Imbecilidade

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Imbecilidade é, na psiquiatria, o grau intermediário da tríade oligofrênica, e os indivíduos portadores de imbecilidade são acompanhados de um certo grau de desenvolvimento intelectual que apenas lhes permite um mínimo de aprendizagem. Segundo Ajuriaguerra [1] são considerados oligofrênicos graves os adultos que apresentam uma idade mental abaixo dos 7 anos, ao lado de um Q.I. que não atinge 50. Neste grupo estão incluídos os Imbecis com idade mental entre dois e sete anos e um Q.I entre 20 e 50 e os idiotas cuja idade mental é inferior a dois anos e o Q.I. menor que 20. (Ajuriaguerra o.c. p.573)

Caracterização[editar | editar código-fonte]

Existem diferenças em grau e categoria que muitas vezes dificultam diferenciar o indivíduo imbecil do normal, já que alguns conseguem a articulação oral, mas o déficit de inteligência só lhe permite a aprendizagem mediante muito esforços, enquanto outros que possuem boa memória são capazes de desempenhar tarefas simples porém incapazes de aprender a leitura ou escrita. Desse modo, a nível mundial, não se conhece nenhum estudo que permita afirmar o grau de interação dessa anomalia (ou contrário) no convívio social.

Vida e interação[editar | editar código-fonte]

O imbecil é caracterizado por sujeitar-se facilmente às sugestões, podendo constituir-se em perigo para outrem, por conta disso: se sugestionado para o mal, não têm os freios morais para questionar.

Em geral, não se afeiçoam à vida familiar. [carece de fontes?]

Não possuem condições para a própria subsistência.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. AJURIAGUERRA, J. Manual de psiquiatria infantil, SP, Ed. Masson do Brasil, 1976


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