Dedução

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Este artigo é sobre procedimentos metodológicos (cientifico). Basicamente, a dedução é uma forma de pensar predominante na física, mas sendo atualmente aplicada à biológica e medicina, ver biologia matemática, biologia sistêmica, biofísica, biomatemática.

Introdução[editar | editar código-fonte]

Dedução é uma espécie de argumento no qual a forma lógica válida garante a verdade da conclusão se as premissas forem verdadeiras.

Por exemplo, apresentemos duas premissas verdadeiras:

"P1:Todos os homens são mortais"

"P2:Sócrates é homem".

"P3:Logo, Sócrates é mortal."

Agora apresentemos uma forma lógica válida:

"TODO x é y.
z é x.
Logo, z é y"

Veja que as duas premissas obedecem a uma forma lógica válida. Se a conclusão for "Logo, Sócrates é mortal (Logo, z é y)", então temos uma dedução.

É comum definir erradamente que na dedução inferimos uma conclusão particular de premissas gerais (o famoso do geral para o particular). Isto é falso. Esse tipo de pensamento existe porque muitas pessoas só conhecem UM tipo de dedução.[1]

"TODO x é y.
z é x.
Logo, z é y"

O problema é que existem deduções cujas premissas maiores são iniciadas por condicionais e não partem necessariamente de premissas gerais, como os modus tollens e ponens:

Modus ponendo ponens

"Se P, então Q.
P.
Portanto Q."

Modus tollens

"Se P, então Q.
Q é falso.
Logo, P é falso." [2]

Exemplo de modus ponens que não parte de premissas gerais:

"Premissa 1:Se Camilo Castelo Branco nasceu em Lisboa, nasceu em Portugal.
Premissa 2:Camilo Castelo Branco nasceu em Lisboa.
Conclusão:Logo, Camilo Castelo Branco nasceu em Portugal."

Abaixo segue um esquema que demonstra o ciclo científico em geral respeitado entre indução e dedução.

O ciclo cientifico das ciências exatas.

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]

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