Discord

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Discord
Discord logo svg.svg
Desenvolvedor Discord, Inc.
Plataforma Android, Windows, Linux, MacOS, iOS
Lançamento 13 de maio de 2015 (5 anos)
Versão estável 38.4 (Android e iOS) (17 de setembro de 2020; há 2 meses)
Idioma(s) Inglês, Francês, Português do Brasil, Espanhol, Alemão, Coreano, Chinês, Holandês, Japonês, Sueco, Polonês, Russo, Italiano, Vietnamita, Ucraniano, Turco, Sueco, Búlgaro, Grego, Tcheco, Norueguês e Dinamarquês.
Linguagem JavaScript, React, Elixir e Apache Cassandra.
Sistema operacional Microsoft Windows, macOS, Android, iOS, Linux
Gênero(s) VoIP, mensageiro instantâneo e mídia social
Licença Proprietária
Estado do desenvolvimento Ativo
Tamanho Cerca de 58,5 MB
Página oficial discord.com

Discord é um aplicativo de voz sobre IP proprietário e gratuito, projetado inicialmente para comunidades de jogos. O aplicativo Discord está disponível para os sistemas operacionais Microsoft Windows, macOS, Android, iOS, Linux e em navegadores da Web. Em dezembro de 2016, os desenvolvedores anunciaram que Discord tinha mais de 25 milhões de usuários.[1]

História[editar | editar código-fonte]

A desenvolvedora de jogos Hammer & Chisel, agora chamada de Discord Inc, criou o Discord inicialmente para o jogo MOBA Fates Forever.[2]

O serviço foi popularizado por eSports e jogadores de torneios LAN, incluindo usuários populares no serviço de streaming Twitch.tv e comunidades de jogos como o de Star Citizen. A empresa, que tem o mesmo nome do serviço, foi fundada pelo fundador da OpenFeint, Jason Citron, que pretende manter a empresa independente.[3]

A empresa arrecadou US $ 20 milhões adicionais em financiamento para o software em janeiro de 2016.[4]

Software[editar | editar código-fonte]

O Discord pode ser utilizado no Windows, MacOS, Android, iOS, Linux ou em um navegador web, que suportam recursos fundamentais de texto baseados em bate-papo. O aplicativo Discord para computadores pessoais foi projetado para uso durante jogos, incluindo recursos como baixa latência, servidores de bate-papo de voz gratuitos para usuários e uma infraestrutura de servidor dedicada. Na versão atual já há suporte a chamadas de vídeo e compartilhamento de tela. [1] As chamadas diretas foram adicionadas em uma atualização em 28 de julho de 2016, com suporte para chamadas entre dois ou mais usuários. A companhia introduziu seu GameBridge API em dezembro de 2016 que permite que os desenvolvedores de jogos para apoiar diretamente a integração com Discord dentro de jogos.[carece de fontes?]

Embora o software em si venha sem nenhum custo, os desenvolvedores investigaram maneiras de monetizá-lo, com opções potenciais, incluindo opções de personalização pagos, como emoji ou adesivos. Em janeiro de 2017 os primeiros recursos pagos foram lançados com 'Discord Nitro'. Para uma taxa de assinatura mensal, os usuários podem obter um avatar animado, usar emojis personalizados e/ou animados em todos os servidores, aumentar o tamanho máximo do arquivo no upload de arquivos de 8 megabytes para 50 megabytes (Nitro Classic) ou para 100 megabytes (Nitro), poder impulsionar servidores (Nitro), conseguir fazer transmissões em 1080p a 60 quadros por segundo (Nitro Classic) e em qualidade fonte a 60 quadros por segundo (Nitro), um crachá de perfil exclusivo, e mudar sua "tag".[5]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Em janeiro de 2016, a Hammer & Chisel alegou que Discord tinha sido usado por 3 milhões de pessoas, com crescimento de 1 milhão por mês, alcançando 11 milhões de usuários em julho de 2016. [1] [2] Em dezembro de 2016, a empresa informa que tinha 25 milhões de usuários em todo o mundo.[carece de fontes?]

Discord teve problemas com comportamento hostil e abuso dentro de bate-papos, com algumas comunidades de servidores de bate-papo sendo "invadida" por outras comunidades. Isso inclui tópicos provocativos relacionados à raça, religião e política sendo discutidos nos canais de comunicação dentro do serviço, além de "invasões" de canais por usuários indesejados.[6]

Uso disruptivo[editar | editar código-fonte]

O Discord tem tido problemas com comportamento hostil e abuso em bate-papos, com algumas comunidades de servidores de bate-papo sendo "invadidos" (a tomada de um servidor por um grande número de usuários) por outras comunidades. Isso inclui inundações com tópicos controversos relacionados a raça, religião, política e pornografia. O Discord afirmou que eles têm planos para implementar mudanças que "livrariam a plataforma da questão".[7]

Para proteger melhor seus usuários e seus serviços desde esses eventos, o Discord implementou uma equipe de confiança e segurança que está disponível 24 horas por dia para monitorar os servidores e responder aos relatórios. Isso inclui lidar com o assédio do usuário, servidores que violam os termos de serviço do Discord e para proteger os servidores contra invasões e spam de usuários ou bots mal-intencionados. Embora eles não monitorem diretamente as mensagens, a equipe de confiança e segurança pode determinar a atividade mal-intencionada dos padrões de uso do serviço e tomar as medidas apropriadas, incluindo uma investigação mais detalhada, para lidar com o assunto. O serviço planeja expandir essa equipe à medida que continuam ganhando novos usuários.[8][9]

Referências

  1. Francis, Bryant (19 de Maio de 2017). «There's now 45 million people gabbing about games on Discord» (em inglês). Gamasutra. Consultado em 31 de Agosto de 2017 
  2. Lazarides, Tasos (14 de Novembro de 2015). «Ex-'Fates Forever' Developers Making 'Discord', a Voice Comm App For Multiplayer Mobile Games» (em inglês). Touch Arcade. Consultado em 31 de Agosto de 2017 
  3. Brightman, James (26 de Janeiro de 2016). «Jason Citron lands $20m for Discord» (em inglês). gamesindustry.biz. Consultado em 31 de Agosto de 2017 
  4. Walker, Alex (27 de janeiro de 2016). «The Latest App For Third-Party Voice Chat Just Raised Almost US$20 Million». Kotaku Australia. Consultado em 1 de maio de 2016 
  5. «Discord — Nitro». Discord. Consultado em 13 de junho de 2020 
  6. Menegus, Bryan. «How a Video Game Chat Client Became the Web's New Cesspool of Abuse». Gizmodo (em inglês). Consultado em 7 de fevereiro de 2017 
  7. Alexander, Julia (Julho, 27, 2017). "Discord has a major raiding issue, but the developers are trying to fix it". (Em inglês) Polygon. Arquivado desde o original em 9 de outubro de 2017. Retirado em 9 de outubro de 2017.
  8. Alexander, Julia (Dezembro 7, 2017). "As Discord nears 100 million users, safety concerns are heard". (Em inglês) Polygon. Retirado em Dezembro 7, 2017.
  9. Crecente, Brian (Dezembro, 7, 2017). "Discord: 87M Users, Nintendo Switch Wishes and Dealing With Alt-Right". Glixel. Retirado em 7 de Dezembro de 2017.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]