Call of Duty: Modern Warfare

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Disambig grey.svg Nota: Para o jogo de 2007, veja Call of Duty 4: Modern Warfare.
Call of Duty: Modern Warfare
Capa oficial com o Capitão Price
Produtora(s) Infinity Ward[nota 1]
Editora(s) Activision
Escritor(es)
  • Brian Bloom
  • Justin Harris
  • Taylor Kurosaki
  • Ben Chaney
Compositor(es) Sarah Schachner
Plataforma(s) Microsoft Windows
PlayStation 4
Xbox One
Série Call of Duty
Lançamento 25 de outubro de 2019
Género(s) Tiro em primeira pessoa (First-person shooter)
Modos de jogo Single player, Multiplayer
Call of Duty: Black Ops 4
(2018)

Call of Duty: Modern Warfare é um jogo eletrônico de tiro em primeira pessoa produzido pela Infinity Ward. Foi publicado pela Activision em 25 de outubro de 2019 para Microsoft Windows, PlayStation 4 e Xbox One. É o decimo sexto jogo da serie Call of Duty e actua como um "soft reboot" da sub-serie Modern Warfare.[1][2][3]

Os eventos do jogo ocorrem num cenário realista e moderno. Pela primeira vez na história da série, Call of Duty: Modern Warfare suporta multijogador em cross-platform. Activision também confirmou que o jogo não tem Passes de Temporada, permitindo assim lançar conteúdo gratuito pós-lançamento.[4] Também será o primeiro jogo desde Call of Duty: Ghosts (2013) sem o modo Zombies.[5]

Gameplay[editar | editar código-fonte]

O jogo conta com escolhas morais baseadas em táticas, onde o jogador é avaliado e recebe uma pontuação no final de cada nível; os jogadores têm que verificar rapidamente se os NPCs são uma ameaça ou não, como encontrar um civil que acredita-se estar indo pegar uma arma ou indo pegar um bebê. Esta pontuação de dano colateral, referida como uma avaliação de ameaça, é baseada em quantos civis o jogador fere ou mata e varia de grau de A a F - as recompensas são introduzidas à aqueles que pontuam mais alto. O diálogo pode ser diferente dependendo das escolhas que o jogador fizer no jogo. As decisões táticas envolvem o uso de um rifle sniper em um ambiente grande para abordar objetivos em uma ordem não linear e disparar luzes em favor do uso de óculos de visão noturna durante a violação e a limpeza .

Pela primeira vez na série, o jogo permite que o jogador recarregue as armas enquanto aponta para a mira da arma ao mesmo tempo.

Modern Warfare é o primeiro jogo da série desde Call of Duty: Ghosts de 2013 a não apresentar um modo Zombies, apresentando o modo cooperativo Spec Ops presente em Call of Duty: Modern Warfare 2 e Call of Duty: Modern Warfare 3. O modo Spec Ops compartilha sua narrativa com a campanha e o multiplayer.

Enredo[editar | editar código-fonte]

Campanha[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Em 2019, durante uma missão secreta para recuperar cargas de um gás químico em direção ao Urziquistão, o oficial da CIA Alex é interceptado por forças hostis desconhecidas que eliminam os Marines que acompanhavam Alex, e fogem com o gás. A ajudante de Alex, Chefe de Estação Kate Laswell, requisita a assistência do Capitão da SAS John Price para recuperar os químicos e desescalar a situação com a Rússia. 24 horas depois, um grupo de homens-bomba, afiliados com a organização terrorista Al-Qatala, atacam Piccadilly Circus em Londres. Sargento da SAS Kyle Garrick é despachado para conter a situação, com a assistência de Price e forças policiais locais. Após isso, Alex é enviado ao Urziquistão para encontrar com a líder rebelde Farah Karim, que aceita em juntar forças para localizar os químicos, enquanto o ajuda a lutar contra as forças russas lideradas pelo General Roman Barkov.

Price e Garrick invadem uma casa ocupada pela Al-Qatala, onde eles descobrem a localização do seu líder, Omar "Lobo" Sulaman. As forças de Farah se movimentam em direção ao Hospital Ramaza no Urziquistão, e capturam o Lobo com a ajuda de Alex. Posteriormente, o braço direito do Lobo, Jamal "Açougueiro" Rahar, junta seus homens e invadem a Embaixada dos Estados Unidos no Urziquistão, em uma tentativa de libertar o Lobo. Price, Garrick, Alex, Farah e as forças de defesa da embaixada trabalham juntos para proteger o Lobo, mas falham. Farah cria, então, um plano para emboscar os homens do Lobo na "Estrada da Morte" no Urziquistão. Seu plano dá errado quando os homens de Barkov atacam ambo militantes da Al-Qatala e as forças rebeldes. O irmão de Farah, Hadir é revelado como o ladrão da carga química levada durante a missão de Alex; em uma tentativa de barrar as forças hostis, Hadir libera os químicos na área, matando todos os homens de Barkov e as forças da Al-Qatala, com Farah e Alex escapando por pouco da morte.

20 anos antes, uma jovem Farah e um jovem Hadir se tornam órfãos durante a tentiva de Barkov de tomar controle do Urziquistão. Os dois tentam fugir do país, mas são capturados pelo próprio Barkov e presos. Nos próximos anos, Farah torna-se Comandante Karim das forças rebeldes, com Hadir como seu segundo em comando. Seguindo uma outra captura em 2009, Farah planeja um fuga da prisão de Barkov, e conseguiu libertar vários membros das forças rebeldes, incluindo Hadir, com a ajuda de um jovem Price. De volta ao presente, Hadir aparentemente se juntou às forças da Al-Qatala, forçando Farah e o time de Price a tomar uma decisão. Eles se infiltram na base secreta do Lobo e conseguem matá-lo, apesar de Hadir não ser encontrado. Com o gás ainda desaparecido, o governo dos Estados Unidos classifica o exército de libertação de Farah como uma ameaça terrorista estrangeira. Alex, frustrado com a decisão e a impossibilidade de ajuda de Laswell, decide ficar no Urziquistão como parte do exército de Farah.

Seguindo uma informação de um possível ataque na Rússia orquestrado por Hadir, Price e Garrick vão a São Petesburgo e encontram-se com um dos velhos contatos de Price, Nikolai. Eles conseguem interceptar um encontro da Al-Qatala e apreendem o Açougueiro. Com o Açougueiro se recusando a falar, Price recorre a sua esposa e filho, deixando o Açougueiro sem opção a não ser falar. Garrick recebe a escolha de executar o Açougueiro ou deixá-lo viver. Eles descobrem que Hadir planeja atacar Barkov em sua residência na Moldávia, e procedem para interceptá-lo. Na residência, ambos descobrem por Hadir a localização da fábrica de gás de Barkov, e escapam por pouco. Entretanto, Laswell chega, informando Price que a Rússia exige que Price seja entregue a eles. Price relutantemente cumpre a order, sob a condição de que eles mantenham a informação sobre a fábrica de gás. Price e Garrick se encontram com Farah e Alex no Urziquistão, e então planejam o ataque à fabrica. Com a assistência de Laswell, o time avança na fáberica, e tenta usar explosivos providos por Nikolai para demolí-la. Entretanto, o detonador é danificado e inutilizado quando Alex tenta lutar contra um soldado da Spetsnaz fortemente armado. Alex se voluntaria para instalar os explosivos manualmente, sacrificando-se. Quando Barkov tenta fugir da instalação de helicóptero, Farah embosca-o e mata-o. As forças de Farah e o time de Price evacuam assim que a fábrica é destruída.

Com Barkov morto e renegado pela Rússia, Price discute com Laswell a formação de uma nova força-tarefa, chamada de "141", em preparação contra o terrorista russa Victor Zakhaev. Laswell providencia a Price arquivos com possíveis recrutas, incluindo Garrick, apelidado de "Gaz", John "Soap" MacTavish, e Simon "Ghost" Riley. Ao mesmo tempo, Al-Assad começa sua tomada pela região.

Special Ops[editar | editar código-fonte]

Seguido da morte do Lobo, Al-Qatala re-emerge com um novo líder, que posa como uma ameaça perigosa contra as forças russas em Verdansk. Laswell, junto ao Sargento Kamarov do FSB, autoriza uma operação conjunta, alistando vários dos melhores operadores do mundo contra a nova ameaça não identificada.

Produção[editar | editar código-fonte]

O jogo foi produzido pela Infinity Ward, depois de Infinite Warfare, continuando o "ciclo de três anos de produção" que cada produtora tem.[6] Beenox e Raven Software dão trabalho adicional à produção.[7] O jogo estreia um novo motor na serie, permitindo maior detalhe no ambiente, fotogrametria superior, melhor rendering e volumetria de luz e uso de ray tracing.[8][9] A 30 de maio de 2019 o jogo e a data do lançamento foram revelados.[10]

Notas

  1. Trabalho adicional por Raven Software e Beenox.

Referências

  1. Schreier, Jason (24 de maio de 2019). «The Next Call of Duty Is Called Modern Warfare (Yep, Really)». Kotaku. Consultado em 27 de maio de 2019 
  2. Chalk, Andy (24 de maio de 2019). «The next Call of Duty is just called Call of Duty: Modern Warfare». PC Gamer. Consultado em 27 de maio de 2019 
  3. Phillips, Tom (24 de maio de 2019). «This year's Call of Duty is called Call of Duty: Modern Warfare». Eurogamer. Consultado em 27 de maio de 2019 
  4. Phil Hornshaw (31 de maio de 2019). «Call Of Duty: Modern Warfare Gets Cross-Play, Loses Season Pass». GameSpot. Consultado em 3 de junho de 2019 
  5. Makuch, Eddie. «Call Of Duty: Modern Warfare Doesn't Have Zombies Mode». GameSpot. Consultado em 3 de junho de 2019 
  6. McWhertor, Michael (6 de fevereiro de 2014). «Call of Duty moving to 3-year, 3-studio dev cycle, Sledgehammer on 2014 game». Polygon. Consultado em 27 de maio de 2019 
  7. Livington, Christopher (31 de maio de 2019). «Call of Duty: Modern Warfare arrives October 25, and here's the trailer». PC Gamer. Consultado em 31 de maio de 2019 
  8. Jones, Ali. «Call of Duty: Modern Warfare finally has a new engine, with 4K and raytracing». PCGamesN. Consultado em 31 de maio de 2019 
  9. Madan, Asher. «Call of Duty: Modern Warfare engine has been in the works for 5 years, to be used in future games». Windows Central. Consultado em 31 de maio de 2019 
  10. Hume, Mike (30 de maio de 2019). «'Call of Duty: Modern Warfare' trailer revealed, release date Oct. 25». Washington Post (em inglês). Consultado em 30 de maio de 2019 


Ligações externas[editar | editar código-fonte]