Isadora Duncan

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Isadora Duncan
Nome completo Angela Isadora Duncan
Nascimento 27 de maio de 1877
São Francisco, Califórnia,  Estados Unidos
Morte 14 de setembro de 1927 (50 anos)
Nice  França
Nacionalidade estadunidense
Ocupação bailarina

Angela Isadora Duncan (São Francisco, 27 de maio de 1877Nice, 14 de setembro de 1927) foi uma bailarina, considerada a precursora da dança moderna.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Isadora tinha uma irmã (Elizabeth) e dois irmãos (Augustin e Raymond), filhos do casal Dora Duncan, pianista e professora de música e do banqueiro Joseph Duncan. Em 1878, Joseph foi preso por fraude e falsificação. Logo, Dora pediria o divórcio, mas com quatro filhos para criar, a família passou por grandes dificuldades financeiras.[1]

Isadora Duncan, por volta de 1910

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Isadora tinha personalidade forte, não se curvava a tradições e não era afeita ao casamento. No entanto, teve dois filhos (Deirdre e Patrick) de seus relacionamentos com o designer teatral Gordon Graig e com o milionário parisiense Paris Eugene Singer, filho do empresário Isaac Singer. Seus filhos morreram afogados no Rio Sena, juntamente com sua governanta, em 1913. Em 1920 foi para Moscou e em 1922 casou-se com o poeta soviético Serguei Iessnin, casamento que durou dois anos. Em 1925, foi para a França, morando em seus últimos anos na cidade de Nice.[2]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Considerada a pioneira da dança moderna, causou polêmica ao ignorar todas as técnicas do balé clássico. Sua dança foi inspirada pelas figuras das dançarinas nos vasos gregos encontrados, segundo algumas fontes, no Museu do Louvre; já outras fontes informam que tais vasos foram vistos pela bailarina no museu britânico.

Morte[editar | editar código-fonte]

Isadora morreu em um acidente de carro conversível em 14 de setembro de 1927, quando a sua echarpe ficou presa a uma das rodas, estrangulando-a. O jornal New York Times descreveu de forma sucinta e brutalmente este acidente da seguinte maneira:

Um Amilcar 1927, modelo igual ao do acidente com Isadora Duncan

Durante anos uma amiga disse que as últimas palavras proferidas antes de entrar no carro conduzido por um jovem, foram: "Adeus, amigos! Vou para a glória.", tendo anos depois rectificado que eram "Adeus amigos. Vou para o amor". A sua intenção era que Isadora fosse recordada com uma frase mais elegante que aquela que realmente proferiu. Foi sepultada no Cemitério do Père-Lachaise, Paris na França.[3].

Referências

  1. Barbara O'Connor (1994). Twenty-First Century Books, : . Barefoot Dancer: The Story of Isadora Duncan [S.l.: s.n.] p. 95. ISBN 0876148070. 
  2. Angela Isadora Duncan, a Isadora Duncan
  3. Isadora Duncan (em inglês) no Find a Grave

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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