Columbus (ISS)

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O componente orbital Columbus (Columbus orbital facility) é um laboratório científico concebido para ser parte da Estação Espacial Internacional. O módulo Columbus está projectado para dez anos no activo. Foi lançado na missão STS-122 em fevereiro de 2008.

Descrição[editar | editar código-fonte]

Este laboratório é um módulo cilíndrico para caber no compartimento de carga do Ônibus Espacial, muito semelhante em forma ao Módulo de Logística Multifuncional. Foi acoplado a estibordo do Harmony, perpendicularmente. A escotilha situa-se no acesso a bombordo, e a maioria dos computadores de bordo a estibordo.

O módulo contém 10 racks (ISPR - International Standard Payload Racks). 4 deles estão na parte dianteira, 4 laterais e 2 no tecto. 3 dos racks estão equipados com sistemas de suporte à vida e de arrefecimento, e o rack restante, juntamento com os 2 do tecto proporcionam espaço de armazenamento. 4 racks adicionais podem ser acoplados externamente, perto da escotilha.

Os seguintes ISPRs serão inicialmente instalados dentro do Columbus:

Os racks externos montados no Columbus incluem:

Especificações[editar | editar código-fonte]

  • Comprimento: 6.871 m
  • Diâmetro: 4.487 m
  • Peso bruto: 10300 kg
  • Massa total: 19300 kg

História[editar | editar código-fonte]

A direcção da ESA aprovou o programa Columbus em 1985. Desde então, várias propostas foram feitas. Inicialmente estava planeado para ser a estação espacial da Europa, servida pelo Hermes (vaivém). Uma variante iria incluir uma plataforma de experimentação de vôos não tripulados, um módulo pressurizado anexo (APM - Attached Pressurized Module), e um satélite de comunicações a disponibilizar uma ligação entre os dois e a Terra.

A decisão final foi a de incluir o Columbus na Estação Espacial Internacional. Após alguns acertos orçamentais, tudo o que restou foi o APM, renomeado para Columbus Orbital Facility.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]