Call of Duty: World at War

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Call of Duty: World at War
Capa norte-americana
Desenvolvedora(s) Treyarch (PC, PS3 e Xbox 360)
Rebellion Developments (PS2)
Exakt Entertainment (Wii)
n-Space (DS)
Arkane Studios (Multiplayer)
Publicadora(s) Activision
Diretor(es) Cesar Stastny
Produtor(es) Daniel Buting
Marwan A. Abderrazzaq
John M. DeHart
Designer(s) Margaret Tang
Escritor(es) Craig Houston
Patrick Doody
Chris Valenziano
Artista(s) Colin Whitney (Diretor de Arte)
Brian Anderson
Compositor(es) Sean Murray
Motor IW Engine (Modificado do Call of Duty 4: Modern Warfare)
Plataforma(s) Microsoft Windows
PlayStation 3
Xbox 360
Wii
Nintendo DS
Windows Mobile
PlayStation 2 (Final Fronts)
Série Call of Duty
Data(s) de lançamento Estados Unidos 11 de novembro de 2008
Austrália 12 de novembro de 2008
União Europeia 14 de novembro de 2008
Gênero(s) Tiro em primeira pessoa
Modos de jogo Single Player
Multiplayer
Co-op
Call of Duty 4: Modern Warfare (2007)
Call of Duty: Modern Warfare 2 (2009)

Call of Duty: World at War é um jogo de tiro em primeira pessoa desenvolvido pela Treyarch e lançado pela Activision para as plataformas PC, PlayStation 3, Wii e Xbox 360. É geralmente considerado o primeiro jogo mainstream da série Call of Duty,[carece de fontes?] retornando à temática da Segunda Guerra Mundial que marcou os primeiros jogos. Foi lançado na América do Norte em 11 de novembro de 2008 e na Europa em 14 de novembro. Uma versão para Windows Mobile foi lançada pela Glu Mobile e versões com enredos alternativos disponibilizadas para Nintendo DS e PlayStation 2. O jogo é baseado em uma versão melhorada do motor de Call of Duty 4 desenvolvido pela treyarch, com melhorias no áudio e nos efeitos visuais.[1] O enredo da versão original foca-se nas frentes Pacífica e Oriental da Segunda Guerra, envolvendo os Estados Unidos, Império do Japão, União Soviética e a Alemanha Nazista. É narrado a partir da perspectiva do fuzileiro naval C. Miller, do oficial da marinha Locke e do soldado do Exército Vermelho Dimitri Petrenko. O componente multiplayer apresenta vários módulos e um sistema de níveis que permite ao jogador destravar armas adicionais e premiações enquanto avança. O jogo apresenta também o conteúdo digital chamado "map packs", que pode ser adquirido online. Uma novidade na série foi a inclusão do modo cooperativo, que suporta até dois jogadores localmente e quatro online.[1]

O jogo foi o mais vendido de novembro de 2008 nos Estados Unidos, alcançando a marca de 1,41 milhão de cópias. No Reino Unido, vendeu o dobro de cópias de Call of Duty 4 em sua primeira semana de lançamento, tornando-se o terceiro jogo eletrônico mais vendido em termos de tempo.[2] Recebeu diversas críticas positivas, celebrando seu retrato do lado sombrio e cruel da guerra.[3]

Jogabilidade[editar | editar código-fonte]

Perspectiva geral[editar | editar código-fonte]

World at War é parte da série Call of Duty, e apresenta uma temática mais adulta em comparação a seus predecessores.[4][5] O jogo é também mais aberto, pois existem diversas maneiras de se completar um objetivo.[6] A jogabilidade de World at War apresenta diversas semelhanças com os lançamentos anteriores da série. Os jogadores atuam em conjunto com equipes de soldados controlados por inteligência artificial. Eles auxiliam nas missões providenciando fogo de cobertura, abatendo inimigos e vasculhando cômodos à procura de presença inimiga.[7]

O retorno do jogo aos conflitos da II Guerra reintroduz armas e tecnologias mostradas em outras edições da franquia Call of Duty, incluindo a submetralhadora Thompson, o rifle Mosin-Nagant e o lança-foguetes antitanque Panzerschreck. O jogador ganha acesso a elas com o avançar do jogo mas, além das granadas de mão, pode carregar apenas dois armamentos. Armas de inimigos abatidos podem ser usadas em substituição àquelas no arsenal do jogador. É possível também encontrar armas com itens adicionais, como rifles equipados com lança-granadas, miras telescópicas ou baionetas.[7]

A campanha single player inclui treze "cartas da morte" ocultas, uma em cada fase, e ao recolher todas, trapaças no módulo cooperativo são destravadas, tais como redução na resistência do inimigo e o "modo paintball".

Enredo[editar | editar código-fonte]

A história começa na ilha Makin em 17 de agosto de 1942. O fuzileiro americano C. Miller que fazia parte dos Raiders de Carlson observa a tortura e a execução de sua equipe pelos soldados japoneses, ele está prestes a ser executado antes de ser resgatado por um esquadrão de fuzileiros liderados pelo corporal Roebuck e pelo sargento Tom Sullivan. O Ataque à Ilha de Makin é retratado no processo, os fuzileiros remanescentes do esquadrão de resgate enfrentam os japoneses destruindo bases e instalações pela ilha. Miller e Roebuck são encarregados de plantar explosivos em um bunker de munição, durante a corrida para os botes, Miller é ferido por um soldado japonês enquanto recuava para fora da ilha mas é salvo pelo sargento Sullivan, os fuzileiros conseguem destruir o bunker de munição e Miller é evacuado com sucesso juntamente com a sua equipe.

Dois anos depois, em 15 de setembro de 1944, Miller e sua equipe junto com a 1ª Divisão de Fuzileiros participam da Batalha de Peleliu desembarcando na ilha ocupada pelos japoneses. Depois de avançar através das linhas defensivas japonesas na praia branca, Miller destrói dois tanques japoneses Type 97 Chi-Ha utilizando suporte de foguetes da frota americana estacionada na costa, permitindo que os tanques e blindados americanos avancem pela ilha, no final da missão o sargento Sullivan é morto, empalado por um oficial japonês. Roebuck é promovido a sargento e líder do esquadrão de Miller, ele e sua equipe fazem seu caminho através dos pântanos de Peleliu para lançar um assalto no campo de pouso crucial da ilha, os fuzileiros lançam um ataque para desativar armas anti-aéreas japonesas que estavam causando baixas dentre os caças americanos Corsair. Durante o assalto, Miller usa um lança-chamas para incinerar um bunker japonês e uma bazooka para destruir os tanques Chi-Ha posicionados na pista de pouso. Os fuzileiros finalmente tomam o campo de pouso após um contra-ataque japonês.

Após isso, a narrativa do jogo retorna dois anos antes na frente oriental, durante a sangrenta Batalha de Stalingrado. Em 17 de Setembro de 1942 o soldado soviético Dimitri Petrenko recupera a consciência em uma fonte manchada de sangue e cheia de corpos de soldados do Exército Vermelho, as tropas alemãs executam seus companheiros feridos na fonte. Quando os soldados alemães saem do local, Dimitri percebe o movimento do sargento Viktor Reznov em meio aos corpos, Reznov é um atirador soviético que sobreviveu mas está ferido, Reznov pede a ajuda de Dimitri e diz que a sua missão é matar o general nazista Heinrich Amsel descrito por Reznov como "arquiteto da miséria em Stalingrado". Depois de matar alguns soldados alemães nas redondezas e um duelo com um atirador inimigo, Dimitri segue Reznov através das ruínas da cidade e encontra o restante de sua unidade que está prestes a atacar o posto de comunicação do general. Durante o assalto, Dimitri fornece apoio com Reznov e ajuda o restante dos soldados do Exército Vermelho a recapturar o posto e consegue matar o general Amsel enquanto ele foge da investida soviética. Após serem descobertos pelos alemães, Dimitri e Reznov escapam. A próxima missão na frente oriental ocorre dois anos depois, em 1945, durante a Batalha de Seelow perto de Berlim. Dimitri foi capturado por soldados alemães em uma casa abandonada e está prestes a ser executado, mas é salvo quando o Exército Vermelho ataca a casa, ele é reunido com Reznov que lhe apresenta um novo soldado chamado Chernov. As tropas soviéticas avançam através das linhas alemãs até chegarem a um acampamento alemão, os soldados soviéticos atacam o acampamento com tanques e esmagam a resistência alemã que bate em retirada. O sargento Reznov encerra com um discurso aos seus companheiros.

De volta à batalha de Peleliu em 1944, após tomarem o campo de pouso, os americanos continuam a avançar pela ilha, Miller e sua unidade assaltam algumas equipes de morteiros japonesas para reforçar os tanques americanos no interior da ilha. Eles então procedem através dos túneis subterrâneos japoneses para atacar a localização da ilha conhecida como "O ponto" (The point), uma grande fortaleza natural costeira que os japoneses utilizaram a seu favor, essa localização estava cheia de artilharia e era um reduto dos japoneses responsáveis pela destruição de muitos barcos de desembarque LVTs da frota americana nas praias. Miller, Roebuck e sua equipe de fuzileiros tomam O ponto depois de vários combates sangrentos contra os japoneses. A tomada do "The point" finalmente abriu caminho paras as temidas cordilheiras fortificadas de Umurbrogol (chamada pelos fuzileiros de Bloody Nose Ridge) ao norte da ilha, onde mais combates sangrentos seriam travados e a batalha se estenderia por mais dois meses. Peleliu finalmente caiu em mãos americanas no final de novembro de 1944.

De volta à frente oriental durante a ofensiva soviética, Dimitri e Reznov pilotam tanques T-34, quebrando as últimas linhas alemãs antes da capital germânica, as tropas soviéticas da unidade de Dimitri embarcam em um trem para Berlim. Uma vez nos arredores da cidade, eles se envolvem com soldados alemães nos subúrbios de Berlim, em Pankow, diante de um maciço ataque soviético de foguetes Katyusha bombardeando a cidade, dando início à Batalha de Berlim, a última grande batalha da guerra travada na Europa. Os soldados soviéticos avançam pelas ruas com apoio de tanques e artilharia, eventualmente atingindo a entrada para a estação Berlin U-Bahn, onde três soldados alemães estão tentando se render. Reznov não está disposto a negar os seus homens a sua vingança e dá a Dimitri a fria escolha de fuzila-los ou queimá-los vivos com coquetéis molotov. Eles entram no U-Bahn e começam a lutar contra soldados alemães em torno das plataformas, até que uma onda de água enche o túnel e Dimitri, incapaz de evitar a onda que se aproxima, quase se afoga.

De volta à guerra no Pacífico após a vitória americana na Batalha de Peleliu, a Batalha de Okinawa ocorre nas ilhas Ryūkyū, onde um oficial chamado Petty Locke em um PBY Catalina participa de um ataque a três navios mercantes japoneses. Em seu caminho de volta à base, outro PBY Catalina, codinome Hammerhead, é destruído pelos japoneses, deixando Locke e sua tripulação sozinhos. A frota dos Estados Unidos é assaltada replicando à Operação Ten-Go. A PBY de Locke, a única PBY perto o suficiente para ajudar, trabalha para resgatar marinheiros americanos que foram jogados nas águas do Pacífico devido aos ataques Kamikaze dos japoneses à frota americana. Com o PBY quase completamente destruído, mais aviões dos Estados Unidos chegam e expulsam os aviões japoneses, terminando a missão. Na missão seguinte, o esquadrão de Miller e vários fuzileiros fazem um ataque terrestre em Okinawa, limpando fortificações japonesas para permitir que tanques americanos façam progresso. Com a batalha de Okinawa quase no fim, ocorre a ofensiva americana ao Castelo de Shuri em meio a bombardeios de morteiros e cargas banzai. Uma vez dentro do castelo, os fuzileiros americanos encontram soldados japoneses supostamente se rendendo, quando o sargento Roebuck e o cabo Polonsky vão revistá-los, eles revelam granadas escondidas sob suas roupas, emboscando tanto Roebuck quanto Polonsky, o jogador (C. Miller) é então apresentado com a opção de salvar Roebuck ou Polonsky. Independente do resultado da escolha, um dos dois personagens emboscados irá ser morto pela granada japonesa e o outro irá sobreviver, a missão irá prosseguir. Outros fuzileiros remanescentes chegam para reforçar a posição e empurrar os soldados japoneses remanescentes em uma batalha no centro do castelo. Após algum tempo defendendo sua posição, Miller chama o suporte aéreo através do rádio contra duas construções do castelo que abrigavam metralhadoras japonesas. Logo após os bombardeios aéreos, os americanos finalmente tomam o Castelo de Shuri, esmagando um dos últimos bastiões da resistência japonesa na Guerra do Pacífico.

De volta à batalha de Berlim, durante a cutscene do início da missão, é mostrado brevemente o anúncio da morte do Führer e a decadência das tropas alemãs em Berlim diante da inevitável queda do Terceiro Reich. No início da missão, Reznov arrasta Dimitri, que está atordoado, para fora do U-Bahn para se reagrupar com a infantaria soviética em uma rua nas proximidades do palácio do Reichstag, que está quase em ruínas. O Exército Vermelho em seguida avança para o palácio enfrentando uma resistência desesperada dos alemães. Durante o assalto na entrada do Reichstag, Chernov é gravemente queimado por um soldado alemão com lança-chamas e está implícito a morrer, Reznov obtém o seu diário. Os soldados soviéticos restantes entram no Reichstag, lutando em cada compartimento do palácio contra os defensores alemães e com o objetivo de chegar ao último piso. Depois de um confronto final no piso superior para alcançar a bandeira nazista no topo, Dimitri é baleado por um soldado alemão ferido, Reznov mata o soldado inimigo com um facão. Embora esteja baleado e ferido, Dimitri consegue colocar a bandeira soviética no topo do Reichstag seguido por gritos de vitória dos soldados do Exército Vermelho. A bandeira soviética no topo do Reichstag sinalizou o fim da Batalha de Berlim e da guerra na Europa.

Uma fala do presidente Harry Truman, os bombardeamentos atômicos dos Estados Unidos sobre o Japão e um discurso do general Douglas MacArthur durante a rendição do Japão são vistos e ouvidos na última cena antes dos créditos finais do jogo.

Nazi Zombies[editar | editar código-fonte]

Além do modo de campanha, World At War também introduziu o popular Nazi Zombies ("zumbis nazistas"), modo que teve continuação em Call of Duty: Black Ops, Call of Duty: Black Ops 2, Call of Duty: Black Ops 3 e Call of Duty: Black Ops 4 (todos produzidos pela Treyarch). Em World at War, temos 4 mapas (3 são conteúdo para download) onde o primeiro, Nacht der Untoten (traduzido do alemão seria "Noite dos Mortos-Vivos") (e por curiosidade ele já apareceu em todos os modos zombies produzidos pela Treyarch, direta ou indiretamente) se passa em um Bunker nazista que contém 4 soldados que são atacados por inúmeras hordas de zumbis nazistas. O jogador ganha dinheiro ao eliminar zumbis, e com esse dinheiro, pode comprar novas armas (ou perks que foram introduzidos no mapa Verrückt) e desbloquear caminhos. Se um jogador estiver perto de morrer, outro jogador com vida poderá ajudá-lo a levantar, mas se demorar muito, acabará morrendo. Este modo é muito popular entre os jogadores. Esse modo é cercado de mistérios e segredos, que pouquíssimos jogadores conhecem, desde rádios escondidos a missões gigantescas envolvendo mapas diversos. O modo ao longo dos 4 jogos tem passagens por diversos locais, passando pela Alemanha nazista durante a Segunda Guerra, norte da França durante a Primeira Guerra, Cazaquistão (na época dominado pela União Soviética), Pentágono, Área 51 chegando até a Lua, entre outros locais.

História de Nazi Zombies[editar | editar código-fonte]

Tudo começa com a queda de um meteoro contendo um elemento chamado 115 (Unumpêntio) em um pântano no Japão (denominado como Shi No Numa ou "Pântano dos Mortos", segundo mapa de DLC do World At War). Um grupo alemão conhecido como Grupo 9.3.5, toma conhecimento desse elemento e recolhe amostras para estudos em laboratório.

Depois de vários estudos, é descoberto o potencial de reanimar moleculas mortas e ser útil para construção de vários aparelhos, como o já conhecido Pack-a-Punch, e também de armas, como a Wunderwaffe DG- 2 e a Ray Gun. Dois cientistas do grupo encarregam-se de estudar esse potencial: Dr. Ludvig Maxis (o líder do Grupo 935) e seu assistente, Doutor Edward Richtofen (que no futuro descobrimos que ele trabalhava para o grupo que se denomina a nova ordem mundial e que estava no Grupo 9.3.5 a mando deles).

O projeto tinha o objetivo de melhorar o exército alemão durante a Segunda Guerra Mundial, devido ao acordo feito entre Maxis e o Partido Nazista. O Grupo precisava de dinheiro e o Partido Nazista iria auxiliar na economia dele, porém, eles teriam que criar armas fortes o suficiente para ganharem a guerra. Vale ressaltar que o Grupo 9.3.5 não é um grupo que quer "prejudicar o mundo", mas sim ajudá-lo criando novas tecnologias que auxiliem a humanidade. O acordo foi feito para que o Grupo continuasse a fazer pesquisas que melhorassem as condições de vida da sociedade, porém, Richtofen ficava cada vez mais irritado com Maxis pois ele estava perdendo o foco do projeto, que era o teleporte. Maxis não via progresso, enquanto Richtofen enxergava-o. Além disso, Maxis cancelou a produção da Wunderwaffe DG-2, criada por Richtofen, pois isso iria prejudicar os fundos do Grupo. Isso deixou Richtofen mais irritado ainda com Maxis. E por último, a suspeita de que ele possuísse um caso com a secretária do Grupo, Sophia, somado a atenção excessiva que Maxis dava a sua filha, Samantha Maxis. Um rádio revela que Maxis deu uma cadela prenha para Samantha, o que resultará em um problema logo depois. Testando o teleporte, Maxis usou como cobaia a cadela de Samantha, Fluffy. Ela foi teleportada de uma sala a outra, mas no processo ela foi zumbificada. Samantha desconfiou do que estava ocorrendo e foi ver pessoalmente. Ela viu a cadela zumbificada e correu em direção a ela. Maxis, apavorado foi atrás dela. Como o teleporte de saída localizava-se em uma sala, Richtofen trancou Maxis e Samantha dentro da sala junto com Fluffy. Em um ato de desespero, Maxis ligou o teleporte e os dois foram teleportados para um local distante. Até esse momento, não se sabe se os dois sobreviveram, mas esse local deu origem a um mal que está por vir...(Vale ressaltar que sim, ambos sobreviveram, tendo Maxis indo para um local místico (The Crazy Place), onde aprendeu a se fundir com a energia de máquinas eletrônicas. E Samantha para uma base secreta na lua, onde sem querer entrou em um dispositivo que a daria poderes de controlar a energia etérea, além de controlar os Mortos-Vivos.

Referências

  1. a b Treyarch. Call of Duty: World at War. (Activision). PlayStation 3, (v1.1)
  2. McWhertor, Michael (15 de junho de 2009). «Call of Duty: World At War Tops 11 Million». Kotaku 
  3. "Call of Duty: World at War Review". IGN
  4. Andy Robinson (9 de junho de 2008). «News: Call of Duty: World at War - first details in OXM». Computer and Video Games 
  5. «Call of Duty: World at War». Official Xbox Magazine. Julho de 2008 (Edição 35). pp. 30–34  Verifique data em: |data= (ajuda)
  6. Ocampo, Jason (23 de junho de 2008). «Call of Duty: World at War First Look». IGN 
  7. a b Denick, Thom (16 de novembro de 2008). Call of Duty: World at War Signature Series Guide. [S.l.]: Brady Games. ISBN 074401056 Verifique |isbn= (ajuda) 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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