Moda gótica

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Uma mulher gótica na abertura do Cemitério de Kensal Green em 2015.
Menina vestida em um traje Vitoriano durante o Whitby Gothic Weekend festival em 2013.

Estilo gótico ou moda gótica é um estilo de roupas marcado por cores escuras, misteriosas, antiquadas e acessórios homogêneos. Ela é usada pelos adeptos e entusiastas da subcultura gótica. O estilo dos vestidos são geralmente mórbidos e sombrios,[1] o típico estereótipo do estilo gótico inclui um rosto pálido com coloridos cabelos pretos, batons negros e roupas pretas.[1] Homens e mulheres góticos vestem tanto delineador e esmalte de unha escuro. Os estilos são muitas vezes emprestado da moda punk, glam, vitoriana e elizabetano.[1]

Características[editar | editar código-fonte]

Um casal em vestuário gótico 

Cintra Wilson declara que "as origens do estilo contemporâneo gótico são encontrados nos cultos de lutos vitorianos."[2] Valerie Steele é um especialista na história do estilo.[2]

A moda gótica é reconhecida pelo seu vestuário preto. Ted Polhemus descreveu a moda gótica como uma "profusão de veludos pretos, rendas, meia arrastão e couro tingido de púrpura ou roxo,  firmemente espartilhos atados, luvas, precárias jóias de prata retratando religiosidade ou temas ocultistas".[3]O pesquisador Maxim W. Furek observou que "Gotíco é uma revolta contra a maré da moda dos anos 1970, a discoteca era um protesto contra o colorido pastel e a extravagância dos anos 1980. O cabelo preto, roupas escuras e palidez fornece a aparência básica do gótico. Pode-se, paradoxalmente, argumenta que o visual gótica é exagerado como apenas um olhar casual na forte ênfase nas capas escuras, babados nos punhos, maquiagem pálida e cabelo tingido demonstram uma versão moderna do excesso vitoriano tardio."[4]

Nancy Kilpatrick em Goth Bible: A Compendium for the Darkly Inclined define poser na cena gótica como:"góticos wannabes, geralmente crianças e jovens passando por uma fase gótica mas não tem as sensibilidades góticas, mesmo assim quer ser parte do grupo gótico'".[5]

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. a b c Grunenberg 1997, p. 172
  2. a b Cintra Wilson, "You just can't kill it", New York Times, September 17, 2008. [1]
  3. Polhemus 1994, p. 97
  4. "The Death Proclamation of Generation X: A Self-Fulfilling Prophesy of Goth, Grunge and Heroin" by Maxim W. Furek. i-Universe, 2008.
  5. Nancy Kilpatrick.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]