Anatole France

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Anatole France Medalha Nobel
Anatole France trabalhando em seu estúdio
Nascimento 16 de abril de 1844
Paris
Morte 12 de outubro de 1924 (80 anos)
Saint-Cyr-sur-Loire
Nacionalidade França Francês
Assinatura
Signature Anatole France.gif

Jacques Anatole François Thibault, mais conhecido como Anatole France (Paris, 16 de abril de 1844Saint-Cyr-sur-Loire, 12 de outubro de 1924) foi um escritor francês.

De tom céptico, suas publicações obtiveram grande sucesso. Seu primeiro grande êxito foi 0 Crime de Silvestre Bonnard, premiado pela Academia francesa. Outras obras são: Thais, 0 Lírio Vermelho, O poço de Santa Clara, A rebelião dos anjos, etc.

Segundo Fulgrosse, durante a guerra Franco-Prussiana (1870-1871), Anatole France participou na defesa de Paris como guarda nacional, integrado na 1ª Companhia do 20º Batalhão da Guarda Nacional do Sena (companhias de guerra), na reserva no reduto de Faisanderie (Joinville-le-Pont) enquanto decorria a batalha de Champigny, foi declarado impróprio ao serviço por ser de fraca constituição e passou a cívil em Janeiro de 1871. Foge de Paris no início da insurreição da Comuna de Paris.

Tendo sido primeiramente bibliotecário do Senado, foi eleito para a Academia francesa em 23 de janeiro de 1896, para a poltrona 38, onde ele sucede Ferdinand de Lesseps. Foi recebido na Academia Francesa em 24 de dezembro de 1896.

Anatole France apoiou a Émile Zola no caso Dreyfus; ao dia seguinte da publicação do "J'accuse", assinou a petição que pedia a revisão do processo. Devolveu sua Legião de Honra quando foi retirada a de Zola. Participou na fundação da Liga dos Direitos do Homem.

Foi laureado com o Nobel de Literatura de 1921, pelo conjunto de sua obra.

Trabalhos[editar | editar código-fonte]

Poesia[editar | editar código-fonte]

France caricaturada por Guth para Vanity Fair, 1909
  • Les Légions de Varus, poema publicado em 1867 na Gazette rimée.
  • Poèmes dorés (1873)
  • Les Noces corinthiennes (A esposa de Corintio) (1876)

Prosa de ficção[editar | editar código-fonte]

  • Jocaste et Le Chat maigre (Jocasta e o gato faminto) (1879)
  • Le Crime de Sylvestre Bonnard (O crime de Silvestre Bonnard) (1881)
  • Les Désirs de Jean Servien (As aspirações de Jean Servien) (1882)
  • Abeille (Abelha) (1883)
  • Balthasar (1889)
  • Thaïs (1890)
  • L’Étui de nacre (Mãe de perola) (1892)
  • La Rôtisserie de la reine Pédauque (Ao sinal do reino Pédauque) (1892)
  • Les Opinions de Jérôme Coignard (As opiniões de Jerome Coignard) (1893)
  • Le Lys rouge (O lirio vermelho) (1894)
  • Le Puits de Sainte Claire (O poço de Saint Clare) (1895)
  • L’Histoire contemporaine (Uma cronica contemporânea)
    • 1: L’Orme du mail (A arvore olmo no mercado)(1897)
    • 2: Le Mannequin d'osier (The Wicker-Work Woman) (1897)
    • 3: L’Anneau d'améthyste (O anel ametista) (1899)
    • 4: Monsieur Bergeret à Paris (Senhor Bergeret em Paris) (1901)
  • Clio (1900)
  • Histoire comique (Um conto de Mummers) (1903)
  • Sur la pierre blanche (A pedra branca) (1905)
  • L'Affaire Crainquebille (1901)
  • L’Île des Pingouins (Ilha penguim) (1908)
  • Les Contes de Jacques Tournebroche (The Merrie Tales of Jacques Tournebroche) (1908)
  • Les Sept Femmes de Barbe bleue et autres contes merveilleux (As 7 esposas do barba azul e outros incriveis contos) (1909)
  • Les dieux ont soif (Os deuses estão com sede) (1912)
  • La Révolte des anges (A revolta dos anjos) (1914)

Memórias[editar | editar código-fonte]

  • Le Livre de mon ami (My Friend's Book) (1885)
  • Pierre Nozière (1899)
  • Le Petit Pierre (Little Pierre) (1918)
  • La Vie en fleur (The Bloom of Life) (1922)

Peças[editar | editar código-fonte]

  • Au petit bonheur (1898)
  • Crainquebille (1903)
  • La Comédie de celui qui épousa une femme muette (The Man Who Married A Dumb Wife) (1908)
  • Le Mannequin d'osier (The Wicker Woman) (1928)

Biográfia historica[editar | editar código-fonte]

  • Vie de Jeanne d'Arc (The Life of Joan of Arc) (1908)

Critica literaria[editar | editar código-fonte]

  • Alfred de Vigny (1869)
  • Le Château de Vaux-le-Vicomte (1888)
  • Le Génie Latin (1909)

Critica social[editar | editar código-fonte]

  • Le Jardin d’Épicure (The Garden of Epicurus) (1895)
  • Opinions sociales (1902)
  • Le Parti noir (1904)
  • Vers les temps meilleurs (1906)
  • Sur la voie glorieuse (1915)
  • Trente ans de vie sociale, em quatro volumes, (1949, 1953, 1964, 1973)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


Precedido por
Knut Hamsun
Nobel de Literatura
1921
Sucedido por
Jacinto Benavente


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