Bancada da bala

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Na política do Brasil, a bancada da bala é um nome pejorativo usado para referir à frente parlamentar composta por políticos que defendem o armamento civil, flexibilização de leis relacionadas a armas e contra políticas desarmamentistas.[1]

No nível federal, a bancada se movimentou para alterar o Estatuto do Desarmamento através da propositura de 41 projetos, dentre os quais o do parlamentar Rogério Mendonça, que propôs a aprovação de uma nova legislação que aumentaria as penas para crimes cometidos com armas de fogo e revogaria aquele Estatuto,[2] considerado um fracasso em seu propósito inicial de reduzir os níveis de violência no Brasil.[3]

Pedem nova legislação que visa reduzir a violência no Brasil, assim que a revogação do estatuto do desarmamento que foi mantido em contrariedade ao plebiscito realizado em 2005 conforme o próprio Estatuto do Desarmamento, cujo resultado final de 59.109.265 votos rejeitando a proposta de desarmamento da população civil (63,94%), contra 33.333.045 (36,06%) votos pela abolição total do uso civil e comercialização civil de armas no País.

Contudo, não é apenas no Congresso Nacional que o grupo se faz presente. Na Câmara Municipal de São Paulo, por exemplo, assumiram no ano de 2013 os vereadores Álvaro Camilo, ex-comandante-geral da PM, Paulo Telhada, ex-comandante da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (ROTA), e Conte Lopes, capitão aposentado que também atuou na Rota e foi deputado estadual.[4] Na Câmara, a bancada pressiona para criar Comissão de Segurança, desmembrando assim a Comissão de Direitos Humanos, que também trata do tema.[5]

O senador Major Olímpio representa o Estado de São Paulo no Senado e é ex-deputado estadual por dois mandatos e ex-deputado federal por um mandato. Olímpio encabeça o movimento pela redução da maioridade penal,[6] pelo aumento de pena nos crimes cometidos por agentes da lei e crimes cometidos contra policias,[7] e pelo fim da saída temporária de presos condenados.[8]

Representantes no Congresso Nacional[editar | editar código-fonte]

Senado[editar | editar código-fonte]

Câmara dos Deputados[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências