos, mais incentivar o clube por meio de faixas e cantos.

Assim, em 22 de Maio de 2005, é fundada a Serpente Tricolor, passando apoiar o Cascavel Clube Recreativo nos seus confrontos, tanto dentro como fora de casa. No início de suas atividades o número de participantes eram 6, atualmente conta com mais de 48 integrantes. [34]

Rivalidades[editar | editar código-fonte]

Clássico da Soja[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Clássico da Soja

O mais tradicional rival do Cascavel é o Toledo. O Clássico da Soja como é conhecido o confronto entre as duas equipes, completa mais de 20 anos de história, considerado um dos maiores derbies do futebol paranaense a rivalidade ultrapassa as quatro linhas, estando presente em outros esportes como o futsal e até mesmo na política das duas cidades , o que torna o clássico ainda mais acirrado.

Ao todo foram realizadas 40 partidas, sendo que o número de vitórias esta igualado, com 12 para cada clube, já os empates, somam 16 no total.[35]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Estaduias
Competição Títulos Temporadas
Paraná Terceira Divisão Paranaense 1 2015

Campanhas de destaque[editar | editar código-fonte]

Rankings[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Cascavel Clube Recreativo». arquivodeclubes.com. Consultado em 29 de junho de 2013. 
  2. «Paraná State League 2002 - Second Level(Série A-1)» (em inglês). rsssfbrasil.com. 2 de outubro de 2002. Consultado em 19 de julho de 2013. 
  3. «Belletti, do Barcelona, investe no Cascavel». parana-online.com.br. 11 de novembro de 2006. Consultado em 29 de junho de 2013. 
  4. «CASCAVEL - Afastamento de Sérgio Santos da presidência começa a ganhar corpo». jhoje.com.br. 15 de maio de 2007. Consultado em 29 de junho de 2013. 
  5. «Ações trabalhistas chegam hoje a mais de R$ 1 milhão». futebolparanaense.net. 4 de março de 2009. Consultado em 29 de junho de 2013. 
  6. «Cascavel tenta se livrar de herança». futebolparanaense.net. 21 de abril de 2009. Consultado em 29 de junho de 2013. 
  7. «Cascavel recupera a credibilidade no futebol Paranaense». parana-online.com.br. 29 de março de 2010. Consultado em 29 de junho de 2013. 
  8. «Cascavel Clube Recreativo elege novo Presidente». futebolparanaense.net. 28 de agosto de 2009. Consultado em 29 de junho de 2013. 
  9. «Cascavel aposta em base de 2010 para fazer bonito». noticiafc.com. 13 de janeiro de 2011. Consultado em 29 de junho de 2013. 
  10. «Cascavel é rebaixado no estadual». globoesporte.globo.com. 20 de abril de 2011. Consultado em 29 de junho de 2013. 
  11. «Pleno do TJD-PR confirma rebaixamento do Cascavel CR à Terceira Divisão». redacaoemcampo.com. 7 de dezembro de 2012. Consultado em 29 de junho de 2013. 
  12. «Cascavel Clube Recreativo tem mais um abacaxi para descascar». catve.com. 8 de novembro de 2012. Consultado em 4 de fevereiro de 2016. 
  13. «Futebol: CCR finalmente tem novo presidente». catve.com. 11 de março de 2013. Consultado em 4 de fevereiro de 2016. 
  14. «Futebol: novo Presidente fala do futuro do CCR». catve.com. 12 de março de 2013. Consultado em 4 de fevereiro de 2016. 
  15. «Cascavel tem caminho traçado, mas nenhum rumo definido». futebolparanaense.net. 19 de março de 2013. Consultado em 4 de fevereiro de 2016. 
  16. «Futebol: Cascavel Clube Recreativo tenta se reerguer». catve.com. 2 de abril de 2015. Consultado em 4 de fevereiro de 2016. 
  17. «CCR está de volta ao Futebol Paranaense». cbncascavel.com.br. 1 de abril de 2014. Consultado em 4 de fevereiro de 2016. 
  18. «A ‘nova’ Serpente». cgn.uol.com.br. 9 de fevereiro de 2014. Consultado em 4 de fevereiro de 2016. 
  19. «CCR não disputará terceirona do paranaense, informa Federação». catve.com. 25 de maio de 2013. Consultado em 4 de fevereiro de 2016. 
  20. «Futebol: CCR se prepara para o estadual sub-20». cbncascavel.com.br. 1 de abril de 2014. Consultado em 4 de fevereiro de 2016. 
  21. «Cascavel CR perde para a Portuguesa Londrinense na despedida da Terceirona». futebolparanaense.net. 16 de novembro de 2014. Consultado em 4 de fevereiro de 2016. 
  22. «Mirando ser um clube formador, Cascavel CR inicia novo planejamento». catve.com. 22 de dezembro de 2014. Consultado em 4 de fevereiro de 2016. 
  23. «Futebol: impasse para disputa da Terceira Divisão do Paranaense». catve.com. 12 de junho de 2015. Consultado em 4 de fevereiro de 2016. 
  24. «Futebol: arbitral da Terceira Divisão do Paranaense define participantes». catve.com. 24 de junho de 2015. Consultado em 4 de fevereiro de 2016. 
  25. «Futebol: Colorado é excluído da Terceirona em julgamento». catve.com. 25 de setembro de 2015. Consultado em 4 de fevereiro de 2016. 
  26. «Cambé e Cascavel CR disputarão o título da terceirona». futebolparanaense.net. 4 de outubro de 2015. Consultado em 4 de fevereiro de 2016. 
  27. «Em jogo de poucas emoções, Cascavel empata e se sagra campeão da Terceirona». redacaoemcampo.com. 21 de outubro de 2015. Consultado em 4 de fevereiro de 2016. 
  28. «Cascavel é o campeão da Terceira Divisão Paranaense». futebolparanaense.net. 22 de outubro de 2015. Consultado em 4 de fevereiro de 2016. 
  29. «Irineu comemora fase de artilheiro no Paraná». lancenet.com.br. 14 de outubro de 2010. Consultado em 29 de junho de 2013. 
  30. «Irineu e a dobradinha na artilharia do futebol paranaense em 2012». redacaoemcampo.com. 11 de outubro de 2012. Consultado em 29 de junho de 2013. 
  31. «Em jogo de sete gols, Cascavel vence o Atlético». parana-online.com.br. 29 de janeiro de 2007. Consultado em 29 de junho de 2013. 
  32. «Vitória acerta empréstimo do lateral Gílson, do Cruzeiro». globoesporte.globo.com. 3 de agosto de 2012. Consultado em 29 de junho de 2013. 
  33. «Glédson comemora título da Lusa: 'todos estão de parabéns'». lancenet.com.br. 14 de maio de 2013. Consultado em 29 de junho de 2013. 
  34. «Organização Serpente Tricolor - Unidos por um só ideal hoje, ontem e sempre Cascavel». serpentetricolor.xpg.com.br. Consultado em 29 de junho de 2013. 
  35. «Clássico da Soja:22 anos de história,paixão e rivalidade». redacaoemcampo.com. 29 de junho de 2013. Consultado em 29 de junho de 2013. 
  36. «RANKING (1ª Divisão) do Campeonato Paranaense». campeoesdofutebol.com.br. 5 de agosto de 2008. Consultado em 29 de junho de 2013. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]