L'île noire

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L'île noire
7º Álbum da série regular
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País de origem  Bélgica
Língua de origem Francês
Editora(s) Casterman
Colecção Les Aventures de Tintin
Primeira edição 1938 (p&b)
1943 (cor)
1966 (edição redesenhada)
Número de páginas 127 (p&b)
62 (cor)
Primeira publicação Le Petit Vingtième de 15 de abril de 1937 a 16 de junho de 1938
Género(s) Aventura
Autor(es) Hergé
Colorista(s) Studios Hergé
Personagens principais Tintim
Milu
Dupond e Dupont
Doutor Müller
Título(s) em português A Ilha Negra
Colecção As Aventuras de Tintim
Títulos da série regular
L’Oreille cassée
Le Sceptre d’Ottokar

A Ilha Negra (L'île noire, no original em francês) é o sétimo álbum da série de banda desenhada franco-belga As Aventuras de Tintim, produzida pelo belga Hergé. Encomendado pelo jornal belga Le Vingtième Siècle para o seu suplemento juvenil Le Petit Vingtième, foi editado semanalmente entre 15 de abril de 1937 a 16 de junho de 1938 e republicado no formato álbum pela Casterman em 1938. A história mostra o jovem jornalista belga Tintim e o seu cão Milu que viajam para a Inglaterra em busca de uma gangue de falsificadores. Enquadrado por roubo e caçado pelos detetives Dupond e Dupont, Tintin segue os criminosos para a Escócia, descobrindo seu covil na Ilha Negra.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

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Ao ajudar um avião com problemas, Tintim leva um tiro. Encontra pistas dos agressores e os indícios o levam a um certo Dr. Müller, na Inglaterra, que tenta matá-lo. Após conseguir escapar dele, Tintim, o persegue até a Escócia. Encontra vestígios dele na Ilha Negra, conhecida por ter uma "besta". Tintim parte assim mesmo, e lá descobre o esconderijo duma quadrilha: Müller e seus comparsas, que são falsificadores de dinheiro. Tintim termina prendendo-os e revela a verdadeira natureza da besta: um gorila.

Análise[editar | editar código-fonte]

A primeira versão da Ilha Negra data de 1938 e a colorida de 1943. Em 1965, Hergé redesenhou inteiramente o álbum a pedido dos seus editores ingleses, que julgavam a representação da Grã-Bretanha ultrapassada. Pode-se observar certo desequilíbrio entre o desenho moderno e Tintim, que continua o dos anos 30. De fato, A Ilha Negra é o único álbum da série que tem três versões diferentes.


Adaptações[editar | editar código-fonte]

L'Île Noire é uma das aventuras de Tintin que foram adaptadas para a primeira série animada de Tintin, Les aventures de Tintin, d'après Hergé pelo estúdio belga Belvision em 1957, dirigido por Ray Goossens e escrito por Michel Greg, ele mesmo um cartunista conhecido que em anos posteriores se tornaria editor-chefe da revista Tintim.. L'oreille cassée foi dividido em 12 episódio em coloridos de 5 minutos que desviaram da trama original de Hergé de várias formas.[1] L'Île Noire foi adaptado para um episódio da série de televisão As Aventuras de Tintim, do estúdio francês Ellipse Animation e o canadense Nelvana. Dirigido por Stéphane Bernasconi, o personagem de Tintin teve a voz de Thierry Wermuth.[2]

Em 1992, uma adaptação de rádio pela BBC foi transmitida pela primeira vez na Rádio 5. Ela foi produzida por John Yorke, Tintin foi expressado por Richard Pearce e Milu por Andrew Sachs.[3]

Em 19 de março de 2010, a rede de televisão britânica Channel 4 transmitiu um documentário intitulado Dom Joly e The Black Island, no qual o comediante Dom Joly se vestiu de Tintin e seguiu os passos de Tintin de Ostende para Sussex e depois para a Escócia. Revendo o documentário no The Guardian, Tim Dowling comentou; "Foi divertido em partes, encantador em outros e um pequeno presente para Tintinófilos em todos os lugares. Um Tintinófilo, receio, não iria aprender muito que ele ou ela já não sabia."[4]

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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  • Certamente este é o álbum de Tintim, e talvez de toda a história em quadrinhos, que comporta mais panes de avião, quer reais, quer evocadas.
  • A apresentação de toda a seqüência aérea sobre uma tela de televisão não deve nada ao acaso. Tratava-se de uma tecnologia avançada na época e a Grã-Bretanha era considerada o país da Europa mais avançado no domínio, ao qual Hergé fez alusão desta maneira.
  • O famoso castelo da ilha teria sido inspirado no Vieux-Château da Ilha de Yeu.


Referências

  1. Lofficier, Jean-Marc; Lofficier, Randy (2002). The Pocket Essential Tintin. Harpenden, Hertfordshire: Pocket Essentials. pp. 87-88 ISBN 978-1-904048-17-6.
  2. Lofficier, Jean-Marc; Lofficier, Randy (2002). The Pocket Essential Tintin. Harpenden, Hertfordshire: Pocket Essentials. p. 90 ISBN 978-1-904048-17-6.
  3. Martin, Roland (28/08/2005). "The Adventures of Tintin: BBC Radio Adaptations"
  4. Dowling, Tim (19 de março de 2010). "Dom Joly and the Black Island". The Guardian.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]