Cláudia Alencar

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Broom icon.svg
As referências deste artigo necessitam de formatação (desde dezembro de 2011).
Por favor, utilize fontes apropriadas contendo referência ao título, autor, data e fonte de publicação do trabalho para que o artigo permaneça verificável no futuro.
NoFonti.svg
Este artigo ou se(c)ção cita fontes fiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo (desde dezembro de 2011). Por favor, adicione mais referências e insira-as no texto ou no rodapé, conforme o livro de estilo. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros, acadêmico)Yahoo!Bing.
Cláudia Alencar
Nome completo Cláudia Gomes de Alencar
Nascimento 12 de julho de 1950 (64 anos)
São Paulo, SP, Brasil Brasil
Ocupação Atriz
Cônjuge Boris Galperin (1987-2000)
Página oficial
IMDb: (inglês)

Claudia Gomes de Alencar (São Paulo, 12 de julho de 1950[1] ) é uma atriz, poetisa, artista plástica e escritora brasileira.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Em 1964, aos 14 anos, Cláudia venceu um concurso nacional de contos promovido pelo jornal Correio da Manhã.

Bacharel licenciada em teatro pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP), passou logo a lecionar artes cênicas, durante cinco anos, para o ensino fundamental, ao médio (Colégio Oswaldo Aranha e Instituto Alberto Conte) e universitário (Faculdade Alcântara Machado). Chegou a cursar ciências sociais, também na USP, mas parou após três anos..

Em 1971 filiou-se à Aliança Libertadora Nacional (ALN), organização de esquerda, realizando peças teatrais contra a censura e denunciando as torturas feitas no regime militar. Em 1972, sob o governo do general Emílio Garrastazu Médici, foi presa enquanto lecionava no Colégio Oswaldo Aranha, e permaneceu 20 dias nas mãos da Operação Bandeirantes (OBAN), onde foi torturada com seus colegas de militância.

Concluiu créditos para doutorado na USP, mas deixou inacabada a tese. Passou a ocupar a cena brasileira a partir de 1975, onde estreou com Antunes Filho, num teleteatro da TV Cultura.

Desde então atuou em 23 peças de teatro como; Tartufo, de Molière, com Paulo Autran; Tiro ao Alvo, com Marco Nanini; A Partilha, de Miguel Falabella; Quase 84, de Fauzi Arap; O Momento de Mariana Martins, de Leilah Assumpção; Os Inconquistáveis, de Mario Vargas Llosa, entre outras.

Atuou em 32 trabalhos para a televisão e 8 longas metragens. Posou para a Playboy brasileira em março de 1987 (edição n° 140).

Em 1988, lançou seu primeiro livro: Maga Neón, pela Massao Ohno Editores. Ao todo, foram 32 trabalhos na televisão e oito filmes.

Em 2003 lançou sua coleção de joias A Poesia É de Ouro, em parceria com a joalheira Lea Nigri. Em 2005 assinou contrato com a Rede Record de Televisão e fez três novelas pela emissora.

Tem cinco livros publicados: dois de pesquisas teatrais e três de poesia, um deles ilustrado: Sutil Felicidade tem 11 aquarelas e pastéis de sua autoria.

Ao longo da carreira recebeu seis prêmios por suas atuações na televisão, por exemplo, o Prêmio Qualidade, por sua atuação em Esplendor (2000). No teatro mereceu o Prêmio Governador do Estado de São Paulo.

Cláudia é mãe de Yann, nascido em 1988, e de Crystal, nascida em 1991.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Televisão[editar | editar código-fonte]

Cinema[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Wikiquote Citações no Wikiquote
Este artigo sobre uma atriz é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.