Concretismo

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Na literatura o Concretismo foi um movimento artístico surgido na década de 1950 que extinguia os versos e a sintaxe normal do discurso, dando grande importância à organização visual do texto.[1]

No movimento havia o intuito de acabar com a distinção entre forma e conteúdo e criar uma nova linguagem.

No Brasil, um grupo de concretistas de São Paulo, liderado pelos irmãos (Augusto e Haroldo de Campos), Décio Pignatari e José Lino, se destacou.

A partir da década de 1960, poetas e músicos do movimento, como Ferreira Gullar e Paulo Leminski, passaram a se envolver em temas sociais, surgindo várias tendências pós-concretistas. [2]

Referências

  1. Infopédia, Definição do termo, página visitada em 30 de março de 2015.
  2. Enciclopédia Itaú Cultural, Concretismo, página visitada em 30 de março de 2015.

Ver também[editar | editar código-fonte]

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