Reorganização do Exército Brasileiro na República Velha

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A reorganização do Exército Brasileiro na República Velha dividiu o território nacional em regiões militares e constituiu divisões, brigadas e, na infantaria, regimentos para agrupar as numerosas unidades militares dispersas pelo país. A cadeia de comando simplória, com pouca organização acima dos batalhões e formações semelhantes, deu lugar a grandes escalões permanentes, com uma organização à base de divisões e regimentos semelhante à adotada em outros países. As maiores mudanças foram feitas nos anos de 1908, 1915 e 1921. Tinham como contexto movimentos de reforma mais amplos no Exército.

Contexto[editar | editar código-fonte]

Reformas no Exército Brasileiro[editar | editar código-fonte]

Infantaria brasileira em 1910

Em 1889 o Exército tinha 15.000 homens, podendo expandir a 30.000 se necessário. 35% das forças estavam no Rio Grande do Sul, região de fronteira, 10% no Rio de Janeiro (capital) e 5% no Mato Grosso, também fronteiriço.[1] Em 1910 o efetivo subira a 24.877 homens,[2] e em 1921 chegou "no papel" a 76.821.[nota 1] A realidade estava aquém desse número. Muitas unidades não haviam sido constituídas, como na artilharia, onde só existiam 24 dos 71 grupos de artilharia de campanha previstos, e 5 dos 27 de artilharia pesada. As unidades existentes tinham "claros" de pessoal em falta, o que é observável na disponibilidade real de oficiais (2.551 dos 3.583 previstos) e de médicos (216 de 369 em 1920).[3] Segundo dados publicados em 1941 pelo ministro da Guerra, Eurico Gaspar Dutra, os efetivos reais eram de 20.000 em 1920 e 50.000 em 1930.[4]

O consenso do oficialato no início do século XX era que essa força era ineficiente e atrasada, com baixo orçamento, instalações precárias e armamento desuniforme dificultando o ensino e manutenção. As dificuldades enfrentadas nas guerras de Canudos e do Contestado contribuíram para essa percepção. Ocorreram assim sucessivas modernizações e reorganizações, especialmente durante as gestões de Hermes da Fonseca (1907–1909), Caetano de Faria (1914–1918) e Pandiá Calógeras (1919–1922) no Ministério da Guerra. Várias das mudanças importantes ocorreram durante a Presidência de Afonso Pena (1906–1909), pois o país tinha boas condições econômicas após o governo de Campos Sales (1898–1902). As reformas ocorreram sob a influência dos "Jovens Turcos", oficiais que estagiaram na Alemanha e retornaram em 1912, e da Missão Militar Francesa, contratada em 1919.[5][6]

Nessa época surgiu o Estado-Maior do Exército e foram reformados o ensino militar e o serviço militar obrigatório. Foram adquiridos armamentos e constituídos quadros como auditores e intendentes.[6][7] Enquanto isso, lentamente as novas tecnologias evidentes na Primeira Guerra Mundial começaram a entrar no país. A mecanização começou em 1921, com a Companhia de Carros de Assalto, composta de carros de combate Renault FT-17 franceses.[8] Como a Força Aérea Brasileira só foi criada em 1941, Exército e Marinha operavam seus próprios aviões, além de dirigíveis. O Exército possuía várias esquadrilhas de caça, bombardeio e observação.[9]

Um dos alvos dessas reformas foi a organização das tropas, até então rudimentar, com unidades de nível batalhão (batalhões de infantaria e regimentos de cavalaria e artilharia) dispersas pelo território nacional e agrupadas apenas em distritos militares, de acordo com os estados da Federação onde estavam sediadas.[10]

Organização nos outros países[editar | editar código-fonte]

Organização da 1ª Divisão de Infantaria Americana na Primeira Guerra

Na primeira metade do século XX a maioria dos exércitos ocidentais organizava suas forças em regimentos e divisões de infantaria e cavalaria. O batalhão de infantaria era unidade tática básica e tinha 800 a 1.000 homens. Alguns batalhões de infantaria ligeira ("caçadores") eram independentes e comandandos por tenentes-coronéis. Os demais, pelo sistema "continental", eram comandados por majores e agrupados em três ou quatro num regimento, que tinha 3–4.000 homens e era comandado por um coronel. Os regimentos da cavalaria eram equivalentes aos batalhões de infantaria, com 500 a 800 homens. Os regimentos de artilharia tinham dois a três "grupos", "batalhões" ou "brigadas", cada qual com duas a quatro baterias de quatro a seis bocas de fogo.

Dois regimentos de infantaria formavam uma brigada, de 4–6.000 homens, e cada divisão tinha duas ou três brigadas. A organização de duas brigadas com dois regimentos cada é dita quaternária ou quadrangular. A divisão tinha também um regimento ou esquadrão de cavalaria e unidades de artilharia, engenharia e apoio logístico, sendo assim a "grande unidade" básica com autonomia de operação, ao contrário da brigada, que tinha tamanho considerável mas unidades de uma arma só, sem o apoio necessário para ter autonomia. As divisões na Primeira Guerra Mundial tinham 12 a 16 batalhões de infantaria e de 15 mil homens, como nos exércitos francês e austríaco no início da guerra, a mais de 27 mil, como no Exército americano ao seu final. A divisão de cavalaria tinha um terço a metade do efetivo da divisão de infantaria (4.500 homens nos exércitos francês e russo a 9.269 no britânico), pois seus regimentos também eram menores.

No período entreguerras a cadeia de comando foi encurtada pela abolição do escalão brigada, com três regimentos (organização ternária) sob a divisão. Com três batalhões cada, a divisão encolheu a nove batalhões de infantaria.[11][12]

Regimentos de infantaria[editar | editar código-fonte]

O Brasil Reino teve regimentos de infantaria, mas desde a Regência o país tinha apenas um grande número de "exíguos batalhões",[13] cujo número chegava a 40 em 1898, cada qual com quatro companhias.[14] A reorganização de 1908 estabeleceu batalhões numerados de 1º a 45º, agrupados em 15 regimentos de três batalhões cada. Paralelamente surgiram 12 batalhões de caçadores, numerados de 46º a 57º, e 13 companhias de caçadores.[13][15] Os batalhões tinham três companhias.[13][16] Os regimentos 13º ao 15º foram dissolvidos em 1917 e seus batalhões tornados de caçadores, que passaram a ser numerados do 37º ao 57º. Em 1919 cada regimento passou a simplesmente ter 1º, 2º e 3º batalhões, sem continuidade de numeração de um regimento a outro. Enquanto isso, a numeração dos batalhões de caçadores tornou-se independente, retornando a uma tradição brasileira.[17]

A lei distinguiu entre os batalhões "de linha", dentro dos regimentos, e os batalhões de caçadores,[18] mas desde a Guerra do Paraguai a forma de combate era mesma.[19] Em 1921 o efetivo nominal de um batalhão de caçadores era de 516 militares, contra 386 num batalhão de infantaria dentro de um regimento. O regimento, por sua vez, tinha 1.363.[20]

A condição do 8º Regimento de Infantaria no período de 1928–30 ilustra a aplicação na prática do sistema dos regimentos. Tinha apenas dois batalhões, o 2º na sede e o 1º a sete horas de distância de trem, com vida autônoma e alheia à sede. O 2º batalhão tinha apenas duas companhias, uma companhia de metralhadoras pesadas e uma companhia extranumerária.[nota 2] O quartel na sede tinha apenas 490 homens. O então tenente-coronel Estevão Leitão de Carvalho, nomeado comandante, não descreveu como anormal a situação do regimento que encontrou.[21] Os efêmeros 14º e 15º RIs foram constituídos com efetivo de dois batalhões.[22]

Os regimentos de infantaria perduraram até os anos 70, quando foram dissolvidos e seus batalhões subordinados diretamente às novas brigadas criadas;[23] à época, nos anos 60, apenas um dos regimentos de infantaria estava completo.[24]

Grandes unidades[editar | editar código-fonte]

Em 1888 o Exército Imperial havia constituído três brigadas,[25] mas os comandos de brigada foram abolidos em 1891.[26] Brigadas e divisões existiam apenas provisoriamente, para operações de guerra.[27] Isso mudou em 1908 com a constituição de cinco "Brigadas Estratégicas", três brigadas de cavalaria e uma brigada mista.[28] Tanto a Brigada Estratégica quanto a brigada de cavalaria eram ternárias, com três regimentos, no caso da Brigada Estratégica, de infantaria. A Brigada Estratégica tinha unidades de apoio e era o maior escalão permanente.[27] A 2ª, que lutou na Guerra do Contestado, tinha 4 mil homens.[2]

Em 1915 as Brigadas Estratégicas deram lugar às "Divisões de Exército", quaternárias, com duas brigadas de dois regimentos de infantaria cada. A divisão tornou-se o escalão mais importante. As brigadas de infantaria que a compunham não tinham autonomia, sendo compostas apenas de infantaria. Por fim, em 1921 as "Divisões de Exército" tornaram-se apenas divisões de infantaria, com a mesma organização. Já as brigadas de cavalaria tornaram-se divisões, cada qual quaternária, com duas brigadas de dois regimentos.[27] O efetivo teórico de uma divisão de infantaria em 1921 era de aproximadamente 11 mil homens.[20]

Brigadas e divisões permanecem em uso no século XXI, embora de forma diferente. A partir de 1938 as brigadas de infantaria foram eliminadas, com as divisões de infantaria tornando-se ternárias.[29][30] Entretanto tanto infantaria quanto cavalaria retornaram à brigada nos anos 70, quando tornou-se a principal unidade, com unidades de apoio e autonomia de operação. As divisões de cavalaria tornaram-se brigadas, e as de infantaria, Divisões de Exército, meramente agrupando um número variável de brigadas.[23]

Organização das grandes unidades de infantaria
Brigada Estratégica (1908)[31] Divisão de Exército (1915)[32] Divisão de Infantaria (1921)[33]
3 regimentos de infantaria
  • 3 batalhões de infantaria

Companhia de metralhadoras

Regimento de cavalaria

Regimento de artilharia montada

Bateria de obuseiros

Batalhão de engenharia

Pelotão de estafetas

Esquadrão de trem

Parque de artilharia

3 colunas de munição

Comboio administrativo

3 ambulâncias de brigada

Equipagem de pontes

Equipagem de telégrafos

Depósito de remonta móvel

Na mobilização:

  • 2–3 batalhões de caçadores
  • 2–3 companhias de caçadores
2 brigadas de infantaria
  • 2 regimentos de infantaria[nota 3]
  • Companhia de metralhadoras

Brigada de artilharia

  • 2 regimentos de artilharia montada
  • Grupo de obuses de campanha

Regimento de cavalaria

Batalhão de engenharia

Corpo de trem

Na mobilização:

  • Coluna de munições
  • Equipagem de engenharia
  • Companhia de saúde
  • Companhia de administração
2 brigadas de infantaria

Brigada de artilharia

  • 2 regimentos de artilharia montada
  • Regimento de artilharia pesada
  • Grupo de artilharia de montanha

Regimento de cavalaria

Batalhão de engenharia

Esquadrilha de observação

Localização das grandes unidades de infantaria
Brigadas Estratégicas (1908)[34] Divisões de Exército (1915) Divisões de Exército (1919) Divisões de Infantaria (1921)[35]
: Rio de Janeiro, DF

: Curitiba, PR

: Santa Maria, RS

: São Gabriel, RS

: Aquidauana, MT

: Recife, PE

: Niterói, RJ

: Rio de Janeiro, DF

: São Paulo, SP

: Porto Alegre, RS

: Rio de Janeiro, DF

: São Paulo, SP

: Porto Alegre, RS

: Niterói, RJ

: Curitiba, PR

: Rio de Janeiro, DF

: São Paulo, SP

: Porto Alegre, RS

: Juiz de Fora, MG

: Curitiba

Divisão territorial[editar | editar código-fonte]

Algumas províncias do Império tinham "comandos das armas" responsáveis pela tropa e instalações como fortificações e arsenais.[36] Sua função de divisões territoriais de inspeção deu lugar a comandos de tropa propriamente ditos em 1891, quando foram abolidos e o território nacional dividido em sete distritos militares.[37][26] Em 1908 os distritos foram extintos, surgindo 21 regiões de alistamento nos estados e 13 inspeções permanentes subordinadas ao Ministério da Guerra.[28][16] Em 1915 o território foi novamente redistribuído, dessa vez em regiões militares.[38] Eram responsáveis por todas as unidades existentes em seu território que não estivessem explicitamente sob outra autoridade.[39] Algumas forças estavam abaixo não das regiões, mas de circunscrições militares. Enquanto a região era comandada por um general de divisão, a circunscrição tinha um general de brigada. A 6ª e 7ª regiões, compostas somente de alguns batalhões de caçadores, estavam sob coronéis.[40][33] As regiões militares permanecem em uso no presente, com novas criações e mudanças de arranjo territorial.

Acima das regiões havia inspetorias de grupos de regiões, sem, porém, exercer comando.[41] Duas foram criadas em 1921, a primeira no Recife e a segunda em Porto Alegre, mas em 1927 tiveram suas sedes transferidas ao Rio de Janeiro.[42]

Distritos militares (1891)[26]
: Amazonas, Pará, Maranhão e Piauí (sede: Belém)

: Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco (sede: Recife)

: Bahia, Sergipe e Alagoas (sede: Salvador)

: São Paulo, Minas Gerais e Goiás (sede: São Paulo)

: Paraná e Santa Catarina (sede: Curitiba)

: Rio Grande do Sul

: Mato Grosso

A guarnição da capital federal, Rio de Janeiro e Espírito Santo estava subordinada ao ajudante general do Exército.

Regiões de inspeção permanente(1908)[43][18]
: Amazonas e Acre (sede: Manaus)

: Pará e Aricari (sede: Belém)

: Maranhão e Piauí (sede: Santa Cruz)

: Ceará e Rio Grande do Norte (sede: Fortaleza)

: Paraíba e Pernambuco (sede: Recife)

: Alagoas e Sergipe (sede: Maceió)

: Bahia e Espírito Santo (sede: Salvador)

: Rio de Janeiro e Minas Gerais (sede: Niterói)

: Distrito Federal (sede: Rio de Janeiro)

10º: São Paulo e Goiás (sede: São Paulo)

11º: Paraná e Santa Catarina (sede: Curitiba)

12º: Rio Grande do Sul (sede: Porto Alegre)

13º: Mato Grosso (sede: Corumbá)

Regiões Militares
1915[32] 1919[44]
: Acre, Purus, Juruá, Amazonas, Pará, Maranhão e Piauí (sede: Belém)

: Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas (sede: Recife)

: Sergipe e Bahia (sede: Salvador)

: Espírito Santo, Rio de Janeiro e Minas Gerais (sede: Niterói)

: Distrito Federal

: Mato Grosso, Goiás, São Paulo, Paraná e Santa Catarina (sede: São Paulo)

: Rio Grande do Sul (sede: Porto Alegre)

: Distrito Federal, Rio de Janeiro e Espírito Santo (sede: Rio de Janeiro)

: São Paulo e Goiás (sede: São Paulo)

: Rio Grande do Sul (sede: Porto Alegre)

: Minas Gerais (sede: Juiz de Fora)

: Bahia, Sergipe e Alagoas (sede: Salvador)

: Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará (sede: Recife)

: Piauí, Maranhão, Pará, Amazonas e Acre (sede: Belém)

1ª Circunscrição: Mato Grosso (sede: Corumbá)

2ª Circunscrição: Paraná e Santa Catarina (sede: Curitiba)

Ordem de batalha[editar | editar código-fonte]

1889[editar | editar código-fonte]

Não incluindo escolas, arsenais, laboratórios, fábricas, hospitais, inspetorias, depósitos militares e de pólvora, auditorias, colônias militares e presídios.[36]

Guarnição do Exército da Corte e do Rio de Janeiro
1ª Brigada do Exército (São Cristóvão)
  • 1º Regimento de Cavalaria (São Cristóvão)
  • 2º Regimento de Artilharia de Campanha (São Cristóvão)
  • 1º Batalhão de Engenharia (Praia Vermelha, depois Realengo)

2ª Brigada do Exército (QG do Exército)

  • 1º Batalhão de Infantaria (QG do Exército)
  • 7º Batalhão de Infantaria (Mosteiro de São Bento)
  • 10º Batalhão de Infantaria (QG do Exército)

22º Batalhão de Infantaria (Transferido para o Amazonas antes de 15 de novembro)

23º Batalhão de Infantaria (Transferido para Ouro Preto antes de 15 de novembro)

24º Batalhão de Infantaria (Ilha do Bom Jesus)

1º Regimento de Artilharia a Pé (Fortaleza de São João)

Fortificações de Santa Cruz, São João, Lage, Praia de Fora, do Pico e Gragoatá

Comando das Armas da Província do Rio Grande do Sul
3º Batalhão de Infantaria (Rio Grande)

4º Batalhão de Infantaria (São Gabriel)

6º Batalhão de Infantaria (Uruguaiana)

12º Batalhão de Infantaria (Rio Grande)

18º Batalhão de Infantaria (Alegrete)

28º Batalhão de Infantaria (Rio Pardo)

29º Batalhão de Infantaria (Pelotas)

30º Batalhão de Infantaria (Porto Alegre)

2º Regimento de Cavalaria (Jaguarão)

3º Regimento de Cavalaria (São Borja)

4º Regimento de Cavalaria (Livramento)

5º Regimento de Cavalaria (Bagé)

6º Regimento de Cavalaria (Jaguarão)

1º Regimento de Artilharia de Campanha (São Gabriel)

4º Regimento de Artilharia de Campanha (Bagé)

3º Regimento de Artilharia a Pé (Rio Grande)

2º Batalhão de Engenharia (Cachoeira)

Corpo de Transportes (Saicã)

Comando das Armas da Província do Mato Grosso
8º Batalhão de Infantaria (Cuiabá)

19º Batalhão de Infantaria (Cáceres)

21º Batalhão de Infantaria (Cuiabá)

7º Regimento de Cavalaria (Nioaque)

2º Regimento de Artilharia a Pé (Corumbá)

Fortificações de Coimbra e Duque de Caxias (Corumbá)

Comando das Armas da Província de Pernambuco
2º Batalhão de Infantaria (Recife)

14º Batalhão de Infantaria (Recife)

Fortificações do Brum, Itamaracá, do Buraco, Pau Amarelo, Gaibú, Nazareth e Tamandaré.

Comando das Armas da Província da Bahia
9º Batalhão de Infantaria (Salvador)

16º Batalhão de Infantaria (Salvador)

Fortificações de São Paulo, Barbalho, Santo Alberto, São Diogo, Morro de São Paulo, Monte Serrat, São Lourenço, Santa Maria, São Marcelo e São Bartolomeu

Comando das Armas da Província do Pará
15º Batalhão de Infantaria (Belém)

Fortificações de Macapá e Óbidos

Comando das Armas da Província do Amazonas
Fortificações de São Joaquim (rio Branco), São Gabriel (rio Negro) e Santo Antônio (rio Madeira)
Guarnições provinciais
No Paraná:
  • 3ª Brigada do Exército (Curitiba)
    • 17º Batalhão de Infantaria (Curitiba)
    • 8º Regimento de Cavalaria (Curitiba)
    • 3º Regimento de Artilharia de Campanha (Curitiba)
  • Fortificações de Paranaguá e Ilha do Mel

Em Santa Catarina:

  • Companhia isolada de infantaria (Florianópolis)
  • Fortificações de Santa Cruz, Ratones, São José, Santana e Barra Sul

No Maranhão:

  • 5º Batalhão de Infantaria (São Luís)
  • Fortificações de Santo Antônio da Barra e São Luiz

No Ceará:

  • 11º Batalhão de Infantaria (Fortaleza)
  • Fortificação de Assunção

No Piauí:

  • Companhia isolada de infantaria (Teresina)

Em Alagoas:

  • 26º Batalhão de Infantaria (Maceió)

Na Paraíba:

  • 27º Batalhão de Infantaria (Paraíba)

No Rio Grande do Norte:

  • Companhia isolada de infantaria (Natal)
  • Fortificação dos Reis Magos.

Em Goiás:

  • 20º Batalhão de Infantaria (Goiás)

No Espírito Santo:

  • Companhia isolada de infantaria (Vitória)

Em São Paulo:

  • 10º Regimento de Cavalaria (São Paulo)
  • Fortificações de Santos e Bertioga

Em Minas Gerais:

  • 9º Regimento de Cavalaria (Ouro Preto)

1922[editar | editar código-fonte]

1ª Região Militar (Capital Federal, DF)
1ª Divisão de Infantaria (Capital Federal, DF)
  • 1ª Brigada de Infantaria (Vila Militar, DF)
    • 1º Regimento de Infantaria (Vila Militar, DF)
    • 2º Regimento de Infantaria (Vila Militar, DF)
  • 2ª Brigada de Infantaria (Vila Militar, DF)
    • 3º Regimento de Infantaria (Praia Vermelha, DF)
    • 1º Batalhão de Caçadores (Niterói, RJ)
    • 2º Batalhão de Caçadores (Petrópolis, RJ)
    • 3º Batalhão de Caçadores (Vila Velha, ES)
  • 1ª Brigada de Artilharia (Capital Federal, DF)
    • 1º Regimento de Artilharia Montada (Vila Militar, DF)[nota 5]
    • 2º Regimento de Artilharia Montada (Santa Cruz, DF)[nota 5]
    • 1º Regimento de Artilharia Pesada (São Cristóvão, DF)[nota 6]
    • 1º Regimento de Artilharia de Montanha (Campinho, DF)[nota 7]
  • 1º Regimento de Cavalaria Divisionária (São Cristóvão, DF)
  • 1º Batalhão de Engenharia (Vila Militar, DF)
  • 1ª Esquadrilha de Observação (Campo dos Afonsos, DF)
  • Tropa adida:
    • 15º Regimento de Cavalaria Independente (Vila Militar, DF)
    • 6º Regimento de Artilharia Pesada (de Exército) (Anchieta, DF)[nota 7]
    • 1ª Companhia Ferroviária (Deodoro, DF)
    • Companhia de Carros de Assalto (Vila Militar, DF)
  • Tropa especial:
    • 1ª Companhia de Estabelecimento (São Cristóvão, DF)
    • Companhia de Aviação (Campo dos Afonsos, DF)

1º Grupo de Artilharia de Costa (Fortaleza de Santa Cruz, RJ)

2º Grupo de Artilharia de Costa (Fortaleza de São João, DF)

1ª Bateria de Artilharia de Costa (Forte de Copacabana, DF)

2ª Bateria de Artilharia de Costa (Forte do Vigia, DF)

4ª Bateria de Artilharia de Costa (Forte da Laje, DF)

5ª Bateria de Artilharia de Costa (Forte de São Luís, RJ)

6ª Bateria de Artilharia de Costa (Forte Imbuí, RJ)

7ª Bateria de Artilharia de Costa (Forte Marechal Hermes, RJ)

2ª Região Militar (São Paulo, SP)
2ª Divisão de Infantaria (São Paulo, SP)
  • 3ª Brigada de Infantaria (Piracicaba, SP)
    • 4º Regimento de Infantaria (Araraquara, SP)[nota 7]
    • 5º Regimento de Infantaria (Piracicaba, SP)
  • 4ª Brigada de Infantaria (Caçapava, SP)
    • 6º Regimento de Infantaria (Caçapava, SP)
    • 4º Batalhão de Caçadores (São Paulo, SP)
    • 5º Batalhão de Caçadores (Lorena, SP)
    • 6º Batalhão de Caçadores (Ipameri, GO)
  • 2ª Brigada de Artilharia (Itu, SP)
    • 3º Regimento de Artilharia Montada (Campinas, SP)[nota 5]
    • 4º Regimento de Artilharia Montada (Itu, SP)[nota 5]
    • 2º Regimento de Artilharia Pesada (São Paulo, SP)[nota 6]
    • 2º Regimento de Artilharia de Montanha (Jundiaí, SP)[nota 7]
  • 2º Regimento de Cavalaria Divisionária (Pirassununga, SP)
  • 2º Batalhão de Engenharia (São Paulo, SP)
  • 2ª Esquadrilha de Observação (São Paulo, SP)
  • Tropa adida:
    • 7º Regimento de Artilharia Pesada (de Exército) (Ipanema, SP)[nota 7]
    • 2ª Esquadrilha de Caça (São Paulo, SP)
    • 2ª Esquadrilha de Bombardeio (São Paulo, SP)

3º Grupo de Artilharia de Costa (Forte Itaipu, SP)

3ª Região Militar (Porto Alegre, RS)
3ª Divisão de Infantaria (Porto Alegre, RS)
  • 5ª Brigada de Infantaria (Santa Maria, RS)
    • 7º Regimento de Infantaria (Santa Maria, RS)
    • 8º Regimento de Infantaria (Cruz Alta, RS)
  • 6ª Brigada de Infantaria (Porto Alegre, RS)
    • 9º Regimento de Infantaria (Rio Grande, RS)
    • 7º Batalhão de Caçadores (Porto Alegre, RS)
    • 8º Batalhão de Caçadores (São Leopoldo, RS)
    • 9º Batalhão de Caçadores (Caxias, RS)
  • 3ª Brigada de Artilharia (Cruz Alta, RS)
    • 5º Regimento de Artilharia Montada (Santa Maria, RS)[nota 5]
    • 6º Regimento de Artilharia Montada (Cruz Alta, RS)[nota 5]
    • 3º Regimento de Artilharia Pesada (Cachoeira, RS)[nota 6]
    • 3º Regimento de Artilharia de Montanha (Montenegro, RS)[nota 7]
  • 3º Regimento de Cavalaria Divisionária (Jaguarão, RS)
  • 3º Batalhão de Engenharia (Cacequi, RS)
  • 3ª Esquadrilha de Observação (Santa Maria, RS)

1ª Divisão de Cavalaria (Santiago, RS)

  • 1ª Brigada de Cavalaria (Santiago, RS)
    • 1º Regimento de Cavalaria Independente (Santiago, RS)
    • 2º Regimento de Cavalaria Independente (São Borja, RS)
  • 2ª Brigada de Cavalaria (Santo Ângelo, RS)
    • 3º Regimento de Cavalaria Independente (São Luiz, RS)
    • 4º Regimento de Cavalaria Independente (Santo Ângelo, RS)
  • 1º Grupo de Artilharia a Cavalo (São Borja, RS)
  • 4º Grupo de Artilharia a Cavalo (Santo Ângelo, RS)[nota 7]
  • 1º Batalhão de Infantaria Montada (Itaqui, RS)[nota 7]
  • 1º Esquadrão de Transmissões (Santiago, RS)

2ª Divisão de Cavalaria (Alegrete, RS)

  • 3ª Brigada de Cavalaria (Alegrete, RS)
    • 5º Regimento de Cavalaria Independente (Uruguaiana, RS)
    • 6º Regimento de Cavalaria Independente (Alegrete, RS)
  • 4ª Brigada de Cavalaria (Livramento, RS)
    • 7º Regimento de Cavalaria Independente (Livramento, RS)
    • 8º Regimento de Cavalaria Independente (Quaraí, RS)
  • 2º Grupo de Artilharia a Cavalo (Uruguaiana, RS)
  • 5º Grupo de Artilharia a Cavalo (Livramento, RS)[nota 7]
  • 2º Batalhão de Infantaria Montada (Rosário, RS)[nota 7]
  • 2º Esquadrão de Transmissões (Alegrete, RS)

3ª Divisão de Cavalaria (São Gabriel, RS)

  • 5ª Brigada de Cavalaria (São Gabriel, RS)
    • 9º Regimento de Cavalaria Independente (São Gabriel, RS)
    • 13º Regimento de Cavalaria Independente (Lavras, RS)
  • 6ª Brigada de Cavalaria (Bagé, RS)
    • 12º Regimento de Cavalaria Independente (Bagé, RS)
    • 14º Regimento de Cavalaria Independente (Dom Pedrito, RS)
  • 3º Grupo de Artilharia a Cavalo (Bagé, RS)
  • 6º Grupo de Artilharia a Cavalo (São Gabriel, RS)[nota 7]
  • 3º Batalhão de Infantaria Montada (São Gabriel, RS)[nota 7]
  • 3º Esquadrão de Transmissões (São Gabriel, RS)[nota 7]
  • Tropa adida:
    • Batalhão Ferroviário (São Pedro, RS)
    • 8º Regimento de Artilharia Pesada (de Exército) (Taquari, RS)[nota 7]
    • 1ª Esquadrilha de Caça e 1ª de Bombardeio (Alegrete, RS)
    • 2ª Esquadrilha de Bombardeio e 3ª de Caça (Taquari, RS)
  • Tropa especial:
    • 2ª Companhia de Estabelecimento (Porto Alegre, RS)
4ª Região Militar (Juiz de Fora, MG)
4ª Divisão de Infantaria (Juiz de Fora, MG)
  • 7ª Brigada de Infantaria (Juiz de Fora, MG)
    • 10º Regimento de Infantaria (Juiz de Fora, MG)
    • 11º Regimento de Infantaria (São João Del-Rei, MG)
  • 8ª Brigada de Infantaria (Belo Horizonte, MG)
    • 12º Regimento de Infantaria (Belo Horizonte, MG)
    • 10º Batalhão de Caçadores (Ouro Preto, MG)
    • 11º Batalhão de Caçadores (Diamantina, MG)
    • 12º Batalhão de Caçadores (Curvelo, MG)
  • 4ª Brigada de Artilharia (Pouso Alegre, MG)
    • 7º Regimento de Artilharia Montada (Juiz de Fora, MG)[nota 5]
    • 8º Regimento de Artilharia Montada (Pouso Alegre, MG)[nota 5]
    • 4º Regimento de Artilharia Pesada (Uberaba, MG)[nota 6]
    • 4º Regimento de Artilharia de Montanha (Oliveira, MG)[nota 7]
  • 4º Regimento de Cavalaria Divisionária (Três Corações, MG)
  • 4º Batalhão de Engenharia (Itajubá, MG)
  • 4ª Esquadrilha de Observação (Juiz de Fora, MG)
5ª Região Militar (Salvador, BA)
5ª Divisão de Infantaria (Curitiba, PR)[nota 8]
  • 19º Batalhão de Caçadores (Salvador, BA)
  • 20º Batalhão de Caçadores (Maceió, AL)
  • 28º Batalhão de Caçadores (Aracaju, SE)
6ª Região Militar (Recife, PE)
5ª Divisão de Infantaria (Curitiba, PR)[nota 8]
  • 21º Batalhão de Caçadores (Recife, PE)
  • 22º Batalhão de Caçadores (Paraíba, PB)
  • 23º Batalhão de Caçadores (Fortaleza, CE)
  • 29º Batalhão de Caçadores (Natal, RN)
7ª Região Militar (Belém, PA)
5ª Divisão de Infantaria (Curitiba, PR)[nota 8]
  • 24º Batalhão de Caçadores (São Luíz, MA)
  • 25º Batalhão de Caçadores (Teresina, PI)
  • 26º Batalhão de Caçadores (Belém, PA)
  • 27º Batalhão de Caçadores (Manaus, AM)

4º Grupo de Artilharia de Costa (Forte de Óbidos, PA)[nota 9]

2ª Circunscrição Militar (Curitiba, PR)
5ª Divisão de Infantaria (Curitiba, PR)[nota 8]
  • 13º Batalhão de Caçadores (Joinville, SC)
  • 14º Batalhão de Caçadores (Florianópolis, SC)
  • 15º Batalhão de Caçadores (Curitiba, PR)
  • 9º Regimento de Artilharia Montada (Curitiba, PR)[nota 5]
  • 10º Regimento de Artilharia Montada (Rio Negro, PR)[nota 7]
  • 5º Regimento de Artilharia Pesada (Ponta Grossa, PR)[nota 6]
  • 5º Grupo de Artilharia de Montanha (Guarapuava, PR)
  • 5º Batalhão de Engenharia (Curitiba, PR)
  • 5ª Esquadrilha de Observação (Porto União, SC)

3ª Bateria de Artilharia de Costa (Forte Marechal Moura, SC)

8ª Bateria de Artilharia de Costa (Forte Marechal Luz, SC)

4ª Circunscrição Militar (Cuiabá, MT)[45][46]
Brigada Mista
  • 16º Batalhão de Caçadores (Cuiabá, MT)
  • 17º Batalhão de Caçadores (Corumbá, MT)
  • 18º Batalhão de Caçadores (Campo Grande, MT)
  • 10º Regimento de Cavalaria Independente (Bela Vista, MT)
  • 11º Regimento de Cavalaria Independente (Ponta Porã, MT)
  • Regimento de Artilharia Mista (Campo Grande, MT)
  • 6º Batalhão de Engenharia (Aquidauana, MT)[nota 7]
  • Esquadrilha Mista de Observação (Campo Grande, MT)

5º Grupo de Artilharia de Costa (Forte Coimbra, MT)[nota 9]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. "somente incluídos oficiais de infantaria, cavalaria, artilharia e engenharia; e praças (exceto músicos), das unidades de infantaria, cavalaria, artilharia de campanha e de costa, e engenharia, além dos da Companhia de Carros de Assalto, das esquadrilhas de aviação e dos contingentes especiais."
  2. Equivalente a uma companhia de comando atual.
  3. Três batalhões de caçadores podem substituir um regimento de infantaria.
  4. Três batalhões de caçadores podem substituir um regimento de infantaria. Agora cada regimento, assim como cada batalhão de caçadores ou de infantaria montada, tinha sua própria companhia de metralhadoras.
  5. a b c d e f g h i 3º Grupo ainda não organizado.
  6. a b c d e 2º e 3º Grupos ainda não organizados.
  7. a b c d e f g h i j k l m n o p q Ainda não organizado.
  8. a b c d A 5ª Divisão de Infantaria tinha quartel na sede da 2ª Circunscrição Militar e unidades dispersas pela circunscrição, 5ª, 6ª e 7ª Regiões Militares. Vide o Decreto nº 15.235, de 31 de Dezembro de 1921.
  9. a b No relatório do ministro, "4º Grupo (1ª Bateria Óbidos)" e "5º Grupo (1ª Bateria Coimbra)"

Referências[editar | editar código-fonte]

Citações[editar | editar código-fonte]

  1. Bento 1989, pp. 17 e 20.
  2. a b Moura 2013, p. 292.
  3. Savian 2020, pp. 44-45.
  4. Carvalho 2006, p. 30.
  5. Rodrigues 2007.
  6. a b Rodrigues 2020.
  7. Faria 2015, pp. 364-368.
  8. Savian 2013, p. 6.
  9. Pedrosa 1998, pp. 337-338.
  10. Pedrosa 2018, p. 135.
  11. Pedrosa 2018, pp. 63-68.
  12. Pedrosa 2020.
  13. a b c Barroso 1938, p. 88.
  14. Magalhães 1998, p. 318.
  15. Ministério da Guerra 1909, pp. 147-156, Anexo B, Portaria de 28 de novembro de 1908.
  16. a b Souza 2018, p. 88.
  17. Barroso 1938, pp. 90-91.
  18. a b BRASIL, Lei nº 1.860, de 1908. Regula o alistamento e sorteio militar e reorganiza o Exercito.
  19. Castro.
  20. a b Savian 2020, p. 43.
  21. Pedrosa 2018, p. 137.
  22. Souza 2018, pp. 90-91.
  23. a b Pedrosa 2018, pp. 162-186.
  24. Pedrosa 2018, p. 146.
  25. Bento 1989, p. 20.
  26. a b c BRASIL, Decreto nº 431, de 2 de Julho de 1891. Divide em sete districtos militares o territorio da Republica e extingue os logares de commandante de armas e de brigada.
  27. a b c Pedrosa 2018, pp. 135-137.
  28. a b Faria 2015, p. 367.
  29. Magalhães 1998, p. 361.
  30. BRASIL, Decreto-lei nº 609, de 10 de agosto de 1938. Organiza os Comandos das Armas e dá outras providências.
  31. BRASIL, Decreto nº 6.971, de 4 de junho de 1908. Organiza as grandes unidades e os quadros dos officiaes do exercito e dá outras providencias.
  32. a b BRASIL, Decreto 11.497, de 23 de fevereiro de 1915. Faz a remodelação do Exercito Nacional.
  33. a b BRASIL, Decreto nº 15.235, de 31 de dezembro de 1921. Organiza o Exercito activo em tempo de paz.
  34. AHEx 2020, pp. 376-377.
  35. AHEx 2020, pp. 403-406.
  36. a b Bento 1989, pp. 17-23.
  37. Magalhães 1998, pp. 312-313.
  38. Souza 2018, pp. 94-95.
  39. Magalhães 1998, p. 324.
  40. Savian 2020, p. 42.
  41. Magalhães 1998, p. 339.
  42. AHEx 2020, pp. 416-417.
  43. AHEx 2020, pp. 418-420.
  44. BRASIL, Decreto nº 13.916, de 11 de dezembro de 1919.Substitue os decretos ns. 13.651 e 13.652, de 18 de junho e 13.674,de 2 de julho e 13.765, de 17 de setembro, todos de 1919: altera a divisão territorial e a organização das divisões de exercito; crêa unidades e serviços, e rerganiza a artilharia de costa.
  45. Savian 2020, pp. 223-227.
  46. Ministério da Guerra 1922, pp. 64-70 e 83-91, Anexo A, anexos ao decreto 15.235 (p. 40).

Fontes[editar | editar código-fonte]