A Esquerda

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Disambig grey.svg Nota: ""A esquerda"" redireciona para este artigo. Este artigo é sobre o partido político da Alemanha. Para a ideologia política, veja Esquerda (política). Para outros significados, veja Esquerda.
A Esquerda
Die Linke
Die Linke logo.svg
Líder Katja Kipping e Bernd Riexinger
Fundação 16 de junho de 2007
Sede Karl-Liebknecht-Haus
Kl. Alexanderstraße 28
D-10178 Berlim,  Alemanha
Ideologia Socialismo democrático[1][2]
Populismo de esquerda[3]
Anticapitalismo[4][5]
Antimilitarismo[6]
Espectro político Esquerda[7][8][9][10] a extrema-esquerda[11][12][13][14]
Publicação Neues Deutschland
Ala jovem Linksjugend Solid
Fusão PDS e WASG
Membros (Dezembro 2019) 60.862[15]
Afiliação europeia Partido da Esquerda Europeia
Grupo no Parlamento Europeu Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Nórdica Verde
Bundestag
69 / 709
Bundesrat
4 / 69
Parlamento Europeu
5 / 96
Parlamentos Regionais
140 / 1 868
Ministro-presidente
1 / 16
Cores Vermelho (Oficial)
Roxo (Usado nas coberturas das eleições)
Bandeira do partido
Flag of Die Linke.svg
Página oficial
www.die-linke.de

A Esquerda (em alemão: Die Linke, também chamado Linkspartei; em português: Partido de Esquerda) é um partido político da Alemanha fundado em 16 de junho de 2007, a partir da fusão do Partido do Socialismo Democrático (PDS) - sucessor do Partido Socialista Unificado da Alemanha (SED), que governou a antiga Alemanha Oriental, oficialmente República Democrática Alemã, nos quarenta anos em que esta existiu - e da Alternativa Eleitoral para o Trabalho e a Justiça Social (WASG), que havia sido constituída na antiga Alemanha Ocidental. Seus presidentes foram, num primeiro momento, Lothar Bisky e Oskar Lafontaine, seguidos por Klaus Ernst e Gesine Lötzsch e, em 2012, por Katja Kipping e Bernd Riexinger.

O partido, que representa a esquerda no Bundestag, defende o socialismo democrático, abrigando, no entanto, em seu interior, uma pluralidade de correntes ideológicas. Internacionalmente, Die Linke é membro do Partido da Esquerda Europeia, sendo o maior partido do grupo GUE/NGL no Parlamento Europeu. De acordo com dados oficiais do partido, o partido tinha 77.645 membros registrados, em setembro de 2009.[16] Os 69 deputados do partido o tornam o quinto maior do Bundestag. Nas eleições federais de 2017, Die Linke ganhou 5 cadeiras, passando a deter 69 dos 709 assentos do Bundestag (9,2%). O partido recebeu pouco mais de 4 milhões de votos em todo o país.

O partido é o partido mais de esquerda dos sete representados no Bundestag. É descrito como extrema-esquerda por alguns meios de comunicação e é considerado populista de esquerda por alguns pesquisadores, mas o Escritório Federal Alemão para a Proteção da Constituição (Bundesamt für Verfassungsschutz) não considera o partido como extremista ou uma ameaça à democracia.[17] No entanto, ele monitora algumas de suas facções internas, como a Plataforma Comunista e a Esquerda Socialista, por conta de tendências extremistas, assim como as autoridades constitucionais de alguns estados.[18]

Correntes e tendências[editar | editar código-fonte]

Karl-Liebknecht-Haus, sede do partido A Esquerda na Rosa-Luxemburg-Platz, foto de 2007
  • A Esquerda Anticapitalista (Antikapitalistische Linke) representa o grupo mais crítico à participação do partido em coalizões governamentais. O grupo acredita que a participação de membros do partido no governo deve depender de uma série de demandas (que este não se comprometa com privatizações, guerras e cortes em gastos sociais, principalmente).
  • A Plataforma Comunista (Kommunistische Plattform, KPF) era originalmente uma tendência do PDS. É o grupo menos crítico da República Democrática Alemã dentro do partido, defendendo posições ortodoxas do marxismo em debates. Uma "meta estratégica" da KPF é "construir uma nova sociedade socialista, usando experiências positivas do que realmente é socialismo e aprendendo com os erros". A Plataforma tinha cerca de 850 membros em 2007, de acordo com o Bundesamt für Verfassungsschutz (um dos serviços secretos da Alemanha) - cerca de 1% de todos os membros do partido. Mantém relações com o Partido Comunista da Alemanha.
  • O Fórum do Socialismo Democrático (Forum demokratischer Sozialismus) é uma facção que prega o socialismo democrático, sendo originalmente uma tendência do PDS. Seus membros apoiam a participação do partido no governo de Berlim e do seu presidente Klaus Wowereit, do SPD. O grupo possui ideologia semelhante à Rede de Reforma da Esquerda.
  • A Rede de Reforma da Esquerda (Netzwerk Reformlinke) foi originalmente formada em 2003 como tendência do PDS. O grupo defende a ideologia social-democrata, apoiando coligações do partido com o SPD e o Partido Verde.
  • A Esquerda Emancipatória (Emanzipatorische Linke, Ema.Li) é uma corrente que defende os princípios do socialismo libertário. Para o grupo, a sociedade ideal é aquela mais descentralizada possível, por isso, apoiam os movimentos sociais. A maioria dos membros da Ema.Li são provenientes da Saxônia.
  • A Esquerda Socialista (Sozialistische Linke) foi fundada em agosto de 2006 e incluem socialistas democráticos e eurocomunistas. O grupo defende a aproximação do partido com o movimento trabalhista. Muitos líderes da Esquerda Socialista eram membros do WASG. O grupo mantém laços com o Partido Socialista holandês e com o Partido da Refundação Comunista italiano.

Desde a sua formação, muitos grupos de extrema-esquerda, como o Linksruck (agora conhecido como Marx21), juntaram-se a Die Linke, assim como vários membros da Alternativa Socialista, inclusive a polêmica Lucy Redler. Nas eleições estaduais de Berlim, em 2006, Redler desafiou o PDS, fiel aliado do WASG, e lançou-se candidata. Como candidata de uma coligação independente, liderada pelo WASG, ela criticou publicamente a atuação do PDS no governo do prefeito Klaus Wowereit, além de ter sido contra a fusão dos dois partidos para a formação de Die Linke. Entretanto, sua filiação foi aceita, em outubro de 2008. Outros grupos, como o Partido Comunista e o Partido Marxista-Leninista da Alemanha, formaram eventualmente alianças locais com Die Linke, [carece de fontes?]mas não se juntaram ao partido.

Resultados Eleitorais[editar | editar código-fonte]

Eleições legislativas[editar | editar código-fonte]

Data Líder M. Uninominal M. Proporcional Deputados +/- Status Notas
CI. Votos % +/- CI. Votos % +/-
1990 Gregor Gysi 6.º 1 049 245
2,3 / 100,0
6.º 1 129 578
2,4 / 100,0
17 / 662
Oposição como PDS
1994 Gregor Gysi 5.º 1 920 420
4,1 / 100,0
Aumento1,8 6.º 2 066 176
4,4 / 100,0
Aumento2,0
30 / 672
Aumento13 Oposição como PDS
1998 Gregor Gysi 5.º 2 416 781
4,9 / 100,0
Aumento0,8 6.º 2 515 454
5,1 / 100,0
Aumento0,7
36 / 669
Aumento6 Oposição como PDS
2002 Gabi Zimmer 6.º 2 079 203
4,3 / 100,0
Baixa0,6 6.º 1 916 702
4,0 / 100,0
Baixa1,1
2 / 603
Baixa32 Oposição como PDS
2005 Lothar Bisky 4.º 3 764 168
8,0 / 100,0
Aumento3,7 4.º 4 118 194
8,7 / 100,0
Aumento4,7
54 / 614
Aumento52 Oposição PDS e WASG
2009 Oskar Lafontaine 3.º 4 791 124
11,1 / 100,0
Aumento3,1 4.º 5 155 933
11,9 / 100,0
Aumento3,2
76 / 622
Aumento22 Oposição
2013 Gregor Gysi 3.º 3 585 178
8,2 / 100,0
Baixa2,9 3.º 3 755 699
8,6 / 100,0
Baixa3,3
64 / 631
Baixa12 Oposição
2017 Sahra Wagenknecht 4.º 3 966 035
8,6 / 100,0
Aumento0,4 5.º 4 296 762
9,2 / 100,0
Aumento0,6
69 / 709
Aumento5

Eleições europeias[editar | editar código-fonte]

Data Votos CI- % +/- Deputados +/- Notas
1994 1 670 316 5.º
4,7 / 100,0
0 / 99
como PDS
1999 1 567 745 5.º
5,8 / 100,0
Aumento1,1
6 / 99
Aumento6 como PDS
2004 1 579 693 5.º
6,1 / 100,0
Aumento0,3
7 / 99
Aumento1 como PDS
2009 1 969 239 5.º
7,5 / 100,0
Aumento1,4
8 / 99
Aumento1
2014 2 167 641 4.º
7,0 / 100,0
Baixa0,5
7 / 96
Baixa1
2019 2 056 010 6.º
5,5 / 100,0
Baixa1,5
5 / 96
Baixa2

Eleições regionais[editar | editar código-fonte]

Resultados por Estado Federal

Baden-Württemberg[editar | editar código-fonte]

Data CI. Votos % +/- Deputados +/- Status
2006 5.º 121 753
3,1 / 100,0
0 / 139
Extra-parlamentar
2011 5.º 139 700
2,8 / 100,0
Baixa0,3
0 / 138
Estável Extra-parlamentar
2016 6.º 156 240
2,9 / 100,0
Aumento0,1
0 / 143
Estável Extra-parlamentar

Baixa Saxónia[editar | editar código-fonte]

Data CI. Votos % +/- Deputados +/- Status
2003 6.º 21 560
0,5 / 100,0
0 / 183
Extra-parlamentar
2008 5.º 243 106
7,1 / 100,0
Aumento6,6
11 / 152
Aumento11 Oposição
2013 5.º 112 212
3,1 / 100,0
Baixa4,0
0 / 137
Baixa11 Extra-parlamentar
2017 6.º 177 118
4,6 / 100,0
Aumento1,5
0 / 137
Estável Extra-parlamentar

Baviera[editar | editar código-fonte]

Data CI. Votos % +/- Deputados +/- Status
2008 6.º 461 755
4,6 / 100,0
0 / 187
Extra-parlamentar
2013 6.º 251 097
2,1 / 100,0
Baixa2,5
0 / 180
Estável Extra-parlamentar
2013 7.º 216 680
3,2 / 100,0
Aumento1,1
0 / 205
Estável Extra-parlamentar

Berlim[editar | editar código-fonte]

Data CI. Votos % +/- Deputados +/- Status Notas
Berlim Leste
1990 2.º 592 102
30,1 / 100,0
42 / 138
Oposição
Berlim Unificada
1990 3.º 184 820
9,2 / 100,0
23 / 241
Oposição
1995 3.º 244 196
14,6 / 100,0
Aumento5,4
34 / 206
Aumento11 Oposição
1999 3.º 276 869
17,7 / 100,0
Aumento3,1
33 / 169
Baixa1 Oposição
2001 3.º 366 292
22,6 / 100,0
Aumento4,9
33 / 141
Estável Governo
2006 3.º 185 185
13,4 / 100,0
Baixa9,2
23 / 149
Baixa10 Governo PDS
7.º 40 504
2,9 / 100,0
0 / 149
Extra-parlamentar WASG
2011 4.º 171 050
11,7 / 100,0
Baixa4,6
19 / 149
Baixa4 Oposição
2016 3.º 255 701
15,6 / 100,0
Aumento3,9
27 / 160
Aumento8 Governo

Bremen[editar | editar código-fonte]

Data CI. Votos % +/- Deputados +/- Status
1995 7.º 8 174
2,4 / 100,0
0 / 100
Extra-parlamentar
1999 5.º 8 418
2,9 / 100,0
Aumento0,5
0 / 100
Estável Extra-parlamentar
2003 7.º 4 885
1,7 / 100,0
Baixa1,2
0 / 83
Estável Extra-parlamentar
2007 4.º 23 282
8,4 / 100,0
Aumento6,7
7 / 83
Aumento7 Oposição
2011 4.º 73 769
5,6 / 100,0
Baixa2,8
5 / 83
Baixa2 Oposição
2015 4.º 111 485
9,5 / 100,0
Aumento3,9
8 / 83
Aumento3 Oposição

Hamburgo[editar | editar código-fonte]

Data CI. Votos % +/- Deputados +/- Status
1997 9.º 5 354
0,7 / 100,0
0 / 121
Extra-parlamentar
2001 9.º 3 299
0,4 / 100,0
Baixa0,3
0 / 121
Estável Extra-parlamentar
2004 Não concorreu
2008 4.º 50 132
6,4 / 100,0
8 / 121
Oposição
2011 5.º 220 428
6,4 / 100,0
Estável
8 / 121
Estável Oposição
2015 4.º 300 567
8,5 / 100,0
Aumento2,1
11 / 121
Aumento3 Oposição

Hesse[editar | editar código-fonte]

Data CI. Votos % +/- Deputados +/- Status
2008 5.º 140 769
5,1 / 100,0
6 / 110
Apoio parlamentar
2009 5.º 139 074
5,4 / 100,0
Aumento0,3
6 / 118
Estável Oposição
2013 4.º 161 488
5,2 / 100,0
Baixa0,2
6 / 110
Estável Oposição

Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental[editar | editar código-fonte]

Data CI. Votos % +/- Deputados +/- Status
1990 3.º 139 612
15,7 / 100,0
12 / 66
Oposição
1994 3.º 221 814
22,7 / 100,0
Aumento7,0
18 / 71
Aumento6 Oposição
1998 3.º 264 299
24,4 / 100,0
Aumento1,7
20 / 71
Aumento2 Governo
2002 3.º 159 065
16,4 / 100,0
Baixa8,0
13 / 71
Baixa7 Governo
2006 3.º 137 253
16,8 / 100,0
Aumento0,4
13 / 71
Estável Oposição
2011 3.º 125 528
18,4 / 100,0
Aumento1,6
14 / 71
Aumento1 Oposição
2016 4.º 106 256
13,2 / 100,0
Baixa5,2
11 / 71
Baixa3 Oposição

Renânia do Norte-Vestfália[editar | editar código-fonte]

Data CI. Votos % +/- Deputados +/- Status Notas
2000 6.º 79 934
1,1 / 100,0
0 / 231
Extra-parlamentar
2005 5.º 181 988
2,2 / 100,0
0 / 187
Extra-parlamentar WASG
7.º 72 989
0,9 / 100,0
Baixa0,2
0 / 187
Estável Extra-parlamentar PDS
2010 5.º 435 627
5,6 / 100,0
Aumento2,5
11 / 181
Aumento11 Oposição
2012 6.º 194 428
2,5 / 100,0
Baixa3,1
0 / 237
Baixa11 Extra-parlamentar
2017 6.º 415 936
4,9 / 100,0
Aumento2,4
0 / 199
Estável Extra-parlamentar

Renânia-Palatinado[editar | editar código-fonte]

Data CI. Votos % +/- Deputados +/- Status
2006 5.º 44 826
2,6 / 100,0
0 / 101
Extra-parlamentar
2011 5.º 56 054
3,0 / 100,0
Aumento0,4
0 / 101
Estável Extra-parlamentar
2016 6.º 59 970
2,8 / 100,0
Baixa0,2
0 / 101
Estável Extra-parlamentar

Sarre[editar | editar código-fonte]

Data CI. Votos % +/- Deputados +/- Status
1999 7.º 4 490
0,8 / 100,0
0 / 51
Extra-parlamentar
2004 7.º 10 240
2,3 / 100,0
Aumento1,5
0 / 51
Estável Extra-parlamentar
2009 3.º 113 664
21,3 / 100,0
Aumento19,0
11 / 51
Aumento11 Oposição
2012 3.º 77 612
16,1 / 100,0
Baixa5,2
9 / 51
Baixa2 Oposição
2017 3.º 68 566
12,9 / 100,0
Baixa3,2
7 / 51
Baixa2 Oposição

Saxónia[editar | editar código-fonte]

Data CI. Votos % +/- Deputados +/- Status
1990 3.º 269 420
10,2 / 100,0
17 / 160
Oposição
1994 3.º 339 619
16,5 / 100,0
Aumento6,3
21 / 120
Aumento4 Oposição
1999 2.º 480 317
22,2 / 100,0
Aumento5,7
30 / 120
Aumento9 Oposição
2004 2.º 490 488
23,6 / 100,0
Aumento1,4
31 / 124
Aumento1 Oposição
2009 2.º 370 359
20,6 / 100,0
Baixa3,0
29 / 132
Baixa2 Oposição
2014 2.º 309 581
18,9 / 100,0
Baixa1,7
27 / 126
Baixa2 Oposição

Saxóna-Anhalt[editar | editar código-fonte]

Data CI. Votos % +/- Deputados +/- Status
1990 4.º 169 319
12,0 / 100,0
12 / 106
Oposição
1994 3.º 225 243
19,9 / 100,0
Aumento7,9
21 / 99
Aumento9 Apoio parlamentar
1998 3.º 293 475
19,6 / 100,0
Baixa0,3
25 / 116
Aumento4 Apoio parlamentar
2002 2.º 236 484
20,4 / 100,0
Aumento0,8
25 / 115
Estável Oposição
2006 2.º 217 295
24,1 / 100,0
Aumento3,7
26 / 97
Aumento1 Oposição
2011 2.º 235 011
23,7 / 100,0
Baixa0,4
29 / 105
Aumento3 Oposição
2016 3.º 183 290
16,3 / 100,0
Baixa7,4
16 / 87
Baixa13 Oposição

Schleswig-Holstein[editar | editar código-fonte]

Data CI. Votos % +/- Deputados +/- Status
2000 6.º 20 066
1,4 / 100,0
0 / 89
Extra-parlamentar
2005 8.º 11 392
0,8 / 100,0
Baixa0,6
0 / 69
Estável Extra-parlamentar
2009 5.º 95 764
6,0 / 100,0
Aumento5,2
6 / 95
Aumento6 Oposição
2012 7.º 29 900
2,3 / 100,0
Baixa3,7
0 / 69
Baixa6 Extra-parlamentar
2017 6.º 56 018
3,8 / 100,0
Aumento1,5
0 / 73
Estável Extra-parlamentar

Turíngia[editar | editar código-fonte]

Data CI. Votos % +/- Deputados +/- Status
1990 3.º 136 464
9,7 / 100,0
9 / 89
Oposição
1994 3.º 235 556
16,6 / 100,0
Aumento6,9
17 / 88
Aumento8 Oposição
1999 2.º 247 906
21,4 / 100,0
Aumento4,8
21 / 88
Aumento4 Oposição
2004 2.º 263 717
26,1 / 100,0
Aumento4,7
28 / 88
Aumento7 Oposição
2009 2.º 288 915
27,4 / 100,0
Aumento1,3
27 / 88
Baixa1 Oposição
2014 2.º 265 428
28,2 / 100,0
Aumento0,8
28 / 91
Aumento1 Governo

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Nordsieck, Wolfram (2017). «Germany». Parties and Elections in Europe 
  2. Michelle Cini; Nieves Perez-Solorzano Borragan, eds. (2013). «Glossary». European Union Politics. [S.l.]: Oxford University Press. p. 387. ISBN 978-0-19-969475-4 
  3. Michael Keating; David McCrone, eds. (2013). The Crisis of Social Democracy in Europe. [S.l.]: Edinburgh University Press. p. 147. ISBN 978-0748665822 
  4. Decker, Frank. «Die Programmatik der LINKEN | Parteien in Deutschland | bpb». bpb.de 
  5. Die Linke party wins German votes by standing out from crowd. The Guardian. Author - Kate Connolly. Published 17 September 2009. Retrieved 14 February 2017.
  6. Antimilitarism: Political and Gender Dynamics of Peace Movements. p.130. Author - Cynthia Cockburn. Published by PALGRAVE MACMILLAN in 2012. Retrieved via Google books on 14 February 2017.
  7. Party Members and Activists. p.85. Published by Routledge. Edited by Emilie van Haute and Anika Gauja. Published 24 April 2015. Retrieved 22 August 2017. Retrieved via Google Books.
  8. Germans want Donald Trump to pull US troops out of Germany, poll finds. The Independent. Author - Jon Stone. Published 11 July 2018. Retrieved 12 July 2018.
  9. ‘He Does Not Understand What the Role of an Ambassador Should Be’. 'U.S. Ambassador Ric Grenell managed to shock and offend Berlin’s political class in his first month on the job. Now protocol-loving Germans are wondering—will he learn to change?' POLITICO magazine. Published 25 June 2018. Retrieved 12 July 2018.
  10. New direction for Germany's Left Party following Magdeburg conference. Deutsche Welle. Author - Sertan Sanderson. Published 29 May 2016. Retrieved 22 August 2017.
  11. «Die Linke triumph: Mixed reaction as German far-left gains power». BBC. 5 de dezembro de 2014 
  12. «Die Linke party wins German votes by standing out from crowd». The Guardian. 18 de setembro de 2009 
  13. «Far-left Die Linke take charge of German region». Euronews. 20 de novembro de 2014 
  14. «German Left Party a Would-Be Kingmaker». Der Spiegel. 19 de setembro de 2013 
  15. Über uns
  16. "Mitgliederzahlen September 2009" Site oficial de Die Linke.
  17. «Offen extremistische Zusammenschlüsse in der Partei DIE LINKE. | Verfassungsschutz Niedersachsen». www.verfassungsschutz.niedersachsen.de 
  18. Verfassungsschutzbericht reports, 2007–2015, Bundesamt für Verfassungsschutz

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre A Esquerda