Resistência antibiótica

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A resistência antibiótica, resistência a antibióticos ou resistência antimicrobiana, é a capacidade dos microrganismos de resistir aos efeitos de um antibiótico ou antimicrobiano.[1] Ela pode ser adquirida via: transformação, conjugação, transdução mutação e seleção natural.

Existem três maneiras principais pelas quais a resistência pode ocorrer: por resistência natural em certos tipos de bactérias, por mutação genética, ou por uma espécie adquirindo resistência através de outra. Resistência pode ocorrer espontaneamente através de mutações aleatórias, progressivamente através do tempo, ou pelo uso indiscriminado de antibióticos, sendo as duas últimas mais importantes. Micróbios resistentes tornaram-se incrivelmente difíceis de se tratar, necessitando de medicações alternativas ou doses significativas, o que torna o tratamento mais custoso ou mais tóxico. Micróbios que são resistentes para múltiplos antibióticos são chamados de multirresistentes, e na mídia de superbactérias. Milhões de pessoas morrem devido a esse problema anualmente. Algumas infecções tornaram-se completamente intratáveis devido a esse processo. Todas as classes de micro-organismos desenvolvem resistência (fungi, resistência antifúngica; vírus, resistência antiviral; protozoa, resistência antiprotozoal; bactéria, resistência antibiótica). De todas as categorias, a das bactérias são a que mais colocam em risco a saúde pública.

Uma das formas de resistência dos microrganismos consiste na mudança da sua constituição membranosa para que fiquem imunes a antibióticos de convivência.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas e referências

  1. Médicos de Portugal. «Resistência Antibiótica». Consultado em 18/08/2009. 
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