Prostíbulo

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Fachada de prostíbulo em Munique (Alemanha).
Uma prostituta num bordel alemão.

Prostíbulo, privê, bordel, lupanar, casa de prostituição, zona, casa da luz vermelha, casa de alteire, casa das primas, casa de facilidades ou, popularmente, cabaré ou puteiro, é o local destinado à prostituição, o qual atua muitas vezes de forma ilegal, uma vez que tal prática ainda é considerada crime em grande parte dos países. Não confundir com cabaré, visto que este é, a grosso modo, uma boate.

A casa de alterne, embora associada também a um bordel, não serve aos mesmos objectivos. O objectivo desta casa é apenas servir bebidas e proporcionar companhia maioritariamente a homens. O facto de envolver sexo não consta nos objectivos da casa em si, esse é um componente opcional por parte da empregada do local.

Os prostíbulos são geralmente administrados por mulheres mais velhas - via de regra ex-prostitutas - que assumem a liderança da casa de prostituição onde trabalharam ou abrem outra, com novas meninas. As proxenetas, ou, mais popularmente cafetinas, as "matronas" ou "patroas" são em geral carinhosamente chamadas de "mãe", "mãezinha", "mãinha", "tia", "dona" etc. Quase sempre gozam de prestígio e respeito nas comunidades onde vivem.

Há muitos lugares do mundo onde os prostíbulos são legalizados, como por exemplo alguns países do norte da Europa (Holanda, Suíça,Alemanha, etc). O estado de Nevada, nos Estados Unidos, é um grande centro de prostíbulos legalizados. No Brasil, a manutenção, por conta própria ou de terceiro, de uma casa de prostituição é um crime tipificado no Código Penal Brasileiro pelo art. 229[1]. As proxenetas e os proxenetas também são culpáveis de delito de rufianismo.

História[editar | editar código-fonte]

A primeira menção registrada da prostituição como uma profissão aparece nos registros sumérios de ca. 2400 a.C., e descreve um templo-bordelo operado por sacerdotes sumérios na cidade de Uruk. O 'kakum' ou o templo foi dedicado à deusa Istar e abrigou três graus de mulheres. O primeiro grupo realizou-se apenas nos ritos sexuais do templo; o segundo grupo participava também dos rituais, mas atendia aos seus visitantes também; e a terceira e mais baixa classe morava nas terras do templo, mas as moças eram livres para procurar também clientes nas ruas. Em anos posteriores, a prostituição sagrada existia também na Assíria, Grécia, Roma, Índia, China, Japão e muitos outros países.[2] Ela também é mencionada no Velho Testamento da Bíblia.[3]

Na cidade romana de Pompeia encontra se a famosa ruína do Lupanar (em latim, lit. "covil de lobas"), um sítio arqueológico de interesse particular devido às pinturas eróticas que cobrem suas paredes.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Código Penal (Casa de prostituição, Art. 229)». www.planalto.gov.br. Consultado em 5 de fevereiro de 2009 
  2. Murphy, Emmet (1983). Great Bordellos of the World. [S.l.]: Quartet Books 
  3. Por exemplo 1.Rs 14,24 ou 2.Rs 23,7
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