Operário Futebol Clube Ltda.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Operário Futebol Clube Ltda)
Ir para: navegação, pesquisa
Ambox rewrite.svg
Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde agosto de 2010).
Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior.
Operário
OperarioFCMT.png
Nome Operário Futebol Clube Ltda.
Alcunhas Tricolor
Fundação 8 de agosto de 2002 (14 anos)
Mando de jogo em Arena Pantanal
Capacidade (mando) 42.968 pessoas
Presidente Brasil César Gaúcho
Treinador Brasil Indefinido
Material (d)esportivo Brasil Bonano Sports
Competição Mato Grosso Campeonato Mato-Grossense - 2ª Divisão
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
titular
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
Uniforme
alternativo
editar

Operário Futebol Clube Ltda. é uma agremiação esportiva da cidade de Várzea Grande, no estado de Mato Grosso, fundado em 8 de agosto de 2002.

História[editar | editar código-fonte]

Fundado em 8 de agosto de 2002 pelos desportistas José Maria Fratuchelli (ex-presidente da Federação Mato-grossense de Motociclismo) e Alceu Provatti (ex-diretor do Clube Esportivo Operário Várzea-grandense).

2003[editar | editar código-fonte]

O Operário participou da Copa do Brasil, onde acabou sendo desclassificado na primeira fase em seguida do campeonato Mato-grossense.

2005[editar | editar código-fonte]

Chegando as finais a equipe do C.E Operário enfrentou o Vila Aurora. A primeira partida foi no estádio Verdão em Cuiabá acabou empatada em 2 a 2. No segundo confronto na cidade de Rondonópolis o tricolor perdeu por 3 a 1. Esse resultado deu o vice-campeonato ao tricolor. O atacante Rinaldo do Operário foi artilheiro do campeonato em 2005 com 16 gols ao lado de Moreno do Vila Aurora.

  • Dia 3 de julho de 2005 - Domingo
  • Local: Luthero Lopes (Rondonópolis - 18:00h);
  • Árbitro: Carlos Eugênio Simon (RS);

O Operário

  • Time: Ernandes, Peta, Marcelo do Ó e Evandro; Baiano, Kiko, Betinho, Elias (Fernando) e Lucianinho; Rinaldo e Gil (Éder Grillo).
  • Técnico: Carlos Henrique Pedroso, Mosca.

Ainda em 2005 o tricolor trouxe muitas alegrias ao seu torcedor. Montando um time guerreiro com a mesma base do Campeonato Estadual. Tento como presidente Wendell Rodrigues, vice-presidente José Maria Fratuchelli, além de José Alceu Provatti como diretor de futebol.

E foi na II Edição da Copa Governador que o time do Operário marcou forte presença. Fazendo uma excelente campanha e chegando as finais com seu maior rival, o Mixto. Até este confronto foram 19 anos de espera, onde as duas maiores torcidas do estado pudessem ver uma final entre Operário e seu maior rival.

Uma partida que entrou para história do futebol mato-grossense, reuniu mais de 20 mil pagantes no Verdão, radiante o time tricolor venceu a primeira partida no dia 19 de Novembro de 2005 por 1 a 0 com gol do lateral Fabiano. A segunda partida no dia 27 de Novembro de 2005 o tricolor precisava apenas do empate, mas o técnico Mosca atento não se conformava com a vantagem e queria seu time brigando minuto a minuto, pois sabia da importância do título para o tricolor. E o trabalho físico feito por Júlio César Fumanchu foi fundamental para o técnico Mosca que tinha sua equipe voando no gramado.

As duas equipes lutaram e não se renderam e diante de 20 mil torcedores o Operário garantiu o título de Campeão da Copa Governador empatando com o Mixto em 2 a 2. Foram 90 minutos de pura magia tricolor e ao apito final o time do Operário sagrou-se Campeão da II Copa Governador. O capitão da equipe, o goleiro Ernandes ergue o troféu de campeão diante de sua torcida no estádio Verdão.

  • Dia 27 de novembro de 2005 - Domingo
  • Local: Estádio Governador José Fragelli, Verdão (Cuiabá - 18h30);
  • Árbitro: Maurício Aparecido Siqueira. Assistentes: Rilmar Ribeiro Primo e Luiz Fernando Irineu da Silva.

O Operário

  • Time: Ernandes Pantaneiro; Polaco, João Bosco, Ataliba e Fabiano; Léo, Betinho, Gugo e Fernando Vilanova; Ely e

Miguel.

  • Técnico: Carlos Henrique Pedroso, Mosca.

2006[editar | editar código-fonte]

A Copa do Brasil 2006 abriu as portas para o tricolor que não se intimidou com a equipe do Fluminense/RJ e fez bonito no Verdão e no Maracanã. Mas o Operário dentro de suas limitações foi eliminado no Rio de Janeiro.

Veio o Estadual e com ele a base de 2005, e o técnico Mosca no comando. As coisas estavam caminhando e depois de alguns problemas Mosca se demitiu. A diretoria contratou Carlos Rufino.

Carlos Rufino continuou com a base de Mosca e mesclou seu trabalho. Sucesso absoluto e o tricolor trilhou rumo ao título Estadual.

Foram dois jogos contra o Barra do Garças na final, e nas duas partidas deu Operário. E mais uma vez o tricolor levantou o troféu de campeão, sendo o 14º título Estadual.

Primeira partida da final – Operário 2 x 0 Barra das Garças

Dia 24 de maio de 2006 – Quarta-feira

Local: Verdão (Cuiabá - 20:30h);

Árbitro: Jamil Rodrigues (MT);

Gols: Wender 17' do 1º; e Wender 30' do 2º tempo.

Operário: Ernandes, Simoney (Éder Grillo), Maurício Canhão, Ataliba e Fabiano; Édson Nascimento (Fábio Pastor), Rafael e Wender; Odil, Ronaldo Paulista (Luiz Fernando) e Rinaldo.

Técnico: Carlos Rufino.

Segunda partida da final – Barra das Garças 1x2 Operário
  • Dia 28 de maio de 2006 – Domingo
  • Local: Zeca Costa (Barra do Garças - 15:00h);
  • Público: 4.000;
  • Árbitro: Luiz Alberto Dip (MT);
  • Gols: Odil 23' do 1º; Rinaldo 17' do 2º tempo.
  • Time Operario: Ernandes, Fábio Pastor, Maurício Canhão, Ataliba e Fabiano; Rafael, Wender, Gugo (Luiz Fernando) e Odil (Simoney); Ronaldo Paulista (Tony) e Rinaldo.
  • Técnico: Carlos Rufino.

Em 2006 Rinaldo foi artilheiro do campeonato mais uma vez, mas dessa vez isolado com 14 gols.

Brasileiro da Série C[editar | editar código-fonte]

Foi um momento muito importante para o tricolor. O Operário teve uma bela participação na Série C de 2006. Foram 12 partidas sendo: 14 pontos ganhos, 3 vitórias, 5 empates e 4 derrotas. Chegando entre os melhores e a segunda fase da competição.

2007[editar | editar código-fonte]

Mantendo a tradição tricolor de sempre estar entre os melhores o Operário participou da Copa do Brasil 2007, onde foi eliminado pelo Palmeiras/SP em uma partida cheia de problemas.

O Operário em seus 58 anos trilhou uma história cheia de títulos, craques e muito sucesso. Nestes anos nomes importantes da cidade de Várzea Grande e de Mato Grosso estiveram à frente do tricolor.

2009[editar | editar código-fonte]

Apesar de ter-se como líquida a herança do patrimônio histórico e cultural do antigo Operário CEOV ao atual Operário FC, surgiu um movimento no arbitral do Campeonato Mato-grossense da 2ª Divisão de 2009 de um grupo de empresários e cartolas para o reerguimento do tradicional CEOV. Com isso Várzea Grande passaria a ter dois clubes com a mesma camisa, o mesmo escudo, o mesmo hino. Com a derrocada do CEOV, surgiu uma sinalização no sentido de unificar-se os dois grupos[1].

2011: Rebaixamento[editar | editar código-fonte]

Um clube sem presidente e tocado apenas por colaboradores. Este é o retrato do Operário, primeiro time da Chave A a ser rebaixado à Segunda Divisão do Campeonato Mato-grossense deste ano. A um mês abandonado por Daniel Terroso, indicado para presidir o Tricolor várzea-grandense no início da temporada, a equipe cai sem apresentar um futebol convincente.

Nos nove jogos disputados, a cada rodada era uma formação diferente. A cada dia chegava jogador contratado. Na humilhante goleada de 6 a 0 para o Luverdense, o técnico Carlos Rufino promoveu de uma vez só três estreias - Marquinhos Bolacha, Felipe Albieri e Jessé.

No início, a diretoria sob comando de Terroso, que chegou a prometer uma "revolução" no clube, demonstrava animação. Chegou até a anunciar o ex-jogador Beto Cuiabano, natural de Várzea Grande, como gerente de futebol.

Mas para a imprensa, o ex-jogador do Flamengo, Botafogo, Seleção Brasileira entre outros times negava que tenha aceitado o cargo. Ele cobrava seriedade e comprometimento da diretoria tricolor, que com o passar do tempo demonstrou total amadorismo.

Decepcionados com o pífio desempenho do time na atual temporada e com o descrédito vindo com o rebaixamento, os principais colaboradores do clube-empresa Dudu Campos, vereador Maninho de Barros, o empresário Azama e Hirideu Cipriano já falam em reativar o Clube Esportivo Operário Várzea-grandense para disputar o Estadual da Segunda Divisão.

Participação do clube na segundona
Fonte: A Gazeta

Agora dono do Operário Futebol Clube, o empresário Aílton Azambuja confirmou a participação do clube no Campeonato Estadual da Segunda Divisão, torneio disputado no mês de julho. Ele reafirmou à sua disposição de não abrir mão do direito da equipe em representar Várzea Grande na principal competição de acesso, já que na cidade há um movimento para a reativação do tradicional Clube Esportivo Operário Várzea-grandense (CEOV), apelidado no meio como "Chicote da Fronteira".

Majoritário das ações do clube-empresa, Azambuja confirmou que irá assumir a presidência do clube após a saída de seu ex-sócio, o técnico Éder Taques, que deixou a sociedade na semana passada, quando o time acabara de cair à Segundona. De acordo com o dirigente, o empresário curitibano Hirideu Cipriano continuará a ser o homem forte do departamento de futebol do tricolor várzea-grandense.

Azambuja têm em mãos uma decisão da Justiça do Trabalho de Mato Grosso em que há um acordo entre os ex-dirigentes do CEOV reconhecem o Operário Futebol Clube como representante legítimo de Várzea Grande nas competições realizadas pela FMF.

Operário monta sua base de preparação em Poconé
Fonte: A Gazeta

Neste início de reconstrução de sua história, o Operário Futebol Clube ficará longe de suas origens, raízes. O novo presidente do clube Sebastião Marques Viana confirmou a cidade pantaneira de Poconé, a 100km de Várzea Grande, como base para a reta final de sua preparação para o Campeonato Mato-grossense da Segunda Divisão, marcado para ser aberto no dia 2 de julho.

Títulos[editar | editar código-fonte]

Estaduais[editar | editar código-fonte]

Elenco[editar | editar código-fonte]

Legenda[2]

Capitão: Capitão
Suspenso: Jogador suspenso
Lesionado: Jogador contundido


Goleiros
Jogador
1 Brasil Héverton Perereca
12 Brasil Renan
23 Brasil Haílson
Defensores
Jogador Pos.
3 Brasil Paulo Vinícius Z
4 Brasil Odail Júnior Z
13 Brasil Acerola Z
19 Brasil Kall Z
21 Brasil Iury Z
20 Brasil Finazzi LD
6 Brasil Giovanni LE
26 Brasil Jeanzinho LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
5 Brasil Jamba V
7 Brasil Jean V
27 Brasil Flatiny V
10 Brasil Ruy Cabeção M
14 Brasil Renan Miranda M
17 Brasil Vevé M
18 Brasil Uélison Santana M
22 Brasil Natan M
25 Brasil Jackson M
28 Brasil Dhiogo M
Atacantes
Jogador
9 Brasil Geílson Capitão
15 Brasil Pablo
16 Brasil Ceará
30 Brasil Éder Grilo
Comissão técnica
Nome Pos.
Brasil Éder Taques T

Ranking da CBF[editar | editar código-fonte]

  • Posição: 119º
  • Pontuação: 56 pontos

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil.

Referências

http://futebolmatogrossense.com.br/2016/01/rascunho-automatico-114/

Ver também[editar | editar código-fonte]