Paradoxo (figura de estilo)

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Relacionado com a antítese, o paradoxo é uma figura de pensamento que consiste quando a conotação extrapola o senso comum e a lógica. As expressões assim formuladas tornam-se proposições falsas, à luz do senso comum, mas que podem encerrar verdades do ponto de vista psicológico/poético. Simplificando, é uma afirmação ou opinião que à primeira vista parece ser contraditória, mas na realidade expressa uma verdade possível. Paradoxos viciosos chamam-se oximoros.

Luis Fernando Veríssimo escreveu: "Se você tentou falhar e conseguiu, você descobriu o que é paradoxo." Em língua portuguesa, os paradoxos mais citados estão no célebre soneto de Camões citado ao fecho do artigo.

  • Antítese: "Eu sou velho, você é moço."
  • Paradoxo: "Eu sou um velho moço."

Definição de paradoxo[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Paradoxo

Paradoxo é um conceito absurdo, contrassenso, de disparate. Faz relações contrárias a um sujeito qualquer ou é uma associação de termos contraditórios, que se referem a uma ideia.

Outro exemplo para explicar o paradoxo seria "algo que aconteceu, não acontecendo". Sendo assim seria correto em uma poesia, mas incorreto no sentido lógico.

A diferença existencial entre antítese e paradoxo, é que antítese toma nota de comparação por contraste ou justaposição de contrários, já o paradoxo reconhece-se como relação interna de contrários

Exemplos semânticos[editar | editar código-fonte]

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