Das Schwarze Korps

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Das Schwarze Korps era o jornal oficial da Schutzstaffel (SS), publicado toda quarta-feira e distribuído gratuitamente. Era solicitado a cada membro da SS que o lesse e também incentivasse outras pessoas a fazer o mesmo. O chefe da redação era Gunter d'Alquen e o editor era Max Amann, diretor da Franz-Eher-Verlag (Central de publicações do Partido Nacional Socialista). O jornal hostilizava vários grupos, frequentemente publicando artigos condenando a Igreja Católica (denunciando atos de "catolicismo político"), os judeus, o comunismo e a franco-maçonaria, entre outros. [1]:242 A publicação mantinha estreita cooperação com o Sicherheitsdienst (serviço secreto da SS), que também exercia significativo controle sobre a linha editorial.

A primeira edição de Das Schwarze Korps foi publicada em 6 de março de 1935, com tiragem de 70.000 exemplares; em novembro do mesmo ano, atingiu 200.000 cópias e, em 1944, 750.000. O jornal também circulava fora da Alemanha. Durante os anos 1930, podia ser encontrado nos Estados Unidos, em pelo menos uma livraria associada à organização German American Bund.[2]

Referências

  1. Koonz, Claudia. The Nazi Conscience. Cambridge, MA: Belknap Press, 2003. ISBN 0-674-01172-4
  2. Philip Jenkins (janeiro de 1997). Hoods and Shirts: The Extreme Right in Pennsylvania, 1925-1950. [S.l.]: Univ of North Carolina Press. pp. 143–. ISBN 978-0-8078-2316-3 

Ver também[editar | editar código-fonte]


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