Livre-comércio

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Livre-comércio ou livre-cambismo é um modelo de mercado no qual a troca de bens e serviços entre países não é afetada por restrições do estado. Livre-cambismo é contrário ao protecionismo, que é a política econômica que pretende restringir o comércio entre países. As trocas podem ser restringidas pela aplicação de taxas e tarifas alfandegárias, quotas e subsídios as subvenções ou subsídios às exportações, legislação e leis antidumping; esta política econômica visa proteger a indústria nacional em detrimento da concorrência estrangeira. O exemplo máximo é dado pela Grã-Bretanha, no século XIX.

Por sua vez uma zona de livre-comércio é uma associação que possibilita a livre circulação de mercadorias com reduzidas taxas alfandegárias; é resultado de acordo mútuo entre os países envolvidos, que supostamente beneficia as empresas localizadas nesses países. Não inclui a livre circulação de pessoas. Um exemplo de é o NAFTA (North American Free Trade Agreement, ou Acordo norte-americano de livre comércio), que reúne Canadá, Estados Unidos e México. A maioria das nações são hoje membros da Organização Mundial do Comércio OMC, uma instituição que surgiu com o objetivo de proporcionar e regulamentar o livre comércio entre as nações participantes[1]. O livre-comércio também é almejado no âmbito do Espaço Económico Europeu e no Mercosul. No entanto, a maioria dos governos ainda impõe, em maior ou menor grau, algumas políticas protecionistas que se destinam a apoiar o emprego local, como a aplicação de tarifas às importações ou subsídios às exportações.[2]

O livre-comércio foi defendido pelas Colônias do sul dos EUA por não complicar as trocas necessárias de produtos entre o sul da América Anglo-Saxônica e a Inglaterra. Além disso, a Inglaterra procurou combater os entraves corporativos e monopolistas.

Em 2018, o Brasil foi considerado o 153º entre 180 países com menos liberdade econômica.[3]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Organização Mundial do Comércio (OMC)». InfoEscola. Consultado em 13 de março de 2018. 
  2. DANTAS, Tiago. Equipe Brasil Escola. Disponível em http://www.brasilescola.com/economia/protecionismo.htm
  3. «Country Rankings». Consultado em 2 de março de 2018. 


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