Bandeira de Colombo (Paraná)

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Bandeira do Município de Piraí do Sul
Bandeira do Município de Piraí do Sul
Aplicação
FIAV 110000.svgFIAV normal.svg
Proporção 7:10
Adoção 27 de agosto de 1973
Criador Sebastião Ferrarini
Cores
  Verde

A Bandeira de Colombo é um dos símbolos oficiais do município, ao lado do brasão e do hino e foi adotada por força da lei municipal nº 14, de 27 de agosto de 1973, no Palácio Municipal de Colombo, durante a gestão do prefeito municipal Riolando Fransolino. O projeto original para o desenho da bandeira é de autoria do professor Sebastião Ferrarini.[1]

Sua cor de fundo é toda verde, além do brasão aplicado no centro. A bandeira atual foi adotada em 1973, com desenho de autoria de Sebastião Ferrarini, durante a gestão do prefeito Riolando Fransolino. A atual lei dos símbolos municipais, que regulamenta o uso da bandeira municipal encontra-se em vigor desde a mesma época da adoção.[1]

Descrição e proporção oficial[editar | editar código-fonte]

Seu desenho é composto de um retângulo de proporção largura-comprimento de 7:10. A bandeira oficial do município de Colombo é composta de um retângulo de cor verde oficial, com o Brasão de Armas do Município no centro.[1]

De acordo com as regras vexilológicas, a bandeira de Piraí do Sul é reproduzida com as dimensões oficiais que adota-se para a bandeira nacional, sendo considerados sete módulos de altura por dez de comprimento, conforme é determinado pelo artigo 7º da lei municipal nº 14, de 27 de agosto de 1973.[1]

Simbolismo[editar | editar código-fonte]

Cada um dos elementos e cores da bandeira possui um significado próprio:[2]

  • Retângulo verde: o mesmo formato e cor de fundo das bandeiras do Brasil e do Paraná, pois representa as florestas existentes no município antes da chegada dos imigrantes;
  • Brasão de armas do município com as cores oficiais: o governo municipal, composto pelos poderes executivo e legislativo.

História[editar | editar código-fonte]

Devido à expressão das determinações que contém o Decreto-Lei Municipal nº 869, de 12 de setembro de 1969, o professor Sebastião Ferrarini, autor dos livros Símbolos da República Federativa do Brasil e do Estado do Paraná e Armas, Brasões e Símbolos Nacionais, foi sensibilizante, na época, às autoridades do município de Colombo para que seja criado o brasão do município onde visitou.[1]

O projeto do aludido professor foi transformado em Lei Municipal nº 14, de 27 de agosto de 1973, com direito à publicação no Diário Oficial de 30 de agosto de 1973.[1]

Em 19 de novembro de 1973, Dia da Bandeira do Brasil, estando presentes a população, estudantes, autoridades locais e outras sob especial convite, a inaugurou-se oficialmente a bandeira do município de Colombo depois de ser benzida por Dom Geraldo Pelanda, bispo diocesano de Ponta Grossa (ex-vigário de Colombo).[1]

O Secretário de Estado da Educação e Cultura de então foi representado pelo professor Sebastião Ferrarini, autor da referida bandeira, pelo qual foi feita uma alocução a este importante evento.[1]

 Protocolo da bandeira apropriado[editar | editar código-fonte]

Hasteamento, exibição pública e exposição interna[editar | editar código-fonte]

Deve-se hastear a Bandeira de Curitiba de sol a sol, permitindo-se que seja utilizada à noite, uma vez que seja encontrada em iluminação conveniente; normalmente será hasteada às 8 horas e arriada ás 18 horas.[3]

Quando hasteia-se a Bandeira de Curitiba juntamente com a Bandeira do Brasil, será posicionada à esquerda desta; sendo que se for hastear a do Paraná, será posicionada a do Brasil no centro, à direita da de Curitiba à esquerda e da do Paraná à esquerda, sendo colocada a do Brasil no mastro mais alto às outras.[3]

Quando distende-se a Bandeira de Curitiba com ausência de mastro, em logradouro público, entre edifícios ou em portas, encompridar-se-à, de maneira que o lado grande do retângulo esteja em sentido paralelo e a coroa mural do brasão, voltando-se para cima.[3]

Quando do seu aparecimento em sala ou salão, por ocasião de reuniões, conferências ou solenidade, distender-se-á a Bandeira de Curitiba no decorrer da parede, na parte traseira da presidência, ou do local da tribuna, sempre na parte superior da cabeça do respectivo indivíduo que ocupa, sendo observado o hasteamento da bandeira, quando coloca-se o estandarte juntamente com as Bandeiras do Brasil e do Paraná.[3]

Por obrigação, hasteia-se a Bandeira de Curitiba nas repartições e próprias do município, nas instituições educacionais do governo federal/estadual/municipal e da iniciativa privada, nas instituições privadas de assistência, letras, artes, ciências e desportos, durante nos datas festivos ou luto Municipal, Estadual ou Nacional; todos os dias em frente aos edifícios-sede dos Poderes Legislativo e Executivo do município, isolada em dias de expediente comum, e junto com as Bandeiras do Brasil e do Paraná em dias de festa.[3]

Meia-haste[editar | editar código-fonte]

Em funeral, para ser hasteada, levar-se-á ao tope do mastro, antes de abaixar-se à meia-haste, e será levantada de novo ao tope, antes de ser arriada, sempre que conduzir-se-á em marcha, indicar-se-á o luto por um laço de crepe preso juntamente à lança. O prefeito determinará o hasteamento da Bandeira de Curitiba em funeral, não sendo possível, talvez, ocorrer em dias feriados.[3]

Quando coloca-se a Bandeira de Curitiba na superfície do caixão fúnebre de cidadão que tenha direito de ser homenageado, será colocada a tralha do lado da cabeça do falecido e a coroa mural do brasão à direita, devendo retirar-se a bandeira alguns segundos antes de ser sepultado o chefe morto do executivo municipal.[3]

Paradas, cerimônias e respeito à bandeira[editar | editar código-fonte]

Nos desfiles, a Bandeira de Curitiba estará à disposição de uma Guarda de Honra, compondo-se de seis pessoas, presidida por uma porta-bandeira, seguindo-se a testa da coluna quando em isolamento, ou depois das Bandeiras do Brasil e do Paraná quando estas também durante a concorrência ao desfile. Nas instituições educacionais do município, deverá ser mantida a Bandeira de Curitiba em lugar de honra, quando não hasteia-se, do mesmo modo em procedência com a Bandeira do Brasil ou do Paraná.[3]

Proíbe-se explicitamente que a Bandeira de Curitiba seja usada para servir como pano de mesa em solenidades, devendo ser obedecida a exposição da bandeira em ambientes fechados. Proíbe-se que seja hasteada a Bandeira de Curitiba, em locais que os poderes competentes consideram inconvenientes.[3]

Eliminação[editar | editar código-fonte]

Quando a Bandeira de Curitiba está em um estado danificado ou sujo, incinerar-se-á de acordo com o que dispõe o Artigo 32, da Lei Federal do Brasil 5700 de 1971, sendo o fato registrado no livro de competência.[3]

Não incinerar-se-á, mas recolher-se-á ao Museu Histórico Municipal, o exemplar da Bandeira, ao qual esteja ligado fato de relevante significação histórica do Município, como no caso da inauguração da primeira Bandeira de Curitiba depois de ser instituída.[3]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

  • a b c d e f g h "Colombo". Enciclopédia simbológica municipalista paranaense. (1986). Curitiba: COMOCI-PR. 
  • Opinião pessoal do editor
  • a b c d e f g h i j k Omar Sabbag (11 de maio de 1967). Lei ordinária nº 2993 Leis Municipais. Visitado em 19 de novembro de 2012.