Cláudia Alencar

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Cláudia Alencar
Nome completo Cláudia Gomes de Alencar
Nascimento 12 de julho de 1950 (64 anos)
São Paulo, SP, Brasil Brasil
Ocupação Atriz
Cônjuge Boris Galperin (1987-2000)
Página oficial
IMDb: (inglês)

Claudia Gomes de Alencar (São Paulo, 12 de julho de 1950[1] ) é uma atriz, poetisa, artista plástica e escritora brasileira.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Em 1964, aos 14 anos, Cláudia venceu um concurso nacional de contos promovido pelo jornal Correio da Manhã.

Bacharel licenciada em teatro pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP), passou logo a lecionar artes cênicas, durante cinco anos, para o ensino fundamental, ao médio (Colégio Oswaldo Aranha e Instituto Alberto Conte) e universitário (Faculdade Alcântara Machado). Chegou a cursar ciências sociais, também na USP, mas parou após três anos..

Em 1971 filiou-se à Aliança Libertadora Nacional (ALN), organização de esquerda, realizando peças teatrais contra a censura e denunciando as torturas feitas no regime militar. Em 1972, sob o governo do general Emílio Garrastazu Médici, foi presa enquanto lecionava no Colégio Oswaldo Aranha, e permaneceu 20 dias nas mãos da Operação Bandeirantes (OBAN), onde foi torturada com seus colegas de militância.

Concluiu créditos para doutorado na USP, mas deixou inacabada a tese. Passou a ocupar a cena brasileira a partir de 1975, onde estreou com Antunes Filho, num teleteatro da TV Cultura.

Desde então atuou em 23 peças de teatro como; Tartufo, de Molière, com Paulo Autran; Tiro ao Alvo, com Marco Nanini; A Partilha, de Miguel Falabella; Quase 84, de Fauzi Arap; O Momento de Mariana Martins, de Leilah Assumpção; Os Inconquistáveis, de Mario Vargas Llosa, entre outras.

Atuou em 32 trabalhos para a televisão e 8 longas metragens. Posou para a Playboy brasileira em março de 1987 (edição n° 140).

Em 1988, lançou seu primeiro livro: Maga Neón, pela Massao Ohno Editores. Ao todo, foram 32 trabalhos na televisão e oito filmes.

Em 2003 lançou sua coleção de joias A Poesia É de Ouro, em parceria com a joalheira Lea Nigri. Em 2005 assinou contrato com a Rede Record de Televisão e fez três novelas pela emissora.

Tem cinco livros publicados: dois de pesquisas teatrais e três de poesia, um deles ilustrado: Sutil Felicidade tem 11 aquarelas e pastéis de sua autoria.

Ao longo da carreira recebeu seis prêmios por suas atuações na televisão, por exemplo, o Prêmio Qualidade, por sua atuação em Esplendor (2000). No teatro mereceu o Prêmio Governador do Estado de São Paulo.

Cláudia é mãe de Yann, nascido em 1988, e de Crystal, nascida em 1991.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Televisão[editar | editar código-fonte]

Cinema[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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